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Balanço patrimonial: por que fazer o seu no final do ano?

 

O balanço patrimonial resume a situação financeira e econômica da empresa em detalhes. Veja porque fazer o seu no fim do ano.

Balanço patrimonial: por que é importante fazer no final do ano?

O balanço patrimonial é como uma fotografia em alta definição da situação financeira e econômica do seu negócio. 

Não à toa, ele é considerado o principal demonstrativo contábil das empresas, e é obrigatório para optantes do Lucro Real e Lucro Presumido. 

Com esse relatório detalhado, você consegue analisar a fundo os bens, direitos e obrigações do seu negócio e entender qual o patrimônio líquido do ano. 

Quer decifrar o balanço patrimonial e aprender a usá-lo na sua tomada de decisão?

Então, siga a leitura e entenda a importância desse demonstrativo no fim do ano.

 

O que é balanço patrimonial

O balanço patrimonial é um dos principais demonstrativos contábeis que mostram a situação financeira e econômica da sua empresa.

Ele apresenta a posição consolidada dos ativos (bens e direitos) e passivos (dívidas e obrigações) do negócio.

Subtraindo os passivos dos ativos, temos o patrimônio líquido do negócio, que é basicamente a riqueza total da organização no momento da elaboração do balanço patrimonial. 

De modo geral, esse demonstrativo costuma ser elaborado anualmente, mas a empresa pode solicitar o relatório ao seu contador a qualquer momento, se quiser verificar sua situação mais a fundo.

Por lei, todas as empresas (com exceção das optantes pelo Simples Nacional) são obrigadas a apresentar o balanço patrimonial como uma obrigação acessória anual, ao lado de outros demonstrativos como DRE (Demonstração de Resultado do Exercício) e relatórios de fluxo de caixa.

Isso explica de onde vem a expressão “fechado para balanço”, que indica esse momento em que a empresa interrompe suas atividades para fazer todos os cálculos referentes à situação financeira do ano. 

 

Como é feito o balanço patrimonial

O balanço patrimonial é elaborado com o detalhamento dos ativos e passivos da empresa, seguido do cálculo do patrimônio líquido. 

Para você entender melhor: ativo é tudo o que a empresa possui, como seus bens (imóveis e equipamentos) e produtos em estoque. 

Já o passivo representa todas as obrigações financeiras da organização, como suas dívidas e contas a pagar.

Esses ativos e passivos são classificados da seguinte forma:

 

  • Ativos circulantes: são bens e direitos que podem ser convertidos em dinheiro em curto prazo, como contas a receber de clientes, impostos a recuperar e produtos em estoque
  • Ativos não circulantes: são bens e direitos permanentes, que não são facilmente convertidos em dinheiro, como imóveis, equipamentos e aplicações financeiras de baixa liquidez
  • Passivos circulantes: são obrigações que devem ser cumpridas em curto prazo, como contas a pagar de fornecedores, obrigações trabalhistas, impostos e empréstimos
  • Passivos não circulantes: são obrigações de longo prazo como financiamentos e contas a pagar com vencimento distante. 

 

Além disso, também é possível classificar esses elementos como disponíveis, realizáveis ou imobilizados.

Depois de levantar os ativos e passivos, o balanço patrimonial usa a fórmula abaixo para chegar ao patrimônio líquido:

Patrimônio Líquido = Ativo – Passivo

A partir desse resultado, fica clara a posição patrimonial da empresa no período.

 

Para que serve o balanço patrimonial

O balanço patrimonial serve para analisar a situação contábil, financeira e patrimonial da empresa como um todo.

Ele tem duas finalidades básicas:

  • Informar os agentes externos como governo, acionistas e instituições financeiras sobre a situação patrimonial do negócio 
  • Informar a gestão sobre a situação da empresa para embasar a tomada de decisão financeira e o planejamento estratégico.

Sem o balanço patrimonial, o gestor financeiro não consegue visualizar com precisão os bens, direitos e obrigações do negócio, e também tem dificuldades para fazer o planejamento financeiro e tributário do próximo ano.

Além disso, a ausência do demonstrativo pode ter consequências como impedimento de divisão de lucros isentos acima da presunção ente os sócios e impossibilidade de usar o relatório como prova em processos tributários. 

 

5 motivos para fazer seu balanço patrimonial no fim do ano

Fazer o balanço patrimonial no fim do ano é obrigatório para empresas optantes pelos regimes tributários do Lucro Real e Lucro Presumido.

Mas, mesmo que você seja optante do Simples Nacional, é vantajoso elaborar o documento junto à contabilidade para entender melhor a situação do seu negócio.

Veja alguns motivos para não dispensar o balanço de final de ano.

  1. Fornece uma visão ampla do seu negócio

Com o balanço patrimonial, você consegue analisar em detalhes os bens, direitos e obrigações do negócio.

Muitas vezes, os gestores acompanham apenas o fluxo de caixa e não têm uma noção ampla da situação financeira e do patrimônio da empresa.

  1. Possibilita uma análise da sua evolução

O balanço comercial também é uma referência importante para entender a evolução dos seus ativos e passivos durante o ano.

Com ele, você tem acesso a indicadores como giro de ativos, retorno sobre ativos, liquidez imediata e corrente, entre outras métricas que mostram o desempenho do negócio a fundo.

Assim, você consegue identificar em que ponto está e traçar a rota de crescimento da sua empresa.

  1. Facilita o cálculo da distribuição de lucro

Com um balanço atualizado, você consegue calcular a distribuição de lucros correta entre acionistas e sócios.

Dessa forma, o pagamento dos dividendos é mais justo e feito com embasamento contábil.

  1. Viabiliza o planejamento tributário

Todo ano, a empresa deve revisar seus impostos pagos e fazer um planejamento tributário, que tem como objetivo otimizar o pagamento de tributos para o próximo ano (ou seja: pagar o mínimo possível). 

Com o balanço patrimonial, é mais fácil identificar o impacto dos impostos nas finanças e se planejar com eficiência. 

  1. Ajuda a comprovar a situação financeira da empresa

O balanço patrimonial é um documento confiável e amplamente aceito como comprovante da situação financeira do negócio.

Assim, você pode usá-lo para agilizar sua análise de crédito e conseguir um empréstimo bancário, ou para convencer investidores sobre seu potencial financeiro e captar mais recursos, por exemplo.

Entendeu por que vale a pena fazer seu balanço patrimonial do fim do ano?

Se quiser precisão máxima no relatório, use os dados financeiros do ERP da MarketUP e conte com o serviço de contabilidade online da Contabilix

 

Autor: Jean Bitar, fundador e CEO da Contabilix

Por que abrir empresa no Brasil é caro

O Brasil é o país mais burocrático do mundo, segundo o Banco Mundial, mas é também um dos mais caros para abrir uma empresa. Cada modalidade e regime tributário tem um tipo de custo, mas, além disso, há também os custos fiscais, custos para registro de marca, para o capital social, para o investimento inicial, para salários e pró-labore, entre outros. No total, o custo de abertura de empresas no Brasil acaba sendo muito mais alto do que em centenas de outros países. Para diminuir esses custos e também a burocracia envolvida para abrir uma empresa, é fundamental investir em um bom escritório de contabilidade online.

Abrir o próprio negócio é o sonho de milhões de brasileiros, mas, muitas vezes, esse sonho acaba nunca saindo do papel e se tornando realidade por um simples motivo – o alto custo de abertura de empresas no Brasil.

Mas afinal, quanto custa abrir uma empresa no Brasil?

De acordo com um estudo realizado em 2010 pela Firjan (referência ao final), ou a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, comparado com outros países do BRIC (Rússia, Índia e China), nosso país teve um custo anual de R$430 milhões contra os custos de R$166 milhões desses três outros países. Ou seja, um custo R$264 milhões maior.

Além disso, o mesmo estudo também mostra um ranking com 21 dos 26 estados brasileiros para comparar o custo de abertura de empresas em cada um deles. Enquanto o Sergipe é o mais caro, com mais de R$3.500 de custo, a Paraíba é o estado mais barato, com um custo médio de R$960. Já São Paulo é o sétimo mais barato, com uma média de R$1.700, e o Rio de Janeiro é de R$2.800, sendo o quinto mais caro.

Essas diferenças de custo, no entanto, podem variar muito e não dependem exclusivamente dos estados, mas também do porte, da modalidade, do regime tributário e até do ramo de atividade, entre outros detalhes.

Por isso, nós reunimos as principais informações sobre todo o processo de abertura de empresas no Brasil, os gastos que se tem e maneiras para diminuir esses custos. 

Custos por modalidade

O primeiro passo da abertura de empresas é selecionar a categoria do seu negócio. As principais modalidades de empresas, que podem variar de acordo com o processo de abertura e do regime tributário, são:

 

  • MEI

Modalidade mais barata de todas, mas não se enquadra para todos, pois é um tanto limitada. O MEI (Microempreendedor Individual) não possui custo para abrir empresa, mas tem um custo mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que varia entre R$52,25 a R$58,25 por mês.

 

  • ME e EPP

Para ambas essas modalidades, existem custos de abertura, que podem variar entre R$1 mil a aproximadamente R$1.200, dependendo se sua ME (Microempresa) ou EPP (Empresa de Pequeno Porte) é optante do Simples Nacional e se há apenas um único titular/sócio ou se são dois ou mais sócios.

 

  • EI, EIRELI e Sociedade

Essas três categorias, EI (Empresário Individual), EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) e Sociedade (que pode ser Simples, Limitada, Limitada Unipessoal e Anônima), se enquadram na mesma tributação e possuem o mesmo processo de abertura, que pode custar entre R$675 a R$751. A única diferença entre essas três categorias é a titularidade de cada uma delas.

Custos por regime tributário

Após selecionar a modalidade da sua empresa, o próximo passo é descobrir qual será seu regime tributário. Nesta etapa, não é possível simplesmente escolher a opção que paga menos impostos e que seja mais barata – será necessário, com a ajuda de um contador, fazer as contas e entender qual dessas opções tributárias é a mais vantajosa para a sua empresa especificamente.

Os tipos de regimes tributários são:

 

  • Simples Nacional

Apesar de ser usado pela maioria das empresas, uma vez que simplifica o pagamento de tributos por ser tudo unificado em uma única guia (o DAS), as únicas modalidades que se enquadram no Simples Nacional são MEIs, MEs e EPPs. Isso ocorre porque esse regime tributário tem um limite de faturamento bruto anual de R$4,8 milhões e essas empresas menores são mais beneficiadas.

 

  • Lucro Presumido

Quando o faturamento anual, mesmo de uma empresa de porte menor, como MEIs, MEs e EPPs, ultrapassa o limite de R$4,8 milhões do Simples Nacional, essa empresa deixará de se enquadrar nesse regime tributário e passará a se enquadrar no Lucro Presumido, mas contanto que o limite de faturamento anual não ultrapasse, agora, R$78 milhões.

 

  • Lucro Real

Por fim, se o limite de faturamento anual ultrapassar os R$78 milhões, a empresa, agora, passará a se enquadrar no Lucro Real, onde, diferentemente do Lucro Presumido, tributos a serem pagos serão calculados com base não no lucro, mas no faturamento total da empresa, ou seja, baseado no lucro líquido. Além disso, outros tributos do Lucro Real incluem também os mesmos do Lucro Presumido.

Custos fiscais

Definidos a modalidade e o regime tributário da sua empresa, o próximo passo é registrá-la nos órgãos públicos e obter todos os documentos necessários para que você possa começar a operar as atividades legalmente. Por exemplo, o registro na Junta Comercial, o Contrato Social, o alvará de funcionamento e o registro do CNPJ são algumas obrigações (dependendo da sua empresa e do porte, tributação, modalidade etc.) cujos custos podem variar de R$400 a R$1 mil.

Além disso, também dependendo das características da sua empresa, você poderá ainda ter que lidar com outros tipos de obrigações e custos adicionais, como de autorizações da Prefeitura, da Vigilância Sanitária, do Corpo de Bombeiros etc.

Outros custos

Finalmente, já nos processos finais do custo de abertura de empresas no Brasil, é muito provável – dependendo, como sempre, do seu tipo de negócio – que seja necessário alguns detalhes finais para que seu negócio se torne, de fato, uma empresa. Por exemplo, despesas com investimento, registro da marca, capital social, salários de funcionários, pró-labore etc.

Começando pelo capital social, é indicado uma quantia mínima de R$1 mil apenas para começar a empresa, fazer registro do Contrato Social e liberar o CNPJ. No entanto, é importante ressaltar que esse valor é para algumas modalidades apenas e não vale para todos os tipos de empresas.

Para registro da marca, que deve ser feito para trabalhar com um nome fantasia exclusivamente seu, deve-se realizar um processo com o INPI (Instituto Nacional de Propriedade industrial). Para a consulta do nome, o custo é de R$170; para registrar, de fato, o nome, esse custo poderá variar entre R$300 a mais de R$1 mil.

Finalmente, os custos mensais que quase todas as empresas possuem (exceto pelo MEI) é o pró-labore, ou seja, o “salário” do dono do negócio e/ou de seus sócios, e os salários de funcionários, cujo custo vai além do salário em si e inclui também os tributos e obrigações trabalhistas.

Como diminuir os custos e a burocracia

Independentemente do porte, modalidade ou regime tributário da sua empresa, é fundamental ter um contador ao seu lado. Inclusive, com exceção do MEI, é obrigatório que todos os negócios no Brasil tenham acompanhamento mensal do contador, mesmo que seja somente para manter a contabilidade da empresa em dia.

No entanto, um contador hoje em dia possui muito mais valor que apenas fazer a contabilidade. Principalmente nos casos de escritórios de contabilidade online, são oferecidos serviços que não só auxiliam o empreendedor com o custo de abertura de empresas no Brasil, mas também fazem com que toda a burocracia envolvida seja menos assustadora.

Por exemplo, um contador online pode oferecer, além da contabilidade mensal, que inclui cálculos de impostos, cálculos de folha de pagamento e pró-labore e outras obrigações contábeis e legais, mas também atendimentos personalizados como processo de abertura grátis e sem precisar sair de casa, sendo tudo feito pelo próprio escritório.

Por isso, um bom serviço de contabilidade online é fundamental não só para diminuir custos de abertura de empresas no Brasil, mas para diminuir também a burocracia e manter sua empresa operando legalmente e de forma organizada.

Referência de estudo realizado em 2010 pela Firjan

 

Autor: Contabilizei

 

 

Contador: como escolher o profissional ideal para sua empresa

Saiba a importância de contar com o trabalho de um bom contador em seu negócio

Para o bom funcionamento de uma empresa vários pontos devem ser levados em consideração. A contabilidade é um deles, pois para muitos empreendedores essa área é um bicho de sete cabeças. Ao contrário do que se imagina, um contador de confiança pode ser o profissional responsável para fazer o seu negócio crescer.

Sabemos que a escolha de um contador não é uma tarefa fácil. No entanto, uma boa escolha minimiza a sua preocupação com as burocracias fiscais do nosso país.

Vale ressaltar que segundo um relatório do Banco Mundial, os brasileiros gastam, em média, 1.958 horas para calcular e pagar impostos por ano. Não só isso, mas para abrir uma empresa em território brasileiro são 152 dias e 17 procedimentos a serem realizados. Ou seja, o Brasil é um país com diversas burocracias, um dos principais desafios encontrados pelo empreendedor brasileiro.  

Você pode até ser o responsável por essas questões, mas se prepare para dedicar-se a essa área. Pois, um erro de contabilidade pode ser muito prejudicial ao seu  negócio. 

Vamos ver a seguir algumas dicas para te ajudar na escolha de um profissional de contabilidade.

#1 – Encontre um contador

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Um profissional com experiência torna-se um parceiro estratégico do empreendedor. Por isso, você, empreendedor na hora de escolher o contador para sua empresa deve avaliar sua expertise na área. Pois, hoje no mercado assim como em outras profissões, existem contadores que se especializam em determinadas áreas ou atividades. Portanto, analise o seu histórico profissional. 

Além da experiência, é importante que o contador tenha a carteira de identidade do profissional de contabilidade. Segundo o artigo 1,179 do Código Civil,  a escrituração contábil de uma empresa deve ficar sob responsabilidade de um contador. Porém, ele deve ser legalmente habilitado, com registro no CRC (Conselho Regional de Contabilidade). Com este registro o profissional tem acesso a Certificação Digital, serviços como o SPED, e-Processo entre outros.

#2- Custo-benefício

Independente se você irá contratar um profissional ou um escritório de contabilidade, a opção mais barata não deve escolhida. Pensar apenas no custo-benefício pode ser arriscado, já que a escolha do contador é essencial o negócio.
Além da questão financeira, a qualidade do serviço e o tempo do atendimento também são questões para levar em consideração.
Não escolha o contador apenas pelo o preço do serviço.Em um primeiro momento essa decisão pode ser atrativa para a situação financeira de sua empresa, mas depois pode ser a principal razão da sua dor de cabeça.
Erros com pagamentos de impostos e desrespeito às leis tributárias podem trazer inúmeros problemas para o seu negócio, como a sonegação de impostos que é considerado crime em nosso país.
O profissional mais caro do mercado também não é sinônimo de excelência. Portanto faça  uma boa avaliação do contador antes de fazer sua escolha.

#3 – O uso de tecnologias 

Com a concorrência acirrada não usar a tecnologia que temos a disposição é perda de tempo. O mercado digital cresce a todo vapor e com isso os avanços tecnológicos também otimizaram o trabalho do contador. Além da expertise com a área, outro ponto importante é o uso de sistemas para emissão de notas fiscais. Contadores que se preocupam com a escalabilidade de  um negócio, recomendam o uso de softwares de gestão. Pois essas soluções automatizam o fluxo de notas fiscais e ainda dão agilidade ao dia a dia da empresa. 

Você até pode não contar com esse tipo de plataforma e emitir os seus documentos manualmente no site da Prefeitura ou da Secretaria da Fazenda, porém é mais trabalhoso, uma ação repetitiva e ainda passível de erros.

Com um emissor fiscal de notas fiscais, o contador além de emitir os documentos fiscais com mais facilidade, consegue ainda gerar relatórios completos, importar arquivos xml, entre outras funções. Ou seja, o empreendedor tem mais tempo para vender e não perde tempo com o envio de documentos para o contador.

Com o uso da tecnologia nos processos contábeis, o contador torna-se um profissional ainda mais importante em uma empresa.

As vantagens de um contador e um sistema de gestão

Como você deve ter notado, hoje um contador não é apenas um especialista para preencher documentos e auxiliar em dúvidas fiscais. Ele tornou-se, um profissional que também orienta o empreendedor em decisões de mercado. Pois com seu suporte e o uso de tecnologia, o contador tem mais tempo para analisar os dados e contribuir a outras demandas da empresa. 

 Além dessa assessoria, o profissional de contabilidade pode te ajudar na compreensão dos custos, margens, tributos, taxas além da rentabilidade do capital que você investiu. E assim, com esses direcionamentos você consegue melhorar suas decisões empresariais e entender se de fato seu empreendimento está tendo lucro ou se as projeções financeiras apresentam falhas. 

O sistema de gestão

Trabalhar com uma gestão inteligente significa muito mais resultados positivos para o seu negócio. Com o sistema de gestão você consegue otimizar o seu tempo e conectar diferentes áreas de uma empresa.
Por exemplo, ao vender um produto, a nota fiscal é gerada, este registro é lançado no financeiro, a movimentação do estoque é atualizada, assim como o fluxo de caixa e os relatórios de vendas.  Com o sistema de gestão fica muito mais fácil controlar sua empresa.

POR: Tainá Almeida

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7 erros de contabilidade que podem prejudicar o seu negócio

Veja como evitar os principais erros na contabilidade de sua empresa

 

O empreendedor ao abrir o seu próprio negócio deve estar preparado para acompanhar todas as áreas de sua empresa. Não só para administrar melhor como também observar em qual cenário está o seu empreendimento para as tomadas de decisão.

 

Independente da familiaridade com a área, o empreendedor precisa lidar com todos os departamentos a fim de evitar falhas e erros.

 

O setor contábil é um deles. Há empresários que dispõem de habilidades para estratégias, planejamento até mesmo vendas, mas deixam de lado a questão financeira. Um erro. Pois, esta área impacta diretamente no crescimento da organização. Uma vez que haja erros no processo todos os resultados podem ser afetados negativamente.

 

Por isso, muitas empresas contam com o profissional de contabilidade: o contador, para assegurar  a saúde financeira do negócio.

 

O papel do contador

 

Contabilidade

 

Este profissional é fundamental para  as responsabilidades financeiras da empresa. Ele realiza tarefas essenciais para o financeiro do negócio, desde questões tributárias, abertura de empresa, pagamentos de impostos, tributos até elaboração de documentos de origem contábil.

 

Mesmo que grande parte das atribuições fiscais sejam compromisso do contador, é preciso que o empreendedor entenda que é necessário parceria entre ambos para que haja o crescimento do negócio.

 

O contador  tem suas responsabilidades, porém quem responde pelos erros contábeis é você empreendedor. Por isso, fique sempre atento a gestão financeira e contábil de sua empresa.

 

Vantagens do contador

 

Com o apoio do contador sua empresa terá muitas vantagens como:

 

  • Desburocratização de processos;
  • Atividades contábeis a curto prazo;
  • Identificação de oportunidades de crescimento para a empresa;
  • Impostos em dia;
  • e avaliação de riscos e perdas do negócio.

 

Não se atentar a contabilidade do seu negócio, assim como um bom contador pode ser um “tiro no pé” e claro erros e falhas que podem ser irreversíveis para o desempenho de sua empresa.



Mas a seguir, vamos listar sete erros que podem prejudicar o seu negócio, a fim de você evitá-los e não cometer em sua organização.

 

7 erros de contabilidade para evitar em seu estabelecimento

 

1# – Desorganização dos documentos fiscais

 

 

A organização faz parte do processo de qualquer área da empresa, não só na contabilidade. Os documentos contábeis devem estar organizados para melhor controle, assim evita-se duplicidades e possíveis erros. Todas as informações declaradas pela contabilidade precisam ser comprovadas diante dos órgãos competentes. Por isso, se for necessário conferir algum dado ou número que não está batendo, os documentos organizados facilitam o processo. Além disso, é importante para comprovar a veracidade daquilo que foi declarado. Com isso, evita-se multas para o estabelecimento.

 

 

2# – Não emitir documentos fiscais

 

 

Não emitir nota fiscal não é só um erro como é também crime, conhecido como sonegação de impostos. Quem não emite estes documentos fiscais não retêm impostos, assim como não comprova a venda de produtos ou serviços.


Ou seja, a empresa que não emite notas fiscais está na ilegalidade. Por isso, é preciso emitir nota fiscal de acordo com as necessidades do seu estabelecimento, pois há alguns modelos disponíveis como:

 

 

Além disso, outros erros comum podem ocorrer na hora de emitir notas fiscais como: cálculo incorreto da alíquota, o não armazenamento dos XMLs das notas entre outros.



Ao emitir este cupom fiscal você paga os impostos e consegue ter maior visualização do financeiro de seu negócio.



Para emitir esses documentos fiscais, conte com um emissor fiscal gratuito de nota fiscal que garante maior produtividade e rapidez no seu processo contábil.

 

7 erros de contabilidade que podem prejudicar o seu negócio

 

3# – Erros nos cálculos

 

 

Errar é humano e todos nós estamos suscetíveis a erros, porém errar algum cálculo pode trazer grandes problemas na saúde financeira da organização. Atualizar os livros contábeis sem atenção ou rapidamente pode ocasionar erros, mesmo que haja soluções automáticas que ajudem no processo.



Por isso, fique atento na hora de realizar pagamentos, de atualizar o fluxo de caixa ou até mesmo o livro contábil.

 

 

4# Acreditar que só a tecnologia é a solução



Hoje em dia com os softwares de alta performance, a diminuição de erros e falhas aumentaram, não só isso como a facilidade de agilizar os processos operacionais. O uso de tecnologias não é mais um atributo para a empresa se destacar no mercado, mas sim um requisito fundamental para a sua sobrevivência.




A tecnologia não é apenas o que irá diminuir os erros, pois se ela não for usada de maneira correta não haverá a resolução das falhas. Mas antes de tudo é preciso identificar quais são as necessidades do negócio para que você empreendedor possa escolher a melhor tecnologia para o seu estabelecimento. Se o seu negócio é um pequeno empreendimento não há o porquê de investir em grandes sistemas financeiros, pois é possível usar um software que ofereça relatórios e demonstrativos financeiros simples que possibilita a visualização do desenvolvimento da empresa.  – Veja como a MarketUP pode contribuir no dia a dia do financeiro de sua empresa com um erp totalmente grátis com ferramentas com relatórios e emissor de notas fiscais gratuito. –



Os sistemas de gestão aumentam a produtividade do contador além de trazer mais segurança no trato das informações, assim como inúmeras vantagens ao setor já que essas plataformas agilizam as rotinas operacionais como:

 

  • conciliação bancária;
  • relatórios personalizados;
  • integração com setor de vendas;
  • aplicação de normas contábeis entre outros.

 

 

#5 – Esquecer dos lançamentos e conciliações

 



Devido a correria do dia a dia a não atualização dos lançamentos e conciliações é um erro contábil frequente que por sinal é muito ruim para o negócio.



Dados desatualizações e a falta dessas informações pode impactar negativamente nas tomadas de decisões da empresa que precisam de relatórios e demonstrativos em dia.



A organização pode estar passando por uma crise financeira, fluxo de caixa no vermelho sem saber. E isso dificulta o pagamento de contas, pagamento de funcionários até a reposição de produtos para o estoque .



Não só isso, mas a probabilidade de realizar cálculos errados também aumentam. Portanto, passar meses sem atualizar os dados mostra desorganização da empresa, assim como pode resultar em outros problemas como saldo negativo e até faturas não pagas que podem passar despercebidas.

 

7 erros de contabilidade que podem prejudicar o seu negócio

 

#6 –  Não usar os relatórios

 

Cuidar da contabilidade não é apenas regularizar as burocracias, inserir dados financeiros ou saber se a empresa possui capital ou não. Trata-se de uma área que lida com estratégias a fim de gerar resultados positivos para empresa. Por isso, acompanhar relatórios a partir desses dados é fundamental.



Assim é possível identificar se os clientes estão pagando, vendas do dia, contas que estão pagas e as que precisam pagar tornando mais fácil a visualização do fluxo de caixa.

 

#7-  Confundir as finanças empresariais com as pessoais

 

Um erro comum de muitos empreendedores é misturar as contas da empresa com as pessoais. E isso pode ser fatal para a sobrevivência do negócio, pois assim você empreendedor pode perder o controle das contas do seu negócio.  Além disso, usar o capital do negócio para fins pessoais interfere diretamente no fluxo de caixa da empresa e assim fica mais difícil entender qual é o faturamento do estabelecimento. Além do mais você pode estar usando o dinheiro que poderia ser revertido em ações para o próprio negócio como a aquisição de algo novo, estoque ou até mesmo  nas instalações do seu estabelecimento.

 

POR: Tainá Almeida

 

VEJA MAIS: 

>Guia completo de nota fiscal: o que é e como emitir

Saiba alguns riscos comuns que sua empresa pode correr

Entenda a diferença entre lucro e faturamento de um negócio

IRPJ: conheça o imposto de renda de pessoa jurídica

O Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) é um tributo federal que incide sobre empresas legalizadas e operantes com CNPJ

É importante, como empreendedor, entender o mínimo sobre questões legais. E compreender o IRPJ e a forma como faz toda a diferença em seu negócio. Para que você possa cuidar melhor de sua empresa, conheça mais sobre este imposto.

Quem declara IRPJ?

O fator determinante para saber se é preciso ou não entregar o imposto de renda de uma organização é o seu modelo de constituição jurídica. A declaração deve ser apresentada por todas as pessoas jurídicas.

O modelo da empresa irá determinar se é preciso ou não entregar o IRPJ. Sua declaração deve ser apresentada por todas as pessoas jurídicas, a única exceção fica para as empresas enquadradas no regime Simples Nacional, das quais fazem sua declaração anual de faturamento, o DASN-SIMEI.

Como funciona o IRPJ?

O IRPJ deve ser pago através da DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), que pode ser gerado através do Ministério da Fazenda e na Secretaria da Receita Federal. O pagamento pode ser feito de forma trimestral, nos dias 30 e 31 dos meses de março, junho, setembro e dezembro.

IRPJ depende do regime tributário em que a empresa se enquadra. Assim, as opções são as seguintes:

  • Simples Nacional;
  • Lucro Real;
  • Lucro Presumido;
  • Lucro Arbitrado.

No caso das alíquotas do Imposto de Renda tributadas pelos regimes de Lucro Real, Lucro Presumido ou Lucro Arbitrado, os valores são de 15% sobre os resultados obtidos.

IRPJ – Simples Nacional

Abreviação de Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, o SIMPLES, é ideal para empreendimentos menores.

Como o próprio nome sugere, apresenta uma série de facilidades para tornar mais simples a relação do empreendedor com as suas diferentes obrigações legais.

O regime contempla micro e pequenas empresas. Sua proposta é reunir os diversos tributos devidos em uma única guia: no caso, o Documento de Arrecadação do Simples (ou DAS). Nele, são concentrados impostos de natureza municipal, estadual e federal. No total, são oito tributações reunidas no documento.

Não existe burocracia dos optantes do Simples. Todos os impostos estão dentro da guia paga na emissão de Notas Fiscais, com valores que variam de acordo com a taxa de faturamento das empresas.

IRPJ – Lucro Real

O Lucro Real é uma alternativa para a maioria das empresas, mas é uma obrigatoriedade para instituições que atuam no setor financeiro, como bancos e corretoras de títulos. Em resumo, todas as empresas que não se encaixam no Simples Nacional ou no Lucro Presumido são tributadas no Lucro Real.

O regime considera os valores reais que a empresa apresenta, cobrando sobre eles uma alíquota de 15% do faturamento. Dessa forma, uma companhia que tenha faturado, por exemplo, R$ 1 milhão em um ano, terá que pagar R$ 150 mil de Imposto de Renda.

Caso o lucro ultrapasse R$ 20 mil/mês, ainda será obrigatório pagar um adicional de 10% sobre o valor.

O IRPJ – Lucro Presumido

O Lucro Presumido se destina a companhias que apresentam um faturamento entre R$ 4 milhões e R$ 78 milhões. Nesse tipo, as empresas não precisam apresentar sua contabilidade detalhadamente para mostrar como alcançaram seus resultados. Elas atribuem um lucro tributável com base na porcentagem do faturamento obtido. Assim, o governo presume o percentual do lucro em função de uma tabela que varia entre 1,6% a 32% do faturamento. Consequentemente, a porcentagem do Lucro Presumido é deduzida da receita operacional, valor sobre o qual é aplicada trimestralmente uma taxa de 15% como IRPJ.

Em termos práticos, se uma empresa se enquadra na margem de 32%, faturando R$ 100 mil, ela terá um lucro estimado de R$ 32 mil. Aplicando 15% de IRPJ, a dívida será de R$ 4.800.

Para transmitir adequadamente a declaração de IR, é obrigatória a utilização de assinatura digital com certificado digital válido. Outra questão que merece atenção se refere aos prazos: quem atrasa para entregar a declaração está sujeito a multas que variam entre 2% a 20%. É cobrado também um valor de R$ 20 por um apanhado de dez informações omitidas ou incorretas.

Caso a declaração seja entregue antes da notificação feita pela Receita Federal, a multa será reduzida em 50%. Agora, se feita a intimação pelo Fisco e entregue dentro do prazo, a redução será de 75%.

Organização das informações sobre o negócio

É fundamental que as informações transmitidas à Receita Federal sejam verídicas. A coerência entre o que é declarado e os registros contábeis da empresa são essenciais para que não haja futuros problemas.

É bom lembrar que os recursos utilizados para fazer a fiscalização estão cada vez mais sofisticados. Por isso, mantenha o seu controle financeiro, fluxo de caixa e notas fiscais dentro da legalidade e de forma a encontrar tudo o que você precisa facilmente.

Isso garante que o processo seja feito adequadamente e sua empresa não correrá riscos caso algum dado seja incompatível com as informações que os órgãos oficiais possuem. O software MarketUP de gestão é uma ótima ferramenta para esse tipo de auxílio.

Opte por ferramentas que trabalham “na nuvem”, ou seja, conte com o sistema Cloud Computing, opção que torna acessível o controle em qualquer lugar que você esteja. Isso ajudará ainda mais os gestores na hora de repassar as informações à Receita ou ao profissional que fará esse serviço