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A força do empreendedorismo feminino no Brasil

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A força do empreendedorismo feminino no Brasil

As mulheres vêm lutando há muitos anos para garantir seus direitos e condições mais igualitárias na sociedade. E muito já se foi alcançado em relação a isso como, por exemplo, direito ao voto, Lei Maria da Penha, posição no mercado de trabalho.

Porém, ainda precisamos evoluir bastante para estarmos em um mundo ideal. 

Há pouco mais de 50 anos, as mulheres casadas precisavam de autorização do marido para trabalhar. Hoje, conseguimos ter mulheres conquistando o seu espaço, empreendendo e se tornando donas do próprio negócio.

Mas, apesar da mulher estar ganhando força no mercado de trabalho, ainda há muito o que mudar. Existe, uma discrepância muito grande em relação às funções e salários, entre o público feminino e masculino.

Apesar das mulheres desempenharem os mesmos cargos que os homens, elas ainda recebem salários 50% menor que eles.

E segundo uma projeção feita pelo Fórum Econômico Mundial, só terá uma igualdade social no Brasil em aproximadamente 100 anos.

Mesmo que ainda haja desigualdades no empreendedorismo feminino, o cenário está se transformando e as mulheres estão conseguindo seu espaço no âmbito profissional.

Vamos entender mais sobre o empreendedorismo feminino a seguir.

AS MULHERES NO MERCADO

Primeiramente, o empreendedorismo feminino pode ser considerado como qualquer ação empreendedora, que seja realizada por mulheres. 

Estamos enganados quando pensamos que ser donos de negócios remete-se a grandes empresas ou grandes projetos.

O empreendedorismo vai muito além disso. Mais do que ter apenas o próprio negócio e lucrar com ele, o empreendedorismo feminino contribui para o empoderamento e para aumentar a visibilidade das mulheres.

A mulher que faz salgados e bolos, por encomenda, pode ser chamada de empreendedora. Aquela que possui uma loja online, também! Assim como, as que abrem grandes negócios.

Geralmente as mulheres empreendem por necessidade, de acordo com dados do Sebrae. A vontade de ter a sua independência financeira e ter outras fontes de renda, são os principais indicadores para as mulheres empreendedoras.

Ainda, segundo informações da instituição, no Brasil existem 24 milhões de mulheres donas de empresas, em comparação a 28 milhões de homens.

E, embora a média de mulheres empreendedoras seja de 43 anos (ainda de acordo com o Sebrae), há espaço para todas as idades.

Apesar de percebemos que surgiram avanços e conquistas da mulher no empreendedorismo, ainda existem muitos desafios a serem vencidos. 

Um deles é o preconceito. Pois, antigamente acreditava-se que o  papel da mulher era exclusivamente para cuidar da casa e dos filhos. E, em razão disso, ela não era considerada para executar outra tarefa. Porém, com o passar do tempo, essa situação foi se transformando e as mulheres conquistaram seu espaço em outros cenários.

Hoje elas estudam, estão no mercado de trabalho, chegaram a cargos de liderança e  ainda conseguem ser donas do próprio negócio.

4 Principais características das mulheres empreendedoras

Diversas pesquisas têm indicado que o empreendedorismo feminino vem crescendo devido ao simples fato das mulheres possuírem características naturais que as favorecem neste segmento. Entre elas estão:

  1. As mulheres tendem a prestar mais atenção em detalhes e esta característica melhora o desempenho na gestão da empresa;

  2. Outro ponto importante é que as mulheres investem mais em capacitação. Segundo dados de pesquisas, a proporção de mulheres empreendedoras com Ensino Médio é duas vezes maior que a de homens;
  3. Outro fator importante para as mulheres empreendedoras, é que na grande maioria, elas costumam ser mais atenciosas e cuidadosas com os clientes. Com isso, cria-se um cenário propício à fidelização dos mesmos, fortalecendo o negócio com uma base sólida e duradoura de consumidores;

  4. As mulheres tendem a conciliar melhor suas atividades profissionais com as atividades pessoais. Essa característica dá mais estabilidade ao negócio, pois os problemas pessoais não têm tanto impacto sobre o dia a dia da empresa.

 

POR: Tainá Almeida

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