e-commerce no brasil cai em abril Empreendedorismo
19
maio

Veja as principais tendências para o seu e-commerce no Brasil, segundo relatório

Foi publicado em maio de 2022 o relatório especializado sobre os setores de e-commerce no Brasil. O levantamento foi realizado pela plataforma Conversion ao analisar o tráfego dos 765 maiores sites do Brasil. Os dados são referentes ao mês de abril de 2022.


Além da parte sobre os setores de e-commerce, o relatório também aponta a relação do público brasileiro com os marketplaces, passando pela preferência dos usuários. Nós, da MarketUP, separamos as principais novidades e os insights que você pode levar para a sua empresa, independentemente do setor em que atua.


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As principais tendências de e-commerce no Brasil


No ponto de vista geral, os sites de e-commerce tiveram uma queda de 6,1% no número de acessos, em comparação ao período do mês de março, totalizando 1,62 bilhão de acessos.


Mesmo com a queda, os números mostram um mercado competitivo e que está aquecido em alguns setores, principalmente nos marketplaces. Para quem não tem familiaridade com o assunto, os marketplaces são portais que abrem espaço em seu site para lojas e vendedores parceiros anunciarem seus respectivos produtos.

Os mais famosos aqui no Brasil são gigantes do comércio como a Magalu, o Mercado Livre e a Amazon. Eles são uma boa alternativa para lojas online de menor alcance atraírem novos públicos e otimizar as vendas.


No relatório, os 10 principais marketplaces no Brasil são, respectivamente:


  • Mercado Livre, com mais de 200 milhões de acessos;
  • Americanas, com mais de 90 milhões;
  • Amazon Brasil, com mais de 85 milhões;
  • Magalu, com mais de 77 milhões;
  • Shopee, com mais de 68 milhões;
  • Aliexpress, com mais de 55 milhões;
  • Casas Bahia, com mais de 51 milhões;
  • Netshoes, com mais de 30 milhões;
  • 123 milhas, com mais de 24 milhões; e
  • Samsung, com mais de 22 milhões.

Tráfego de e-commerce na internet


Para quem tem o seu próprio site e quer atrair mais público, também há dados que podem ser relevantes para o seu negócio. Uma tendência que vem se aprimorando nos últimos anos e que continua é mesclar o tráfego pago (quando você paga para aparecer bem ranqueado) e o tráfego orgânico (quando a pessoa entra no site de maneira “natural”).


Em abril de 2022, as participações das visitas ao site mostraram que a maioria das visitas provêm de acessos diretos — que são quando a pessoa já digita o endereço do site, sem usar nenhuma ferramenta de pesquisa —, representando 44,5%.


Seguidamente vem a busca orgânica e a busca paga, com 26,6% e 18,9%, respectivamente. E sabe o porquê essas buscas são as mais importantes para medir a atratividade do site/e-commerce? Porque são através delas que dá para se ter uma noção do quanto o conteúdo da sua empresa é relevante para o usuário, o quanto ele navega entre as abas ou até, nos mais otimistas dos casos, efetuar uma compra.


Quando a busca é direta, esse cliente já é fidelizado. O que quase todas as empresas procuram é justamente atrair os novos clientes, e para tal, entra a mescla entre o tráfego pago e orgânico.


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Setores de e-commerce


Apesar da queda de 6% do volume de tráfego (o que pode ser facilmente associada à inflação ou a fatores econômicos), alguns setores tiveram alta na procura e mostraram que podem ser explorados. Os setores de “Comidas e Bebidas” e “Calçados” tiveram alta de 3,5% e 4%, respectivamente.


Para quem for desse setor, é um bom momento para propor ações ou eventos para conseguir impulsionar as vendas, surfando na alta desses segmentos.  A chegada do frio é um bom exemplo para mostrar o aumento da procura por calçados, como também no setor têxtil.


Por outro lado, os setores que mais apresentaram quedas foram o de “Presentes”, “Eletroeletrônicos” e “Ferramentas”, muito impulsionados também pela alta dos preços, o que coloca esses setores em cheque.


Uma alternativa viável para conseguir driblar a queda é ter queimas de estoque, promoções ou ações com os clientes para fazer vendas, desde testar novas formas de pagamento ou até um parcelamento maior.


Concluindo…


O mercado de e-commerce está mais que consolidado no Brasil e tende a ganhar ainda mais espaço no mercado. Não estar onde o público está é um erro grave, principalmente para um ambiente tão competitivo. 


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Autor:

Marcello Sapio