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Medida provisória deve alavancar 23 bilhões em crédito para empresas

Foi publicada ontem, dia 25 de abril, no Diário Oficial da União a medida provisória (MP) 1.114/2022. Apelidada de MP do Crédito, ela pretende usar recursos de fundos garantidores — fundos que servem para cobrir eventuais calotes — para usar como base para até 23 bilhões de reais em financiamentos para empresas. A medida também passa a integrar o Programa Crédito Brasil Empreendedor.

A MP do Crédito altera regras do Fundo Garantidor de Habitação Popular (FGHab), do Fundo Garantidor de Risco de Crédito para Micro, Pequenas e Médias Empresas e do Fundo Garantidor do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac) sem somar gastos adicionais ao Tesouro Nacional. Dessa forma, a medida facilita a utilização dos recursos desses fundos para cobrir a inadimplência de empresas que conseguem financiamento, o que agiliza a liberação de crédito pelos bancos.

Dos 23 bilhões de reais que servirão para alavancar o crédito para empreendedores, 21 bilhões virão através do Programa Emergencial de Acesso a Crédito Fundo Garantidor para Investimentos (Peac-FGI) e os 2 bilhões restantes, do FGHab. A MP também permite que operações de crédito contratadas por meio do Programa Casa Verde e Amarela sejam cobertas pelo Fundo Garantidor de Habitação Popular.

O Peac-FGI terá juros máximos de 2,8% ao mês. As taxas, contudo, devem ficar entre 1,5% e 1,75% ao mês, dependendo da modalidade, do perfil da empresa e do prazo da operação de crédito.

Em comunicado, o Ministério da Economia informou que dispensou a exigência de certidões negativas de débito para que as empresas tenham acesso a operações de crédito. “Hoje, a principal dificuldade dos empreendedores para terem acesso ao crédito é a falta de garantias. O governo federal bancará essas garantias como forma de destravar a liquidez dos bancos para que mais empreendedores tenham acesso ao crédito.”

MP do Crédito faz parte de pacote de medidas federais para ajudar empresas

O Programa Crédito Brasil Empreendedor também reeditou o Pronampe, Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. A medida forneceu crédito a negócios de pequeno porte nos últimos dois anos e teve sua extensão até dezembro de 2024 aprovada no início de abril pelo Congresso. A estimativa é que Pronampe movimente até 50 bilhões de reais em crédito neste ano

O Ministério da Economia também lançou ontem o Programa de Estímulo ao Crédito (PEC). O programa é destinado a pessoas físicas ou jurídicas com receita bruta de até 300 milhões de reais por ano e deve liberar 14 bilhões de reais em crédito para as empresas, principalmente aquelas de médio porte. 

O pacote inclui ainda a redução a zero da alíquota do imposto sobre operações financeiras (IOF) até o fim de 2023 para Peac, Pronampe e PEC. 

Redação MarketUP | Fonte: Agência Brasil

Programa de parcelamento do Simples Nacional ganha novo prazo de adesão

O prazo para adesão ao programa de parcelamento especial para empresas inscritas no Simples Nacional foi prorrogado para dia 31 de maio. A decisão foi anunciada na última semana pelo Comitê Gestor do Simples Nacional. A data inicial, que se encerraria ao final de abril, foi alterada pelo governo federal devido ao atraso na liberação do sistema e a falta de uma fonte de compensação.

Esse já é o terceiro adiamento do prazo para aderir ao Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp). O prazo original se encerraria no fim de janeiro, mas a data foi transferida para o fim de março e, mais tarde, para 30 de abril.

Em nota, o Comitê afirmou que o adiamento foi necessário pois o governo ainda não encontrou uma fonte para compensar a perda de arrecadação com o parcelamento especial. “O adiamento da adesão ao Relp se tornou necessário para adequação do calendário, até que seja definida a sua fonte de compensação, conforme exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal. A Receita Federal já está com tudo pronto para dar operacionalidade ao parcelamento.” Contudo, o sistema que permite a adesão ao programa não pode ser lançado enquanto a situação não for resolvida.

Também foram adiados os prazos de regularização das dívidas que impedem as micro e pequenas empresas e os microempreendedores individuais a entrarem no Simples Nacional e da entrega da Declaração Anual do Microempreendedor Individual (DASN-Simei) para 31 de maio e 30 de junho, respectivamente.

Relp ajudará pequenos negócios e MEIs afetados pela covid-19

Barrado pelo presidente da República no início de 2022, o Relp, programa de renegociação especial de débitos com o Simples Nacional, foi restabelecido pelo Congresso. O veto foi derrubado no início de março.

Micro e pequenas empresas optantes do Simples Nacional e microempreendedores individuais (MEIs) afetados pela pandemia de covid-19 podem renegociar dívidas em até 15 anos por meio do Rel. O programa prevê parcelamento com descontos de até 90% nas multas e nos juros de mora e de até 100% dos encargos legais, bem como abatimento na parcela de entrada proporcional à perda de faturamento de março a dezembro de 2020 em relação ao mesmo período de 2019. Dessa forma, quem foi mais afetado pagará menos.

Redação MarketUP | Fonte: Agência Brasil

Como fazer a descrição perfeita dos seus produtos

Engana-se quem acha que a descrição dos produtos em uma loja virtual é algo secundário quando o assunto são estratégias de venda. A forma como você apresenta suas mercadorias para o público é não somente importante, mas decisiva na decisão do cliente de comprar ou não aquilo que está sendo ofertado. Por isso, se você divulga e vende seus produtos no ambiente digital, pensar e construir uma descrição perfeita é crucial para o seu negócio. 

Ao apresentar seus produtos, é fundamental criar descrições completas. Seu texto deve destacar os pontos mais relevantes para o seu público, além de destacar as suas principais vantagens em relação aos concorrentes. Essas são peças chave para persuadir o cliente a colocar o item no carrinho e finalizar a compra.

Quer saber mais sobre a importância da descrição perfeita e como fazê-la? Vem com o Canal PME!

Por que a descrição dos produtos é importante

Quando vamos até uma loja no shopping, por exemplo, nosso contato com os produtos é direto. Em uma loja física, o cliente pode tocar nos itens que deseja comprar, consegue ver suas embalagens, ler suas especificações e tirar dúvidas de forma muito mais fácil com um vendedor caso sinta a necessidade.

Já as compras em uma loja virtual acontecem de maneira bastante diferente. No e-commerce, o cliente tem acesso somente às informações que a empresa disponibiliza na página do produto. Se tiver alguma dúvida e entrar em contato com o atendimento da loja, talvez ela não seja sanada tão rapidamente.

É justamente por esses motivos que a descrição de um produto é tão essencial em uma loja virtual. Na ausência de todos os recursos que só uma loja física proporciona, é o texto — juntamente de imagens, vídeos, etc — que dá ao cliente todas as principais informações sobre a mercadoria: suas características mais marcantes, suas funcionalidades, as indicações de uso, os detalhes sobre cores e medidas, as sensações que ele desperta.

Também é a descrição um dos principais pilares para atrair e conquistar o interesse do consumidor, explicando e demonstrando quais os benefícios e os diferenciais do produto. Com uma descrição perfeita, as chances de persuadi-lo a adquirir o item crescem exponencialmente.

Alavanque a venda dos seus produtos com os recursos do MarketUP para lojas virtuais! Saiba mais.

6 dicas para criar a descrição de produto perfeita

 

A forma como os produtos são apresentados e descritos na sua loja virtual é um ponto fundamental na conversão das vendas do seu negócio. Então, é muito importante criar textos que não somente sejam bem escritos, detalhados e persuasivos, mas que tragam todas as principais informações de maneira simples e objetiva para atrair o interesse do consumidor.

 

Mas você sabe como fazer isso na prática? O Canal PME separou 6 dicas para te ajudar a fazer a descrição perfeita para os seus produtos. Confira a seguir.

 

Apresente as principais informações do produto

Em primeiro lugar, a descrição deve detalhar as informações mais relevantes do produto. Uma boa forma de começar essa tarefa é se colocar no lugar do cliente e pensar quais podem ser suas principais dúvidas. As respostas a essas questões devem dar ao consumidor segurança para que tome a decisão de comprar o produto.

Algumas informações imprescindíveis são:

  • O que é esse produto?
  • Quais são suas principais características, tais como dimensões e matérias-primas?
  • Para qual público ele é destinado?
  • Quais as suas funções?
  • Há instruções e contraindicações de uso? Quais?
  • Quais são seus benefícios e diferenciais?
  • Quais problemas e necessidades do cliente ele resolve?

Os atributos do produto a serem destacados também podem depender do segmento do negócio e do perfil de seus clientes. Se forem vendidos itens de vestuário, por exemplo, os materiais e as medidas detalhadas de cada um dos tamanhos são essenciais.

Pense em títulos descritivos

Tão importante quanto a descrição em si do produto, o título oferece as primeiras informações que o consumidor encontrará sobre o item. Esse título não somente deve ser atrativo, mas precisa oferecer uma explicação inicial do item.

Aqui, o ideal é buscar um equilíbrio entre um título vago e algo demasiadamente específico. Ele deve destacar os pontos principais do produto, aqueles que indicam em primeira mão para o cliente interessado do que se trata o item e que despertem o seu interesse. As características mais específicas cabem melhor no texto da descrição em si.

Ressalte os benefícios e diferenciais do produto

A descrição de um produto deve ser atrativa e persuasiva, incentivando o cliente a comprá-lo. Lista os principais recursos e benefícios deste produto pode ser uma estratégia bastante positiva para alcançar isso, mas como saber quais vantagens destacar?

Antes de mais nada, é fundamental entender a fundo as necessidades e os desejos dos seus clientes. Mostre como os produtos ofertados pelo seu negócio podem sanar essas questões e melhorar a vida do cliente. Isso pode ser o estímulo final para que o consumidor decida adquirir um de seus produtos.

Tente também ressaltar quais os diferenciais dos seus produtos em relação àqueles ofertados pelos concorrentes. Quais funcionalidades esses itens têm que outros vendidos no mercado não possuem? Como eles conseguem sanar as dores dos clientes de formas que outros não conseguem? 

Construa um texto de fácil leitura

Por mais que a descrição dos seus produtos deva ser completa e detalhada, é importante que ela não seja extensa ou massante de ler. Tanto a linguagem quanto a forma como você estrutura o texto  deve facilitar ao máximo a leitura do cliente.

A linguagem utilizada precisa ser o mais clara, informativa e objetiva possível, mas sem deixar de seguir o tom de voz da sua marca. O texto deve ter parágrafos mais curtos, tópicos divididos por intertítulos e fazer uso de bullet points com as informações mais essenciais sobre o produto para que o consumidor identifique de forma fácil e rápida tudo o que for mais relevante para tomar sua decisão.

Utilize palavras sensoriais

Quando compramos algo em uma loja virtual, não é possível tocar, sentir ou provar o produto desejado. Isso faz com que seja bastante importante explorar as sensações dos consumidores nas descrições. Para isso, é preciso utilizar palavras que expliquem a experiência física e sensorial proporcionada pelo item em questão.

Aqui, a ideia é usar adjetivos e expressões que trabalhem com os cinco sentidos do cliente para que ele consiga ter uma imagem mais tangível do produto.

Não se esqueça de usar fotos e vídeos

Por mais que o texto descritivo seja essencial para que os consumidores conheçam seus produtos a fundo, outros recursos também devem ser utilizados. Para complementar as descrições e oferecer uma visão mais completa do que está sendo ofertado aos seus clientes, o uso de recursos visuais como fotos e vídeos é muito importante.

As fotos devem ser de qualidade e mostrar o produto e seus principais detalhes de diferentes ângulos. Vídeos são uma boa ferramenta visual principalmente para explicar como o item funciona e compartilhar ideias de uso.

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Crie a descrição perfeita e gerencie a venda de seus produtos com o MarketUP

Um dos maiores aliados para o seu negócio é um sistema de gestão empresarial completo, acessível e intuitivo. Com uma plataforma ERP, todos os processos da sua empresa podem ser otimizados e automatizados, economizando tempo e minimizando erros. 

Se você ainda não utiliza um software de gestão online, a MarketUP pode te ajudar. O nosso sistema ERP conta com uma gama de recursos e funcionalidades para todas as áreas da sua empresa, inclusive para as vendas dos seus produtos. O MarketUP traz maior facilidade e agilidade tanto para o seu empreendimento, quanto para os seus clientes, pois melhora a qualidade do atendimento, fideliza o consumidor e aumenta o seu potencial de vendas. 

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E fique de olho no Canal PME para entender mais sobre todos os principais temas do mercado e conhecer em primeira mão as novidades da MarketUP!

Redação MarketUP

Redução da conta de luz para bandeira verde favorece pequenos negócios

 notícia de que a taxa extra aplicada às contas de luz ficará na bandeira verde até o fim do ano, sem cobrança adicional para os consumidores, — informação dada pelo pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) na última semana — deve beneficiar os micro e pequenos negócios. A afirmação foi feita por Aline Barreto, analista do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio de Janeiro (Sebrae Rio), no último dia 18 de abril.

De acordo com Barreto, as micro e pequenas empresas foram as principais afetadas pela pandemia de covid-19. Ela comentou que “com o aumento da energia elétrica, os empreendedores precisaram avaliar se valia a pena repassar o aumento para o consumidor. Essa medida trará alívio para quem empreende”.

Segundo as informações trazidas pela pesquisa do Sebrae nacional, os donos de micro e pequenas empresas acreditam que a economia só voltará ao normal em 16 meses — ou seja, em abril de 2023. O momento vivido pelos pequenos negócios é refletido nos seguintes percentuais levantados pelo estudo: 31% estão funcionando como funcionavam antes da crise; 55% passaram por mudanças por causa da crise; 9% tiveram o funcionamento interrompido temporariamente e 5% fecharam de vez.

Uma pesquisa feita pelo Sebrae nacional em dezembro de 2021 corrobora com o argumento de Barreto. Nela, 6.883 empreendedores de todos os estados e do Distrito Federal foram entrevistados. Composta por 59% de microempreendedores individuais (MEI), 36% de microempresas (ME), 5% de empresas de pequeno porte (EPP), e focada no momento que os pequenos negócios atravessam, a pesquisa constatou que a grande maioria tomou medidas para diminuir seus custos com energia elétrica.

Entre os empreendedores entrevistados pelo Sebrae, 24% evitam usar energia no horário de pico, 4% instalaram painéis solares, 9% trocaram equipamentos antigos por outros mais modernos, 9% inspecionaram a qualidade das instalações elétricas da empresa, 38% orientaram seus colaboradores sobre a importância de gastar menos energia e 31% não tomaram nenhuma medida.

Redação MarketUP | Fonte: Agência Brasil

Vendas no varejos avançam pelo segundo mês consecutivo em 2022

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro continua crescendo. Na comparação com o mês anterior, o setor registrou um avanço de 1,1% em fevereiro deste ano. Essa já é a segunda alta consecutiva do indicador, que havia crescido 2,1% em janeiro, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados hoje (13 de março).

As vendas do varejo avançaram 1,3% na comparação com fevereiro de 2021 e 1,7% no acumulado de 12 meses. No primeiro bimestre deste ano, contudo, houve uma variação negativa de -0,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Seis das oito atividades varejistas analisadas pelo IBGE registraram alta na passagem de janeiro para fevereiro: livros, jornais, revistas e papelaria (42,8%), combustíveis e lubrificantes (5,3%), móveis e eletrodomésticos (2,3%), tecidos, vestuário e calçados (2,1%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,6%) e hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%). Houve queda no segmento de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-5,6%), enquanto o de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação permaneceu estável.

No comércio varejista ampliado, que também inclui veículos e material de construção, o volume de vendas subiu 2% no período. O resultado positivo foi puxado pelos veículos, motos, partes e peças (5,2%). Os materiais de construção, por outro lado, tiveram queda de 0,4%. O setor registrou avanço de 0,3% na comparação com fevereiro do ano passado e de 4,8% nos últimos 12 meses. Já no acumulado de 2022, o setor recuou 0,6%.

O setor varejista também registrou alta na sua receita nominal, avançando  2,3% na comparação com janeiro deste ano, 14,3% em relação a fevereiro de 2021, 12,6% no acumulado do ano e 14,7% nos últimos 12 meses. Já a receita nominal do varejo ampliado cresceu 2,9% em relação ao mês anterior, 14,5% na comparação com fevereiro do ano passado, 13,2% em 2022 e 18,8% no acumulado de 12 meses.

Redação MarketUP | Fonte: Agência Brasil

Inflação oficial de março registra maior alta desde 1994

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, registrou taxa de 1,62% em março, ficando acima dos observados no mês anterior (1,01%) e no mesmo período do ano passado (0,93%). Essa é a maior taxa para um mês de março desde a implantação do Plano Real, em 1994.

Ao todo, o IPCA já acumula uma taxa de 3,20% em 2022. Em 12 meses, o acumulado chega a 11,30%, acima dos 10,54% registrados em fevereiro. Os dados foram divulgados hoje, 8 de abril, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Os transportes sofreram o maior impacto por conta da inflação, subindo 3,02% no mês. A taxa foi puxada pela alta nos combustíveis, cujo preço subiu 6,70% no período. A gasolina foi o item de maior impacto no IPCA de março (6,95%). Outros combustíveis com alta de preços foram o óleo diesel (13,65%), gás veicular (5,29%) e etanol (3,02%). Itens como transporte por aplicativo (7,98%), seguro voluntário de veículo (3,93%) e conserto de automóvel (1,47%) também cresceram.

O segmento de alimentos aparece logo em seguida, com alta de 2,42% puxada por itens como tomate (27,22%), cenoura (31,47%), leite longa vida (9,34%), óleo de soja (8,99%), frutas (6,39%) e pão francês (2,97%). A refeição fora de casa subiu 0,65%.

Oito dos nove grupos tiveram alta de preços: além de transportes e alimentos, vestuário (1,82%), habitação (1,15%), saúde e cuidados pessoais (0,88%), despesas pessoais (0,59%), artigos de residência (0,57%) e educação (0,15%) também sofreram elevação. O único com queda foi o segmento de comunicação, registrando taxa de -0,05%.

Redação MarketUP | Fonte: Agência Brasil

Pequenos negócios geram mais de 220 mil empregos em fevereiro

As micro e pequenas empresas foram responsáveis por 220.066 novos postos de trabalho no segundo mês de 2022. O número equivale a cerca de 67% do volume total, que inclui empreendimentos de todos os portes. Os dados são de levantamento feito pelo Sebrae com base em dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados hoje, dia 7 de abril.

Dentre os setores da economia, o de serviços foi o que mais contratou entre os pequenos negócios, somando 134.024 novos empregos. Na sequência, vem a construção civil, segmento que registrou a abertura de 31.517 novos postos de trabalho.

Os micro e pequenos empreendimentos do Centro-Oeste foram os que obtiveram o melhor desempenho, abrindo 27 mil novos empregos a cada mil já existentes. A região Norte vem em seguida, com 20 mil contratações. Já a região Sul fechou o mês com 17 mil contratações. O Sudeste e o Nordeste, respectivamente, garantiram 14 mil e 12 mil novos postos de trabalho.

Segundo o levantamento do Sebrae, no acumulado de 2022, os pequenos negócios criaram 304.525 novas vagas, o que equivale a 63,5% de todo o volume de empregos gerados este ano.

Apesar do desempenho no mês de fevereiro, os dados do Caged apontam que, no acumulado dos dois primeiros meses de 2021, os micro e pequenos negócios detinham 82,1% do volume de novas vagas. O resultado caiu em 2022, quando registraram um índice de 68,7% no volume de novos postos de trabalho.

Redação MarketUP | Fonte: Agência Brasil

Receita prorroga prazo de entrega da declaração do IR para 31 de maio

O prazo final para entrega da declaração anual do imposto de renda (IR) foi prorrogado para dia 31 de maio. A nova data foi divulgada ontem (5 de abril). Segundo a Receita Federal, o objetivo é diminuir eventuais efeitos da pandemia de covid-19 que possam dificultar o preenchimento e envio das declarações, já que alguns órgãos e empresas ainda não estão com seus serviços de atendimento totalmente normalizados.

Até o final de março, a Receita contabilizava quase 6 milhões de declarações de Imposto de Renda de Pessoa Física (IPRF) entregues. A expectativa é de que 34,1 milhões de documentos sejam enviados até o final do prazo. Todos os cidadãos que tiveram, em 2021, rendimentos tributáveis com valor acima de R$28.559,70 devem enviá-lo.

O cronograma para a restituição dos lotes aos contribuintes permanece o mesmo. O primeiro está previsto para 31 de maio, os segundo e terceiro lotes para os dias 30 de junho e de julho, o quarto lote para 31 de agosto e o quinto para 30 de setembro.

O auxílio emergencial, pago pelo governo para amenizar prejuízos causados pela pandemia do novo coronavírus, é considerado tributável. Assim, se a pessoa recebeu, além do salário, o auxílio emergencial e, somando esses rendimentos tributáveis, ultrapassar o limite de R$28,5 mil, ela estará obrigada a apresentar declaração de IR.

No caso de rendimentos considerados isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, quem recebeu valor superior a R$40 mil é obrigado a declarar.

Também devem enviar o documento aqueles que, no dia 31 de dezembro de 2021, possuíam propriedade de bens ou direitos com valor acima de R$300 mil e aqueles que, na atividade rural, receberam rendimentos tributáveis com valor acima de R$142.798,50.

Redação MarketUP | Fonte: Agência Brasil