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Case de Sucesso: Netflix, de locadora a maior streaming do mundo

Conheça a história dos fundadores na Netflix, fundada em 1997, para torná-la o serviço de streaming que conhecemos hoje

Ao contrário do que muita gente pode pensar, a Netflix não é uma empresa tão nova no mercado. Afinal, antes de mudar a forma como consumimos conteúdo na Internet, a Netflix era uma simples locadora. 

Fundada em 1997 por Reed Hastings e Marc Randolph, a empresa possibilitava alugar filmes sem precisar sair de casa. Porém, tudo mudou quando a Internet se popularizou e apresentou uma nova oportunidade de crescimento.

Neste artigo, vamos apresentar um pouco mais sobre o caminho para o sucesso trilhado pela Netflix. Vamos lá?

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O COMEÇO DA NETFLIX

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Ao contrário do que muitos pensam, a Netflix já está há 20 anos no mercado, mas o formato de trabalho foi se modificando com o passar dos anos. A empresa foi originalmente fundada apenas como um serviço online de locação de filmes. 

Um ano após a criação da empresa, em 1998, a Amazon tentou comprar a Netflix pelo valor e 12 milhões de dólares. A negociação, porém, não deu em nada e hoje as duas empresas são as principais concorrentes atuais no streaming.

Um ano depois, eles lançaram o site Netflix por meio do qual era possível solicitar DVDs que chegavam por correio à residência das pessoas. O usuário poderia acessar o site, encomendar filmes e os DVDs eram entregues pelo correio. O pagamento era feito por cada título alugado. Uma espécie de delivery

Com o passar dos anos e sempre evoluindo junto com o mercado, a empresa em 1999 apostou em serviço de assinatura mensal, ou seja, o cliente podia fazer a locação ilimitada de DVDs, à medida que devolvia os títulos pelo correio, a empresa enviava outros.

Percebendo o potencial de sua ideia, a dupla de empreendedores tentou vendê-la para a rede de locadoras Blockbuster. No entanto, os executivos da Blockbuster não acreditaram na ideia. Dez anos depois, a Blockbuster declararia falência, enquanto a Netflix despontava como uma das empresas de maior sucesso mundial.

NETFLIX NO CAMINHO DO SUCESSO

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Em 2007, o modelo de streaming começou a ser utilizado em conjunto com aluguel de DVDs. Na época, os assinantes de um plano de US$ 16,99, por exemplo, poderiam assistir a até 17 horas de vídeo. 

Seis meses depois, as visualizações de seriados e filmes pela plataforma online da empresa chegaram à marca de 10 milhões. Mas, em 2011, a Netflix resolveu ser totalmente online e por streaming.

A produção de conteúdo original para o serviço de streaming teve início em 2013, com a estreia do seriado House of Cards. O sucesso foi tão grande que no mesmo ano a empresa lançou outras duas séries: Hemlock Grove e Orange is the New Black. 

House of Cards venceu o Emmy de Melhor Direção em Série Dramática, em 2013. A série tornou-se a primeira websérie a ganhar um troféu na maior premiação da televisão dos EUA.

No início de 2016, a Netflix conquistou a marca de 75 milhões de assinantes e chegou a quase todos os países. Com exceção de China, Coreia do Norte, Crimeia (região da Ucrânia) e Síria. Isso acontece devido às restrições impostas pelo governo dos EUA a empresas norte-americanas. 

Hoje, o serviço está presente em mais de 190 os países.

Por: Luis Carvalho

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Case de Sucesso: a história de como Coronel Sanders criou o KFC

Quem vê a imagem do bom velhinho sorridente ao lado das letras KFC não imagina como sua história é interessante. Afinal, diferentemente de outras redes de alimentação, quem ilustra seu logotipo não é um personagem imaginário qualquer, mas seu fundador. Ou seja, o próprio Harland David Sanders, ou apenas Coronel Sanders, como ficou conhecido o criador do Kentucky Fried Chicken. Ou, KFC.

Mas o caminho de Coronel Sanders até criar a rede de franquias mundialmente famosa não foi nem um pouco simples. Aliás, muito antes de ser Coronel, Harland Sanders foi apenas outro sonhador com contas a pagar e família para ajudar. E, assim como tantos outros nessa situação, Sanders passou por altos e baixos antes de alcançar o sucesso desejado. E esse sucesso só começou a vir aos 62 anos.

Neste texto, contaremos como foi a jornada para criação e expansão do KFC. Então, continue a leitura para conhecer essa história e saber porquê você deveria admirar o Coronel Sanders, além dos frangos deliciosos.

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INFÂNCIA DE RESPONSABILIDADE

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Nascido em 9 de setembro de 1890, em Henryville, Indiana, Harland Sanders veio de uma família bastante modesta e religiosa. Seus pais eram Wilbur David e Margaret Ann Sanders. Wilbur trabalhava numa fazenda para sustentar a família. Porém, depois de quebrar uma perna, o pai de Harland precisou trabalhar como açougueiro para sustentar os três filhos. 

No entanto, a vida da família sofreu uma reviravolta quando Wilbur morreu inesperadamente. Harland tinha apenas cinco anos de idade. Mas, como era o filho mais velho, precisou cuidar dos irmãos enquanto a mãe trabalhava. Tanto que, aos 7 anos, já era o menino que preparava as refeições da família, como pães e carnes. No entanto, isso ainda não era suficiente: aos 10 anos, precisou arranjar trabalho numa fazenda para pode ajudar a mãe. 

Tudo parecia que ia melhorar quando Margaret se casou novamente. Mas os constantes atritos com o padrasto e a dificuldade na escola fizeram com que Harland abandonasse os estudos. E, aos 13 anos, recebeu permissão para morar com seu tio em New Albany. 

A BUSCA POR UMA VIDA MELHOR

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No novo lar, o futuro Coronel Sanders conseguiu um emprego como condutor na empresa de carros de seu tio. Nesse período, em busca de experiências, o jovem também falsificou documentos para servir ao exército dos Estados Unidos. Depois de um ano, teve dispensa honrosa e voltou a morar com o tio, que havia se mudado para Alabama. 

À partir daí, trabalhou em vários empregos: foi ajudante de ferreiro, limpador de cinzas e bombeiro de motores a vapor. Com a experiência adquirida, passou também a procurar empregos melhores, até que conseguiu um na empresa Norfolk and Western Railway. Durante o dia, Harland trabalhava na empresa ferroviária e, à noite, estudava Direito por correspondência. Foi nessa rotina que o jovem conheceu Josephine KIng, que tornou-se sua esposa e mãe de seus três filhos. 

Em busca de um salário melhor, mudou-se para Illinois, mas um desentendimento com um colega causou sua demissão. Sem emprego, separou-se da esposa e voltou a estudar Direito, e até conseguiu concluir o curso e trabalhar na área. Porém, a carreira nova também não durou. Assim, Harland voltou a morar com sua mãe e trabalhar na ferrovia da cidade onde sua família vivia.

O INÍCIO COMO EMPREENDEDOR

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Insatisfeito profissionalmente, Harland começou a pensar como podia empreender para mudar sua situação atual. Sua primeira ideia foi criar uma companhia de travessia por água. Mas, como ainda tinha pouco dinheiro, ele precisou buscar financiamento para seu projeto, o que o deixaria como acionista minoritário. A ideia fez tanto sucesso que dois anos depois rendeu a Harland um cargo na Câmara do Comércio de Indiana. 

Porém, ainda insatisfeito, o empreendedor vendeu sua companhia e usou o dinheiro para investir em outra ideia: lâmpadas de acetileno. Desta vez, no entanto, o negócio faliu rapidamente com a chegada das lâmpadas elétricas. Já aos 40 anos, Harland recebeu um convite da Shell Oil Company para gerir seu próprio restaurante em Kentucky. A única condição seria que o empresário entregasse uma porcentagem das vendas à empresa. 

SUCESSO DA FRANQUIA DO KFC

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O sucesso do negócio, que vendia refeições à base de frango e outras carnes, enfureceu um concorrente da mesma cidade. Num ataque de fúria, o empresário, irritado, atirou contra o restaurante rival, e matou um funcionário do local. Com sua prisão, Harland teve caminho livre para que seu restaurante se tornasse o mais famoso de Kentucky. Com o tempo, foi aperfeiçoando a receita secreta que usava para preparar frangos em seu restaurante. Ele a batiza de Kentucky Fried Chicken (Frango Frito de Kentucky), ou, simplesmente, KFC.

Em 1952, quando já estava com 62 anos, Coronel Sanders franqueou sua receita para um dos maiores restaurantes de Utah. A fama do frango atraía cada vez mais clientes ao estabelecimento e foi responsável por aumentar os lucros em 75%. Não demorou muito para que o investidor incluísse “KFC” ao nome de seu restaurante. E o sucesso atraiu cada vez mais interessados em franquear a receita secreta. Para cada frango vendido, 4 centavos de dólar deveriam ser pagos ao Coronel Sanders.

VENDA BILIONÁRIA E LEGADO

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Com o tempo, a franquia do KFC se expandiu para mais 600 locais. E Coronel Sanders, com seu 73 anos, percebeu que era hora de deixar sua criação voar mais alto ainda. Então, vendeu sua companhia por cerca de US$ 2 milhões, o que atualmente valeria cerca de US$ 14.5 milhões. No entanto, o fundador do KFC continuou a ser embaixador da marca até sua morte, em 1980, aos 90 anos.

A rede de franquias KFC não parou de crescer mesmo após a morte de seu principal representante mundo afora. Tanto que já são mais de 5 mil restaurantes espalhados por 120 países, o Brasil entre eles. Ou seja, são 14 milhões de clientes atendidos por dia. Além disso, estima-se que, para abrir uma franquia do KFC, o investidor deve desembolsar nada menos que R$ 1 milhão.

Por: Luis Carvalho

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Case de Sucesso: como Alexandre Costa criou a Cacau Show

No universo do empreendedorismo, não são raras as histórias de empresários que tiveram suas melhores ideias em momentos de desespero. E com o brasileiro Alexandre Tadeu da Costa, criador do império da Cacau Show, não foi diferente. 

Ainda muito jovem, aos 17 anos de idade, Alexandre decidiu reativar um antigo negócio de seus pais: vender chocolates. Com alguns poucos contatos que sua família ainda tinha, conseguiu seus primeiros clientes.

Mas em 1988 Alexandre teve seu primeiro grande desafio como empreendedor: uma encomenda de 2000 ovos de Páscoa de 50g. No entanto, o fornecedor do jovem não fabricava os ovos nessas especificações. Então, o que fazer?

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DA ADVERSIDADE SURGE A OPORTUNIDADE

No desespero, quase desistindo, Alexandre recorreu à ajuda de uma pessoa que seria fundamental para sua carreira empreendedora: Cleusa Trentin. Dona Cleusa fabricava ovos de Páscoa caseiros e aceitou ajudar o rapaz. 

Durante três dias exaustivos, Alexandre e Dona Cleusa trabalharam por 18 horas para dar conta da gigantesca encomenda. E conseguiram entregar o pedido inteiro dentro do prazo. Essa foi a primeira vitória na carreira empreendedora do jovem.

Ao final da “maratona”, Alexandre percebeu que a carência do mercado por chocolates caseiros poderia ser explorada. Então, com os US$ 500 lucrados, fez seu primeiro investimento na empresa que viria a se tornar a Cacau Show.

O PRIMEIRO GRANDE PASSO DA CACAU SHOW

Mas a pequena cozinha de 12m² de Dona Cleusa não daria conta de todo trabalho. Então, o jovem decidiu alocar seu negócio em uma sala da empresa dos pais. Em seu Fusca 78, ele levava os chocolates fabricados até padarias e supermercados.

Assim foi até 2001, quando a primeira loja da Cacau Show foi aberta em Piracicaba. E isso só aconteceu porque um distribuidor, por não ter espaço para guardar tantos chocolates, decidiu vendê-los em uma loja. A ideia pegou muito bem e se espalhou.

ONDE A CACAU SHOW QUER ESTAR AMANHÃ?

Mais de 30 anos depois daquela encomenda, a Cacau Show possui mais de 2000 lojas espalhadas por 26 estados brasileiros. Além disso, estima-se que mais de 30 milhões de chocolates são vendidos por ano para 53 milhões de clientes.

Para dar conta dessa demanda, a Cacau Show possui fábricas em Campos do Jordão, Curitiba, Itapevi e São Paulo. E é em Itapevi que fica a atual sede da empresa, com 55 mil m², que abriga 450 funcionários. 

Depois de ganhar vários prêmios internacionais, Alexandre tem como objetivo levar a Cacau Show para o resto do mundo. Há dois anos, a empresa estuda o mercado internacional com intenção de saber como apresentar a marca e sua história.

Por: Luis Carvalho

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Case de Sucesso: Robinson Shiba e a história do China in Box

Conheça a história de sucesso do criador da maior rede do segmento de delivery de comida oriental da América Latina

 

No cotidiano corrido em que vivemos, ter à disposição a opção de delivery facilita a vida de muita gente. Isso porque, sem a necessidade de buscar as coisas, temos mais tempo para outras tarefas essenciais do dia a dia. E foi pensando no delivery que o empresário Robinson Shiba decidiu investir em culinária chinesa para oferecer comida rápida. Nascia, então, o China in Box. Shiba, porém, não imaginava que sua idéia daria tão certo e que sua carreira profissional seria da maneira que é.

O empresário era estudante de Odontologia no Brasil quando viajou com amigos para os Estados Unidos. Ele pretendia ficar lá por pelo menos um ano para aprimorar seu inglês. Entretanto, enquanto estava lá, o jovem foi assaltado e perdeu todo o dinheiro que guardava. Após esse ocorrido, Shiba passou por problemas financeiros, mas não desistiu de estudar no país e continuar a sua experiência. Então, decidiu trabalhar.

Foi aí que começou a trabalhar na cozinha de alguns restaurantes como lavador de pratos e, mais tarde, entregador. A experiência despertou sua percepção para as vantagens de consumir comida pronta nos Estados Unidos. A partir daí, passou a avaliar essa situação como uma tendência para o Brasil, pois era uma iniciativa inovadora por aqui.

A IDEIA

Com um espírito empreendedor, Shiba passou a observar os modelos de fast food. Ele analisou quais seriam as melhorias para trazer algo arrojado e de sucesso ao Brasil. Ao retornar, pensou em adaptar um modelo para entregar comida chinesa em caixinhas. Antes, porém, passou mais quatro anos estudando e pesquisando maneiras de aprimorar o negócio. Só então abriu a primeira unidade do China in Box no bairro de Moema, na Zona Sul da capital paulista.

Um diferencial que o empresário trouxe foi cozinhas separadas da área de atendimento por um vidro. Dessa forma, os consumidores poderiam acompanhar o preparo e manuseio dos alimentos. Isso porque ele observou que nos Estados Unidos a falta de higiene era um dos maiores problemas nestes ambientes.

A ideia transformadora deu tão certo que o negócio em Moema logo recebeu pedidos para tornar-se uma rede de franquias. Anos depois, a empresa filiou-se à associação brasileira de franchising (ABF), dando início ao sistema de franquias. Mais tarde, Shiba tornou-se sócio do Gendai, um restaurante japonês, que também passou a abrir unidades em vários estados brasileiros.

Décadas depois de lavar pratos nos EUA, Shiba tornou-se dono da maior rede de fast food chinês da América Latina. Ele possui hoje 160 lojas franqueadas, e sua marca está presente em mais de 70 cidades, distribuídas por 22 estados.

POR: Luis Carvalho

 

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Case de sucesso: empreendedor do Waze

Veja as dicas que o empreendedor do aplicativo de navegação pode trazer aos empreendedores brasileiros

Uri Levine empreendedor israelense é um dos três fundadores da startup que livra mais de 50 milhões de pessoas do trânsito. Porém a ideia original para a criação do Waze surgiu de Ehud Shabtai, que é o diretor-chefe de tecnologia do aplicativo.
A sua ideia foi criar um aplicativo no GPS, próprio de computadores de mão, que fosse atualizando a situação do trânsito, conforme o motorista fosse avançando.

 Mas Uri afim de aprimorar mais a ideia propôs que ao invés de desenvolver aplicativos para computadores de bordo investir em apps para smartphones. Além disso, o empreendedor também deu a ideia que o aplicativo mostrasse as atualizações de trânsito em tempo real.

Como qualquer início de empreendimento, a situação não foi fácil e os empreendedores passaram por muitas dificuldades, como por exemplo, a baixa quantidade de usuários.

E a lógica do Waze funcionar é que muitos usuários utilizem o app para que eles abasteçam os dados em tempo real de trânsito, como radares, acidentes entre outros.

Em 2013, o aplicativo de navegação Waze foi vendido ao Google por US$ 1,1 bilhão, Uri Levine pegou o dinheiro ganhado pela venda para investir em outras startups e os outros dois fundadores tornaram-se empregados da Google.

Empreendedorismo para Uri Levine

Empreendedor nato o israelense ao contrário dos outros fundadores resolveu continuar investindo em startups no Brasil.  Além do grande sucesso do Waze, seu nome é atrelado a outras grandes ideias como:

Moovit

Aplicativo líder de transporte público no mundo. Com ele é possível saber tudo em relação a locomoção pela cidade seja de ônibus, trem, metrô e mesmo bicicleta ou a pé. É um guia prático e eficaz sobre como ir do ponto A ao ponto B.

Feex

Uma empresa de consultoria financeira nos Estados Unidos que ajuda os norte-americanos a pagarem menos impostos.

Zeek

Empresa de porte pequena que traz uma ideia inovadora. Se você ganha um cartão-presente, cupom de desconto e não quer fiar e usufruir do benefício, consegue ir no site do Zeek e colocar à venda ou até mesmo trocar por condições que sejam melhores para você.

FairFly

Pensando nos preços aéreos. O empreendedor criou a companhia para trazer transparência ao mercado de passagens aéreas. Por meio de um algoritmo especial, é possível controlar os preços de passagens aéreas.

Como pode te ajudar? Supor que você compre uma passagem. É só registrar no site, se aparecer valor inferior, na mesma ou em outra companhia, a FairFly avisa e você pode cancelar a compra inicial. E o melhor: comprar outra passagem aérea com lucro.

Engie

Um aplicativo que você conecta a seu carro e ele diagnostica rapidamente mais de 20 mil possíveis falhas. Ajuda muito na manutenção e evita que um eventual mecânico desonesto vá enganar você. Além disso ele acompanha seu consumo de combustível e os custos com o automóvel.

 

IDEIAS DO FUNDADOR DO WAZE AOS BRASILEIROS

Comparando Brasil e Israel, o país do oriente médio tem mais startups do que o Brasil, isso porque a população israelita tem apoio e subsídios do governo para os empreendedores.

Por outro lado, o Brasil apesar das burocracias que os empreendedores enfrentam para abrir suas empresas, o mercado é grande e tem pouca competitividade. Por isso, o Uri Levine insiste em empreender no país.

Para ele, existem algumas coisas que é fundamental para o sucesso do empreendimento

5 Dicas de Uri Levine:

É preciso tentar

O empreendedor tem que persistir. “O fracasso é inevitável e ele nos ajudam a mostrar onde e porque estamos errando. Se você não tentar, você já fracassou”

Erre rápido

Quando está empreendendo, errar faz parte do processo. Mas erre rápido para que o erro seja concertado mais rapidamente e assim o produto seja aprimorado de forma mais rápida.

Acostume- se com os “nãos”

Para ele, 99% dos investidores irão falar não para a maioria dos projetos. Segundo ele, a dica é entender o investidor como usuário – e se ele não será um, precisa no mínimo entendê-lo. “Ele só investirá se ver valor na sua solução”.

 Se apaixone pelo problema e não pela solução

O empreendedor enfatiza que se existe um obstáculo por mais que ele seja pequeno, se é outras pessoas tem esse mesmo problema, surge a oportunidade de criar uma startup.

Lance o produto rapidamente

O produto não precisa estar perfeito para ser lançado. É importante lançar rapidamente para que você consiga aprender e entender o que é preciso ser aprimorado.

Conheça o case de sucesso 99Táxi

O aplicativo considerado o primeiro “unicórnio” brasileiro

A ideia de três universitários brasileiros deu origem em 2012 a um dos aplicativos mais utilizados hoje o 99Táxi.

Um dos sócios Ariel Lambrecht após viajar para Alemanha viu que estava na moda usar aplicativos pelo celular para chamar um táxi. Por isso a partir dessa experiência ele resolveu trazer essa ideia para o Brasil.

Ele decidiu compartilhar seus propósitos a um colega de sua universidade Renato Freitas, seu sócio na startup Ebah uma rede social para compartilhamento de conteúdo acadêmico. E depois se reuniram ao Paulo Veras um homem de gestão, com mais experiência no mercado de empreendedorismo, por ter criado diversas startups

O aplicativo de transporte recebeu cerca de R$ 50 mil do trio para ao mercado e após seis anos o 99 tornou-se, oficialmente, o primeiro unicórnio brasileiro, jargão usado pelos profissionais de tecnologia para designar as startups avaliadas em US$ 1 bilhão ou mais.

O Aplicativo

O 99 ajuda taxistas e passageiros a se conectarem por meio de smartphones, e também permite o pagamento da corrida de forma totalmente digital, além de oferecer promoções aos usuários por meio de parcerias com outras empresas.

Os empreendedores do 99 desenvolveram o app em aproximadamente um mês e meio. No início, contaram com poucos recursos e muitos desafios, pois ainda naquela época não era comum o uso de smartphones por todas as pessoas. Muitos taxistas não tinham celular e outros nem sabiam o que era. Por isso o primeiro desafio foi apresentar aos taxistas o aplicativo. Os fundadores do projeto chegaram até a ensinarem os profissionais a como usarem um smartphone.

 Modalidades do 99Táxi

O aplicativo oferece três modalidades aos usuários que variam de valores mais econômicos até carros de luxo, com a proposta de atender a todos os públicos.

O 99TAXI é o serviço mais antigo, pois os usuários são atendidos por taxistas que são cadastrados no app. O 99POP é a modalidade mais recente que envia motoristas particulares, por um preço mais baixo, similar ao serviço que a concorrente Uber oferece com o UberX . E para os usuários que precisam de serviços mais especiais a startup oferece o 99TOP que é um serviço com carros de luxo e valores bem maiores.

 A ascensão do app

Em 2013 foi o auge dos aplicativos de transporte. Apesar do aumento da concorrência, o número de usuários que entraram na plataforma também cresceu. Com isso, a empresa rapidamente ultrapassou sua meta e chegou, em determinado momento do ano, a cadastrar cerca de cem novos taxistas por dia.

Nesse ano, a startup brasileira foi vendida para a chinesa Didi Chuxing por valor que a coloca como o primeiro “unicórnio” brasileiro

Hoje um milhão de passageiros chama um táxi pelo 99Taxi. O sucesso da ideia desses empreendedores foi tanto que após dois anos do lançamento do app, a empresa já tinha mais de 70 mil taxistas na plataforma.

Atualmente, o 99Taxi é o maior aplicativo para chamar táxis do país e representa 75% da frota de São Paulo.