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#10-MUPCAST | EDIÇÃO ESPECIAL | SEGUROS EMPRESARIAIS

Neste episódio do MUPcast vamos falar sobre a importância de proteger o seu negócio durante a pandemia com seguros empresariais. Convidamos a diretora de Seguros Gerais da MAPFRE, Patricia Siequeroli, para falar um pouco mais sobre o assunto. Confira!

Especial Ser Empreendedor – A força da capacitação

A capacitação de uma empresa é uma boa maneira de ajudar o empreendedor a ter o que sempre deseja: menos custos e mais produção

De fato, o mundo do empreendedorismo tem uma linguagem própria. Capacitar, por exemplo, é mais uma das palavras do meio que está cada vez mais em alta. Toda empresa quer sempre estar pronta, dispondo então dos atributos técnicos e dos recursos humanos para realizar bem seu trabalho. Assim, as empresas, para atuar no nível pretendido, precisam investir em dois níveis: tecnologia e capacitação de pessoas, sendo que esses dois níveis se cruzam – a tecnologia avançada requer funcionários preparados para trabalhar com ela.

Na parte tecnológica, e especificamente na informática, tão fundamental para todos os ramos de atuação, a empresa tem que ter as ferramentas compatíveis com o seu negócio – e todas atualizadas, evitando adversidades inesperadas. E entre os funcionários é necessário promover cursos e treinamentos. O empreendedor só tem a ganhar ao capacitar sua empresa, uma vez que a capacitação propiciará resultados que todo dono de negócio gosta de ter:

• Redução de custos.
• Diminuição na rotatividade de pessoal – e com retenção de talentos.
• Melhor interação no trabalho – e com maior foco nos objetivos.
• Mais competitividade.
• Maior produção.

Não, não só as grandes empresas podem se valer desse processo. As menores também. Afinal cada empresa vai ter a sua própria maneira de se capacitar – alinhando-se às suas metas e tamanho. E além disso há uma série de cursos de capacitação virtuais, com custo menor e, em certos casos até mesmo nenhum custo para o empreendedor.

Eis a seguir algumas dicas para as empresas de menor porte:

• O próprio empreendedor tem de se aperfeiçoar periodicamente. Como líder, passará o exemplo para a equipe.
• E ele também deve transmitir o conhecimento a todos – ou aos gerentes, para que o retransmitam.
• Incentive o aprendizado.
• Aposte na inovação.
• Valorize os resultados obtidos pela equipe após a capacitação.

Capacitar funcionários e tecnologia, então, não deve mesmo ser visto como gasto e sim como investimento.

E mais. De uma certa forma, a capacitação vai servir como uma espécie de seleção natural de funcionários – os melhores são os que se entregam com mais empenho ao processo, reconhecendo o esforço da empresa para aprimorar o seu serviço. E tendo os melhores funcionários na equipe a chance de a empresa ser ainda melhor aumenta muito.

DICAS OFFICE 365 PREMIUM

O Office 365 Premium da Microsoft traz recursos para você estar ainda mais próximo dos seus funcionários na hora de capacitá-los – eles auxiliam todo empreendedor a manter uma comunicação efetiva, e um fluxo de trabalho ágil e organizado. Alguns exemplos:

Teams – Cria um espaço compartilhado de trabalho em que todos podem se manter informados ao mesmo tempo. Ele reúne chats, conteúdo e ferramentas.

SharePoint – Gerencia projetos de forma online, auxilia o trabalho em equipe e sincroniza documentos em tempo real.

Planner – Ajuda a gerenciar as atividades entre seus funcionários. Você cria, delega e controla as tarefas.

Skype – Faça videochamadas para seus funcionários, e economize tempo e dinheiro com deslocamentos.

Você pode isto e muito mais com o Office 365 Premium da Microsoft.

Compre agora o Office 365 Premium da Microsoft – sua equipe vai trabalhar com o que há de melhor em tecnologia.

Seis dicas para implantar uma gestão estratégica em seu negócio

Fonte: Thinkstock

Você já deve ter ouvido falar de gestão estratégica. O conceito, um dos mais utilizados atualmente dentro do universo da administração de empresas, se refere ao conjunto de medidas tomadas em prol de que se executem ações estratégicas em todas as áreas de um negócio. Segundo Juliane Yamaoka, consultora de negócios da Efix Ltda., o elemento central deste modelo de gestão é a possibilidade de se criar caminhos para um empreendimento. “O ponto principal da estratégia é criar um direcionamento e um caminho para a execução deste direcionamento”, comenta Juliane.

A gestão estratégica pode ser utilizada em qualquer tipo de negócio, independente do porte ou do tempo no mercado. O que importa neste modelo é o interesse na criação de estratégias, para que o gestor possa tomar decisões em todos os campos da empresa. E com o intuito de auxiliá-lo a formular uma gestão estratégica que se adeque ao seu perfil empresarial, a consultora Juliane Yamaoka separou seis dicas que podem favorecer um crescimento integrado e equilibrado de seu empreendimento. Acompanhe:

  1. Formule as estratégias

O primeiro passo é conhecer seu mercado, seus clientes, o produto, o ambiente interno, externo e também os pontos fracos e fortes. A partir dai é possível criar alguns conceitos que como missão, valores, visão estratégica, análise externa e planejar o futuro da empresa.

  1. Saiba direcioná-las

É preciso agora definir em qual direção a empresa deve seguir, definir quem são os clientes, para quem vender e o que vender. Além disso, é importante distinguir o que é importante para a empresa, o que ela tem a oferecer e qual segmento de mercado pretende atuar.

  1. Defina como gerenciar

O próximo passo é criar os objetivos, metas e indicadores. É importante definir o que será implantado na empresa, saber qual a meta que pretende alcançar e quais são as ações oferecidas para perceber que a meta foi batida e o objetivo conquistado.

  1. Alinhe sua empresa

Neste processo é preciso direcionar a visão da empresa para um nível mais tático que envolva um projeto e ação. E para definir esse projeto exige um pouco mais de prática e execução. Para isso, é importante alinhar todos os líderes, além é claro de incluir todos os funcionários da empresa.

  1. Comece a executar

A estratégia agora passa a ser executada no dia a dia. Neste processo, a empresa deve dar todo o direcionamento aos seus funcionários para alcançar o êxito. É importante fazer um relatório para medir a produtividade da equipe. Isso pode auxiliar o gestor a verificar se os objetivos estão sendo alcançados.

  1. Faça revisão

Este é o momento de analisar as mudanças do mercado e se for preciso, adequar-se a elas. Além disso, este processo serve para a empresa definir também se as estratégias podem voltar para formulação ou continuar sendo gerenciadas, mudando apenas os objetivos com novos indicadores ou recursos financeiros.

ERP MarketUP: uma ferramenta essencial na hora de gerir estrategicamente seu negócio

Um ERP completo e eficaz é uma ferramenta bastante útil na hora de elaborar estratégias para a gestão de seu negócio. Imagine um sistema capaz de integrar e gerir todas as áreas de sua empresa – estoque, clientes, financeiro, fiscal, frentes de caixa – em uma plataforma única, a qual você poderá acessar através de seu Tablet ou computador pessoal. Toda essa praticidade lhe dará um controle muito maior de seu negócio, além de uma visão ampla que lhe será útil na hora de tomar decisões, elaborar estratégias e criar planos de crescimento. Essa é a proposta do ERP MarketUP. Somos parceiros das micro, pequenas e médias empresas brasileiras, e, por esse motivo, nosso sistema é inteiramente gratuito! Para auxiliá-lo na gestão de seu negócio, contamos com a parceria de grandes empresas e instituições como: Sebrae, Positivo, Buscapé e Microsoft. Conheça melhor nosso ERP e comece a utilizá-lo ainda hoje em sua empresa através do link: http://marketup.com/

Por: Redação MarketUP

Fonte: Juliane Yamaoka

Por que algumas empresas insistem em “correr atrás do prejuízo”?

Fonte: Thinkstock
Boa parte dos nossos líderes empresários e gestores insistem em administrar os negócios como arte e não como ciência. Enxergam os resultados dos processos industriais ou dos serviços como únicos, a partir de uma percepção muito pessoal e cheia de emoção. A definição de ciência, num sentido mais amplo, refere-se ao conhecimento ou prática sistemática adquirida através de métodos científicos, princípios ou leis. A cultura de “apagar incêndios” ou “correr atrás do prejuízo” cria indisciplina administrativa e despadronização dos processos, gerando, por sua vez, mais defeitos e mais retrabalhos, sempre com mais urgência e menos planejamento. É assim que se cria um círculo vicioso. Nesse tipo de ambiente não há espaço para métodos científicos e aquisição de conhecimento.
Existem técnicas e ferramentas para melhoria dos processos e, consequentemente, de competitividade que foram exaustivamente testadas e aprovadas nos últimos 30 ou 40 anos. São recursos que impuseram um novo nível de qualidade a produtos e serviços no mercado internacional. Muitos devem se lembrar da investida que a indústria automotiva japonesa fez no maior e mais competitivo mercado do planeta, com produtos de alta qualidade e baixo preço. Não foi à custa de percepção e emoção. Obviamente, houve um esforço coordenado de reconstrução da indústria por parte de órgãos oficiais. Mas, também, foi à custa de muito planejamento, método e capacitação dos colaboradores em ferramentas da qualidade simples e efetivas que as empresas japonesas conseguiram se impor. Com uma força de trabalho capacitada em métodos e técnicas de trabalho, e acreditando nos colaboradores, fica mais fácil melhorar todos os processos produtivos simultaneamente e melhorar a qualidade dos produtos e serviços. Ou seja, todo o negócio ganha um upgrade.
O conjunto de métodos e ferramentas que conseguiu erguer a indústria japonesa no pós-guerra recebeu o nome de Lean Manufacturing (produção enxuta) ou Lean Thinking (pensamento enxuto). Era quase uma filosofia de trabalho, que foi sendo adotada por grandes empresas no mundo todo, com bons resultados. Posteriormente, o mundo industrial e de negócios ganhou outra ferramenta de melhoria de processos: o Six Sigma. Tirando proveito de conceitos de controle estatístico dos processos criados nos anos 30, só que com outra roupagem, essa ferramenta ataca a variabilidade dos processos de forma estatística. Além disso, utiliza de forma bastante intensa a “voz do cliente” como base para medir a eficiência dos processos industriais e de serviços. Mais uma vez, empresas do mundo todo passaram a aplicar essa ferramenta corporativamente, com bom retorno. Com a disseminação dessas ferramentas em grandes empresas, seus fornecedores foram igualmente convencidos a adotá-las para entregar produtos de melhor qualidade, com menor variabilidade e menor custo.
Diante desse quadro, uma dúvida: por que ainda existem empresas que relutam em adotar técnicas e ferramentas científicas? É correta a justificativa de que o ambiente de negócios no Brasil é singular e dificulta a administração cientifica. Igualmente é correto alegar que as pequenas empresas sofrem com excesso de impostos e falta de recursos financeiros. Ainda assim, é possível aplicar algumas ferramentas e métodos científicos com a finalidade de melhorar a produtividade, reduzir a ocorrência de erros e defeitos, aumentando, consequentemente, a satisfação dos clientes.
Muitas empresas podem ter falhado na implementação das ferramentas por acharem que deveriam implantar todas ao mesmo tempo, nos moldes de programas de qualidade e produtividade das grandes organizações. Também pode ter havido falta de acompanhamento e cobrança por parte dos líderes na sua utilização. Mas é fato que as ferramentas de qualidade e produtividade podem sim ser implantadas individualmente – de preferência, começando pelas mais simples e mais efetivas na organização dos postos de trabalho, ou por aquelas que trarão disciplina na análise de problemas de uma maneira geral.
Uma dessas ferramentas de análise é tão simples como perguntar varias vezes “por que” um evento ocorreu, imitando a incansável curiosidade infantil, em busca de porquês que nem sempre os pais têm como justificar. Trata-se dos “5W”, ou “5 Whys”. Além de ajudar na identificação de causas raiz dos problemas industriais ou de serviços, essa ferramenta cria uma disciplina mental, ajudando no processo analítico e na tomada de decisão em qualquer área ou processo da empresa. A falta de método na resolução de problemas leva a ações incorretas que muitas vezes atacam o efeito e não a causa, fazendo com que o problema não seja resolvido. Daí a importância de se esgotar todos os porquês antes de tomar medidas corretivas. Vale lembrar que esse método não busca culpar pessoas, mas encontrar falhas no processo.
Outra ferramenta é tão simples como fazer uma boa limpeza e arrumação em nossos armários, jogando fora tudo o que não se usa e deixando à mostra as coisas que precisamos no dia a dia. Neste caso, falamos do “5S”, que representa cinco palavras no idioma japonês: Seiri (Utilização); Seiton (Organização); Seiso (Limpeza); Seiketsu (Padronização); Shitsuke (Autodisciplina). De novo, é uma ferramenta aplicada por uma equipe na sequência indicada. Por exemplo, não se passa para a fase de limpeza antes de deixar tudo organizado, bem como não se organiza antes de fazer a seleção do que presta e do que não presta – o que acaba criando na equipe o senso de disciplina, além de melhorar as condições de trabalho. Com o ambiente limpo e organizado, fica mais fácil identificar falhas, vazamentos ou matérias primas erradas. Além disso, outros ganhos englobam redução de perda de tempo, redução de despesas, melhor aproveitamento de espaços e redução de acidentes de trabalho.
Já que não conseguimos conhecer bem algo que não podemos medir ou expressar em números, lançamos mão de outro conceito. Afinal, como saber se os nossos investimentos estão sendo valorizados? Só através de números – dos índices da bolsa de valores ou dos fundos de investimento. Mais um exemplo: como os médicos podem dizer se estamos bem de saúde? Só através de medidas da pressão arterial, dos batimentos cardíacos e exames clínicos, entre outros. São números que, quando comparados a medidas-padrão, indicam boa saúde (benchmark). Na produção ou prestação de serviços ocorre o mesmo. A coleta de dados sobre o processo – e plotagem num gráfico ao longo do tempo – mostra como ele está em relação aos limites preestabelecidos. Com isso, o operador terá completa consciência do rendimento do processo, podendo alertar para variações especiais. Essa ferramenta tem o nome de CEP (Controle Estatístico do Processo) – e nos ajuda fazer o monitoramento sem produzir erros ou defeitos. Dependendo da sua aplicação, será uma ferramenta simples ou complexa.
Independentemente do tamanho ou da natureza dos problemas de uma empresa, todas as ferramentas citadas acima e muitas outras estão disponíveis – aguardando apenas que um gestor mais determinado se disponha a conhecer o que elas podem fazer para que ele nunca mais se encontre “correndo atrás do prejuízo” e muito menos “apagando incêndios”.
Por: Enio Feijó – especialista em melhoria contínua, consultor e professor da FGV e FEI