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Bolsonaro assina decreto que antecipa 13° pagamento de beneficiários do INSS

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), assinou um decreto que antecipa o 13° pagamento dos aposentados e pensionistas do INSS para os meses de maio e junho.

O pagamento ocorrerá em duas parcelas. A primeira correspondente a 50% do benefício e ocorrerá no mês de maio. Já a segunda parcela será paga em junho pelo governo federal.

O decreto deve ser publicado no Diário Oficial da União de quarta-feira (5).

As parcelas serão pagas conforme o mesmo calendário em que são creditadas aposentadorias, pensões e auxílios-doença, segundo previsão da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho.

Segundo o Ministério da Economia, a medida tem por objetivo incrementar a renda dos beneficiários que fazem jus ao abono, injetando R$ 52,7 bilhões na economia do país e favorecendo o processo de recuperação econômica após o impacto da pandemia do novo coronavírus.

“A grande maioria dos beneficiários da Previdência Social são pessoas idosas, doentes ou inválidas, portanto integrantes dos grupos mais vulneráveis ao coronavírus, que terão, por meio da medida, maior segurança financeira neste momento delicado para a saúde e a economia.”

O calendário mensal de depósitos dos benefícios do INSS sempre começa no mês da competência que está sendo paga, quando ocorrem os créditos para segurados com renda de até um salário mínimo (R$ 1.100 em 2021).

Beneficiários com renda acima do piso recebem a partir do primeiro dia útil do mês seguinte ao da competência que está sendo paga.

A antecipação do 13º do INSS é uma das medidas que o governo pretende adotar para enfrentar os efeitos econômicos provocados pelo agravamento da pandemia de Covid-19 em 2021.

Embora a antecipação estivesse nos planos do Ministério da Economia desde o primeiro trimestre, a efetivação dessa e de outras medidas anticrise só se tornou viável após um acordo fechado entre governo e Congresso para a aprovação do Orçamento de 2021.

Para concretizar a antecipação nas datas mencionadas pela Previdência, o governo precisa oficializar a decisão a tempo do fechamento da folha de pagamentos do INSS, o que deverá ocorrer na metade do mês de maio.

Fonte: Folha de Pernambuco

O empregador deve exigir o uso de máscara dos funcionários?

As empresas podem sim demitir por justa causa, os profissionais que não cumprirem as regras. 

Veja abaixo o tira-dúvidas com Flavio Aldred Ramacciotti, sócio da área trabalhista de Chediak Advogados; Bianca Canzi, advogada trabalhista do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados; Fernando de Almeida Prado, advogado, professor e sócio do BFAP Advogados, e André Leonardo Couto, da ALC Advogados.

Um empregado pode ser demitido se deixar de usar máscara? Cabe demissão por justa causa?

Bianca Canzi: Empresas podem demitir profissionais que não cumprem exigências de segurança. Em alguns casos, pode até ser por justa causa se comprovado que a regra era clara, o profissional estava ciente e que gerou prejuízos para a organização.

Fernando de Almeida Prado: Caso insista em não usar máscara, ele pode ser demitido, inclusive, por justa causa, caso esteja previsto nas regras da empresa. Mas tem que ser um não uso reiterado. Não pode simplesmente pegar um dia sem o funcionário usar máscara e desligá-lo imediatamente por isso. Se o funcionário não usar uma máscara, antes ele deve ser advertido e suspenso. Uma das hipóteses de justa causa previstas na CLT é a indisciplina, que é considerada quando um empregado deixa de cumprir uma regra da empresa.

Flavio Aldred Ramacciotti: Sim. Se, após ser advertido, o empregado continuar com a postura faltosa, ou seja, continuar reiterando a falta, ele poderá ser suspenso e demitido por justa causa. Segundo a CLT, o reiterado e injustificado descumprimento de uma determinação do empregador pode ocasionar a dispensa por justa causa por indisciplina ou insubordinação.

André Leonardo Couto: o regulamento da empresa nessa situação de pandemia deve ser respeitado. Se o regulamento da empresa prevê que todos os funcionários devem usar máscaras, caso o empregado seja encontrado sem usar máscara, sugiro primeiro a aplicação de uma pena de advertência e observada a gradação das penas (novas advertências e/ou suspensões ao trabalho), para tão somente, ao final, caso ele ainda persista em não continuar usando a mascará ser dispensado por justa causa.

A empresa precisa deixar claro que os funcionários devem usar as máscaras no local de trabalho?

Bianca Canzi: É obrigação do empregador deixar todas as regras claras e garantir a segurança dos trabalhadores em relação ao risco de contágio por Covid-19. A máscara tem sido considerada pela Justiça como um equipamento de proteção obrigatório, que deve ser fornecida pelo empregador. A empresa deve fornecer ainda todos os equipamentos de proteção individual e coletiva como álcool em gel, além de exigir o distanciamento social e manter o ambiente limpo e saudável para o trabalhador.

Fernando de Almeida Prado: A empresa precisa deixar claro que os funcionários devem usar a máscara, especialmente para validar uma eventual justa causa de algum funcionário por força da recusa do uso.

Flavio Aldred Ramacciotti: É uma questão de bom senso, mas aconselho que a empresa deixe isso expresso, por meio de treinamentos e cartazes, até para demonstrar e comprovar que a empresa tem adotado medidas para a prevenção do coronavírus.

A empresa deve abrir exceção sobre o uso de máscaras para os momentos como café e refeições? Nesse caso, deve haver um local reservado para esses intervalos?

Flavio Aldred Ramacciotti: A empresa deve tomar medidas que evitem aglomerações mesmo nesses momentos, como flexibilizar horários, disponibilizar mais máquinas de café e bebedouros e impossibilitar o uso de cadeiras próximas nos refeitórios.

Bianca Canzi: Sim. Porém deve ter um local adequado, bem como uma escala de horários, para que não haja o risco de contaminação entre os funcionários.

Fernando de Almeida Prado: Não, porque, dependendo do tamanho da empresa e de suas atividades, ela sequer tem um local destinado a café e refeições. É muito comum que os escritórios tenham uma copa reservada, pequena, só para tomar café e não é permitido o consumo de refeições no local. Em prol da segurança e da saúde dos demais, o funcionário que tiver interesse de tomar o café ou comer alguma coisa poderia ir para outro local e não fazer isso no trabalho.

É permitido que as empresas não liberem e não autorizem, mesmo que para fins de refeição. Exceto, logicamente, se por alguma situação específica da empresa, a refeição tiver que ser realizada no local de trabalho. Isso é muito comum nas indústrias, que às vezes são afastadas dos centros urbanos e possuem um refeitório no local. Então, o refeitório tem que atender aos protocolos relacionados à Covid-19 e a refeição vai ser realizada sem o uso de máscara.

André Leonardo Couto: As organizações devem evitar aglomerações, com ações pontuais para manter o distanciamento entre as pessoas. Entre elas estão manter distanciamento entre as mesas, uso de máscara quando o empregado estiver fora da mesa ou se locomovendo e o rodízio dos empregados em locais como copas e áreas de descanso.

Caso o funcionário contraia Covid-19, mesmo usando máscara o tempo todo, ele pode justificar que foi infectado porque a empresa deixou de cumprir as regras de prevenção e higiene?

 

Bianca Canzi: O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu que a contaminação por Covid-19 se caracteriza como acidente de trabalho e, com isso, as empresas devem redobrar os cuidados para evitar a contaminação. Para configurar um acidente do trabalho, o trabalhador terá que provar que a empresa não cumpria com as regras de prevenção e higiene.

Flavio Aldred Ramacciotti: Entendo ser muito difícil a prova de que a Covid-19 foi contraída no trabalho (exceto para os casos de trabalho em locais de muito risco, como hospitais), pois o contágio pode ter acontecido em qualquer lugar. Por esse motivo, é importante que a empresa tenha provas de que adotou todas as medidas para evitar o contágio de seus empregados.

André Leonardo Couto: Caso o funcionário seja acometido pela Covid-19 dentro de seu ambiente de trabalho, por falta de higienização correta da empresa, ele poderá recorrer ao Judiciário. O STF já reconheceu a Covid-19 como sendo doença ocupacional. Assim, se presume para determinadas atividades, como área médica, que o profissional da saúde adquiriu a Covid-19 no trabalho. Desta forma, se há elementos que faça presumir que a doença foi adquirida no trabalho e caso a empresa se recuse em emitir o Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT), o empregado pode procurar o sindicato da categoria ou o médico que o assistiu e comunicar a doença ocupacional à Previdência Social. Se há elementos relacionando a doença ao trabalho, ele poderá recorrer ao Judiciário para pedir as indenizações pertinentes.

 

Infos: G1 

 

Mais de 50% dos pequenos negócios acreditam que vão crescer depois da crise do coronavírus, diz estudo

A maioria dos pequenos negócios precisou mudar os planos e 49% deles dizem que a pandemia gerou oportunidades. Por outro lado, eles relatam dificuldades com inadimplência e para pagar despesas e funcionários

 

Mesmo com os impactos gerados pela pandemia do coronavírus, 52% dos pequenos negócios acreditam que crescerão e serão maiores do que antes da crise, de acordo com um estudo do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas (FGV).

A pesquisa, realizada entre maio e julho, mostra também que 84% dos empreendedores mudaram seus planos para o negócio e que para 49% deles, a pandemia gerou novas oportunidades, como a criação de produtos ou serviços e a mudança nos canais de venda, que passaram a ser online.

“A crise tem o aspecto de ameaça, a dificuldade de vender e de ter que se reinventar, mas essa necessidade de fazer algo diferente pode ser uma nova oportunidade, um novo nicho de sucesso”, afirma Edgard Barki, coordenador da pesquisa.

Por outro lado, a crise trouxe problemas para muitos negócios. Os principais obstáculos citados foram: inadimplência e dificuldades para pagar as contas e os funcionários. Confira a lista completa:

  • 24% tiveram dificuldades para pagar as despesas do negócio (empréstimos, aluguel, luz, água, gás, seguros);
  • 19% revelaram que os clientes não estão pagando ou estão pagando com longos atrasos;
  • 15% apontaram outros problemas;
  • 11% disseram que nada mudou;
  • 10% afirmaram que em breve não conseguiriam mais pagar os funcionários;
  • 8% já não conseguiam mais pagar os funcionários;
  • 8% não conseguiram comprar matéria prima;
  • 5% não conseguiam mais pagar fornecedores.

Se o atual cenário de incertezas na economia por causa da pandemia continuar, 61% só terão dinheiro para até mais seis meses de operação, segundo o estudo. Dos negócios com funcionários, 42% tiveram que demitir algum deles.

Apesar da situação adversa, 54% dos entrevistados ofereceram produtos ou serviços do seu negócio de forma voluntária para apoiar outras atividades, ONGs ou o governo e 48% se voluntariaram para instituições de caridade, ONGs ou apoiou outras pessoas que não são sua família e amigos.

O estudo também ouviu os pequenos empresários sobre as emoções desencadeadas durante a pandemia:

  • 90% acreditam que o trabalho que fazem tem significado para eles;
  • 84% acreditam que o trabalho o desafiou e o fez crescer como pessoa;
  • 65% acreditam que olham com otimismo para cada novo dia.

 

FONTE: Portal G1

Saiba como manter as vendas diante da perda de compra do brasileiro

Pesquisa mostra que 77% da população reduziu o consumo e não pretende retomá-lo. Veja como manter a saúde financeira nesse cenário

 

Um quarto dos brasileiros já tiveram perda no poder de compra devido à pandemia de Covid-19. É o que mostra uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Entre os entrevistados, 23% perderam totalmente a renda e 17% tiveram redução no ganho mensal, atingindo o percentual de 40%. O estudo também mostrou pessimismo das pessoas que foram ouvidas. Entre a população ocupada formalmente, o medo de perder o emprego chega a 77% . Além disso, 90% consideram grandes os impactos da pandemia na economia.

Outro dado relevante da pesquisa foi o endividamento da população brasileira, que atinge 53% (trata-se do resultado da soma dos 38% que já estavam endividados antes da pandemia aos 15% que chegaram a essa condição nos últimos 40 dias).

Redução do consumo

A pesquisa mostra ainda que a maioria da população reduziu o consumo durante a quarentena (77%) e que as pessoas não estão dispostas voltar a comprar da mesma maneira que compravam antes da crise. Pelo menos 15 produtos testados apresentaram queda de venda entre os entrevistados. Os mais atingidos com a queda foram os alimentos prontos (39%), bebidas alcoólicas (35%) e serviços de streaming como Netflix e Spotify (30%).

Os consumidores também responderam que, após o fim das medidas de isolamento social necessárias para conter a pandemia, pretendem frequentar menos espaços de comércio como shoppings (52%), bares e restaurantes (48%).

Como aumentar as vendas

Estamos vivendo tempos difíceis e todo mundo precisa se adaptar ao novo cotidiano. E você, dono de negócio, não está sozinho nessa. Por isso, criamos um conteúdo especial para que possa encontrar soluções e oportunidades a fim de lidar com os desafios deste momento.

Se o que te preocupa hoje é como manter as vendas durante a crise, está no lugar certo. Veja o que separamos para ajudar o seu negócio a manter o ritmo.

Também listamos para você opções criativas para manter as vendas de produtos e serviços. Confira 10 sugestões de formas alternativas de vender seus produtos e serviços neste momento de crise.

Vendas online

Neste momento, as compras online podem ajudar a alavancar as vendas e minimizar o prejuízo. Consumidores em casa terão mais tempo em frente a telas e diversas necessidades para compras e contratação de serviços.

Com esse cenário e para apoiar os pequenos negócios no uso da internet como ferramenta de apoio à comercialização de produtos e serviços, preparamos um conteúdo com os principais canais digitais que podem ajudar as empresas venderem mais neste período.

 

FONTE: Sebrae

Mercados em alta em meio à crise do coronavírus

Na pandemia global da Covid-19 alguns segmentos indicam mudanças e se destacam, confira.

 

A crise provocada pelo coronavírus trouxe novos hábitos de consumo e convívio social. A quarentena decorrente da pandemia revelou aumento de consumo de produtos que antes não eram essenciais e também quedas na compra de outros itens. Assim, a população teve que se adaptar a uma nova realidade e negócios foram atingidos de diferentes maneiras.

Com isso, empreendedores tiveram que se reinventar e adotar novas formas de atendimento para sobreviver neste cenário. E embora seja um momento de incertezas e seja difícil prever o tamanho do impacto na economia, alguns segmentos se destacam e indicam mudanças de longo prazo que podem ser adotadas.

Conheça os segmentos que estão em evidência neste momento de crise.

Compras online

Segundo dados da Statista, na primeira quinzena de março de 2020, o comércio eletrônico aumentou 40% em comparação com o mesmo período em 2019. A compra online virou uma alternativa para diminuir as possibilidades de contágio, e os produtos oferecidos são variados e de diferentes segmentos, começando pelos essenciais, como supermercados e farmácias.

Setor farmacêutico

O ramo está entre os de maior crescimento neste período, a venda online de produtos relacionados a saúde vem somando mais de 120% de aumento (segundo a Statista). Os consumidores vêm se rendendo aos canais digitais e realizando a compra por aplicativos, redes sociais, sites e até mesmo telefone.

Delivery

Empresas que não utilizavam o serviço passaram a usar, já que graças a ele é possível continuar atendendo, mesmo de portas fechadas. Entre os negócios que se destacam com o serviço estão restaurantes, papelarias, pequenas lojas de roupas e de higiene e beleza.

Supermercados

Como os consumidores estão ficando mais tempo em casa, o comportamento das compras foi alterado. A procura por itens de comida caseira, assim como de higiene do lar, vem aumentando, e os supermercados e mercearias desenvolveram estratégias para para oferecer seus serviços, como aplicativos de delivery e canais de mensagens instantâneas.

Marmitas

Empreendedores que atuam nesse mercado ganham relevância, considerando que muitas famílias precisam não só manter a rotina de trabalho em home office, como também atender os filhos, que estão com as atividades presenciais escolares suspensas. Segundo dados do Ministério da Economia, o ramo de alimentação para consumo domiciliar já estava em expansão, com um crescimento de mais de 130% nos últimos cinco anos.

Bebidas

Com bares e restaurantes fechados, muitas pessoas estão recorrendo ao delivery de bebidas e cervejarias locais. Para fabricantes de bebidas alcoólicas, o aumento das vendas fora das instalações é um ponto positivo, principalmente para mostrar ao consumidor essa nova alternativa, que pode gerar novos atendimentos no pós-crise.

Pets

O destaque é para os produtos de recreação no lar, principalmente para esse período em que ambos – donos e animais – precisam se distanciar dos ambientes ao ar livre. Com isso, o delivery, que antes não era muito solicitado, cresce e deve permanecer no futuro.

Exercícios em casa

É uma solução encontrada para que profissionais continuem prestando serviço em meio a essa pandemia. As aulas online vêm conquistando alunos, e mesmo sabendo que não haverá quase nenhum retorno financeiro imediato, espera-se uma recompensa no longo prazo, graças à divulgação e marketing.

Itens de informática

Com o home office, muitos itens de informática estão sendo requisitados, principalmente mouses, teclados, laptops e cadeiras para uso de computador. Os itens para produção de vídeos e transmissões ao vivo também tiveram maior procura, entre eles os tripés para celular, iluminadores e microfones.

Serviços de casa e construção

Com as pessoas passando mais tempo em casa, os ambientes domiciliares se transformaram em escritório para trabalhar em casa. Dessa forma, os serviços de arquitetos, decoradores, marceneiros e demais profissionais da área de decoração, bem como as vendas de produtos relacionados, também estão sendo procurados.

 

FONTE: Sebrae

Use a quarentena para fazer cursos online

Com a pandemia do novo coronavírus no Brasil e as mudanças causadas na rotina das pessoas, o ensino a distância pode ser uma boa opção para as pessoas que estão em  quarentena.

Hoje em dia, graças à internet, o acesso à informação está mais fácil. E com ela, é possível se capacitar para gerir e administrar bem o seu negócio. 

Para você, empreendedor, é uma boa oportunidade de se capacitar e adquirir conhecimento sobre o mundo do empreendedorismo.

Por meio de cursos, é possível entender o que é preciso  para se tornar um empresário de sucesso e tornar o seu empreendimento em um negócio altamente lucrativo no mercado.

Por isso, separamos algumas opções importantes para você conseguir ter um ritmo empreendedor e conquistar muitos resultados no mercado. 

Os cursos podem servir para dar um “UP” no seu currículo ou até mesmo aumentar o seu conhecimento. Para ajudar neste período de isolamento social, confira as instituições que estão ofertando cursos totalmente gratuitos:

 

Fundação Getulio Vargas

A instituição liberou 60 cursos gratuitos em sua plataforma online. Ao finalizar as aulas, o aluno ainda consegue emitir o certificado da FGV. Confira as opções que estão disponíveis:


Como organizar o orçamento familiar

Introdução à Administração Estratégica

Introdução a finanças: sistema financeiro e geração de valor

Ética Empresarial

Motivação nas Organizações

Para saber mais sobre os cursos, entre no site

 

Sebrae 

O Sebrae liberou mais de 100 cursos gratuitos em diversas áreas para os microempreendedores. Dentre eles estão, Fluxo de caixa, Planejamento de Marketing, Atendimento ao cliente.  Confira a seguir;

 

#01- Gestão empresarial integrada

Você precisa ter noção de gestão empresarial para ter sucesso em seu empreendimento . Sabemos que no dia a dia são inúmeras funções que o empreendedor precisa executar e ter controle. Para um empreendedor iniciante, essa tarefa pode não ser fácil. Mas, nada que um curso não ajude não é mesmo?

No curso de gestão empresarial você compreende como é a organização do seu negócio e como ter eficiência em seus processos.

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#2- Planejamento Estratégico para Empreendedores

Antes de iniciar o seu negócio é preciso criar um planejamento estratégico para entender quais serão as estratégias usadas para alcançar metas e objetivos. Além disso, é através do planejamento que é possível identificar quais serão os desdobramentos de seu estabelecimento.

Este curso oferecido pelo Sebrae irá capacitar você a definir estratégias assertivas para o seu negócio. Você aprenderá:

  • O que é planejamento estratégico;
  • Etapas para definição do plano do seu negócio e muito mais.

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#3 – Como divulgar sua empresa

Com a concorrência acirrada e os mais diversos tipos de empreendimentos no mercado é importante investir em Marketing. Mas você sabe como fazer isso?  Veja como este curso pode te ensinar estratégias de comunicação para você atrair mais clientes e alavancar as vendas.

Confira módulos como:

  •  A importância da divulgação da empresa;
  • O que divulgar?
  • Quais ferramentas para divulgar a empresa e muito mais.

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UDEMY

A plataforma de cursos online está disponibilizando diversos materiais  gratuitos em diversas áreas como Negócios, Designer, Marketing, TI, desenvolvimento pessoal, entre outros.

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POR: Tainá Almeida

Como o segmento de beleza pode enfrentar a crise?

Todo o tipo de comércio está sofrendo de alguma forma com a pandemia do novo coronavírus. Mas, e os negócios ligados ao segmento de beleza, como podem se preparar para enfrentar a crise? Essas são as dicas que separamos neste artigo, para os empreendedores que oferecem esses serviços.

De acordo com dados do Sebrae, salões, centros de estéticas, esmalterias, barbearias, entre outras atividades do gênero, possuem mais de um milhão de microempresas e microempreendedores individuais, o que torna esse setor um dos mais afetados pela Covid-19.

Veja abaixo algumas opções para quem é do segmento de beleza não perder a clientela e manter o seu negócio em funcionamento, claro, seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dos governos do seu estado e município.

 

 

Saiba quem é o seu público

Apesar da crise, aproveite este momento para conhecer melhor o seu público. Com a sua equipe de colaboradores, estabeleça o perfil  dos frequentadores do seu estabelecimento, principalmente, serviços que mais procuram, características físicas, bem como produtos e marcas que mais gostam.

 

Mantenha o contato com os clientes

Mantenha a comunicação com o seu cliente. Neste momento, especialmente para os negócios que estão fechados, é de extrema importância. Para isso, publique em canais  como Whatsapp, Instagram, Facebook ou Telegram, informações de interesse dos clientes, por exemplo, voltadas para bem-estar e beleza. 

Nesta ocasião, as redes sociais são fundamentais e podem ajudar e muito a manter a visibilidade do seu negócio e na ativação de campanhas de vendas.

 

Venda online

Na atual situação de crise gerada pelo novo coronavírus, você pode apostar nas vendas online. Isso mesmo! Ofereça aos seus clientes  a compra de um serviço antecipado, que poderá ser utilizado quando o espaço for aberto, por exemplo.

Também é possível oferecer kits específicos de produtos para grupos de clientes (aqui é o momento de se valer do mapeando do perfil de seus clientes). Uma forma de manter o vínculo com o seu consumidor, bem como oferecer um diferencial em relação a outros estabelecimentos do segmento de beleza, incluindo o e-commerce.

 

Revise gastos

Aproveite para rever onde pode economizar. Revise contratos e gastos mensais para ver o que é possível suspender. Isso vale para contas de internet, TV a cabo, telefone, software de gestão – lembrando que o sistema de gestão MarketUP é gratuito e pode representar uma boa economia no final do mês – e entre outros. Também é o momento para renegociar dívidas, incluindo o aluguel, com o objetivo de conseguir algum alívio para o caixa. E se precisar, procure a ajuda de associações ligadas ao segmento de beleza e até sindicato do setor.

 

Organização do estoque

Como qualquer empresa, é preciso estar com a administração em dia, e a gestão do estoque tem um papel fundamental em qualquer estabelecimento. Por isso, faça um levantamento das mercadorias (quantidade, validade etc.), reveja o plano de reposição dos produtos e, se for necessários, renegocie as faturas que estão próximas do vencimento. Essas são atitudes que, com certeza, vão ajudar na saúde do seu negócio.

 

Atualize seu estabelecimento

Se você ainda não chegou no momento da reabertura, já pode ir estruturando o seu espaço de trabalho com as recomendações de segurança. Quer dar uma renovada no visual, também é o momento, mas não se esqueça de cuidar da sua saúde, dos colaboradores e clientes.

De uma maneira geral, é preciso trabalhar com agendamento de horário, dispor de máscara para os funcionários (e exigir o uso da proteção para os clientes), disponibilizar álcool gel 70%, higienizar equipamentos e demais partes do ambiente a cada troca de cliente, entre outros. É sempre importante ressaltar, que antes de reabrir, o empreendedor cheque todas as recomendações dos governos estaduais e municipais de sua região para o funcionamento dos estabelecimentos referentes ao segmento de beleza.

 

 

Auxílio de crédito

Os bancos têm divulgado linhas de crédito para micro e pequenos empreendedores, principalmente BNDES e Caixa Econômica. Além disso, ainda vale a pena a tentativa ou até conversar com o gerente do seu banco para entender melhor as oportunidades oferecidas.

 

 

 

 

 

Tendências: Como trabalhar os novos canais de vendas?

As mudanças de consumo geradas pela pandemia do novo coronavírus aceleraram o processo de transformação digital do comércio e do varejo como um todo, que já vinha sendo discutido há algum tempo. Com isso, novos canais de vendas ganharam força, assim como novas tendência já começam a ser debatidas. E foi esse o tema da Live realizada no última quinta-feira (18) pela MarketUP e que teve como convidado o sócio e VP institucional da Vetx, Alfredo Soares – um dos principais especialistas  em vendas e e-commerce do País. Como trabalhar os novos canais de vendas? Veja a seguir no texto.

“Nada do que está acontecendo é novo. Nós aceleramos o que vinha acontecendo. A transformação digital, bem como conhecer o cliente e ter um relacionamento mais humano já estavam em pauta”, reforçou o especialista.

Para ele, o que  vai ditar o novo normal são as empresas e não o consumidor, uma vez, que as mesmas estão mudando. As diversas companhias quebraram protocolos, modificaram a forma de delegar, de tirar projetos do papel, sem falar que a tecnologia ganhou um protagonismo dentro dessas instituições. As ideias passaram a nascer do digital. “Os negócios vão custear muito esse “novo normal”, não limitando o seu consumidor, mas dando opções diferenciadas. E dessas opções vão nascer novos negócios. Somente neste período tivemos milhões de consumidores que migraram para o online, pessoas que tinham objeções quanto a esse canal e hoje já estão aderindo”, complementa.

Esse passo para a inovação aproximou ainda mais as empresas do digital e podemos pontuar algumas tendências, entre novos canais de vendas, principalmente com o crescimento do e-commerce no varejo.

 

Local commerce

Vários negócios para sobreviverem à pandemia de Covid-19 aderiram a novos canais de vendas como o online, criando, por exemplo, suas lojas virtuais. Algo que se tornou realidade em pouco tempo e que ainda veremos novas mudanças simbolizando a transformação digital tão debatida pelo varejo.

Segundo Alfredo Soares, uma boa aposta como novo canal de venda é no local commerce, ou seja, e-commerces locais. Uma disruptura do que conhecemos hoje de que as vendas online precisam atender ao Brasil todo, 24 horas por dia. Com essa nova modalidade, será possível ter um e-commerce, trabalhando em uma região, com entregas na mesma localidade. O autor dos livros “Bora Varejo”e “Bora Vender” acredita que essa tendência terá um crescimento exponencial e que vai ser uma inclusão digital muito relevante para o País.

Além disso, ele vê no uso de ferramentas como CRM e meios digitais, como por exemplo, Instagram e Linkedin, grandes potenciais de conhecer cada vez mais o cliente e ter mais assertividade nas vendas.

 

Agilidade nas entregas

Com a pandemia houve uma aceleração no processo de logísticas das empresas. Podemos já observar produtos chegarem rápido do que o convencional. Para isso, as companhias acabaram com descentralização e estão repensando a distribuição. O que antes exigia a saída de produtos dos Centros de Distribuição, agora ganhou agilidade com a retirada de estoque das lojas próxima aos locais de entrega.

Não podemos esquecer ainda do serviço delivery, que também ganhou destaque, para agregar aos novos canais de vendas, e expandiu os horizontes para negócios além do segmento de alimentação, chegando inclusive ao varejo.

 

Retirada na loja

De acordo com Alfredo Soares, o serviço de “Retire na loja”, vai ter cada vez mais evidência. A modalidade que já existia ganhou mais força com a pandemia e com a necessidade de evitar contato físico, essa se tornou uma alternativa.

“Acredito que ainda vamos ver imóveis serem alugados para drive thru de negócios”, reforça o especialista.

 

Marketplace

O momento ajudou canais de vendas como o e-commerce e também contribuiu para trazer mais visibilidade para os marketplaces. No entanto, em relação a esse último ainda faltam alguns passos para aderência, como entender como pode ter vantagem e custo-benefício em estar em um canal como esse.

Atualmente grandes marcas já têm se preocupado em abrir suas plataformas para outros negócios, o que é vantajoso para aumentar a sua oferta de produtos e para  as empresas participantes de ter um crescimento das suas vendas, o que é algo interessante para pequenos empreendimentos ainda mais neste momento.

Entretanto, essa ferramenta que conecta o B2B, também pode existir em formato de bons negócios para empreendedores que não têm contato com grandes fornecedores. E é o que a plataforma MarketUP oferece. Além de ser um sistema de gestão completo, que ajuda tanto na administração de processos internos quanto na frente de caixa (PDV), também disponibiliza para os usuários uma Central de Compras, com as melhores marcas e a preço mais vantajosos para os pequenos negócios serem mais competitivos no mercado.

 

Influenciadores digitais

O relacionamento com o cliente vai ser o foco das grandes marcas. E nesse sentido, o papel dos influenciadores digitais, baseado na sua relevância, vai ser cada vez mais determinante e considerado entre os novos canais de vendas. 

Há um fortalecimento da marca quando muita gente fala sobre ela e nesse sentido as empresas vão precisar de embaixadores, influenciadores para consolidar e criar experiências.

A tendência, segundo Soares, é que as marcas se tornem verdadeira empresas de comunicação. Elas vão cuidar internamente do seu Marketing e relacionamento com o cliente.

Assim como a descentralização do Marketing, sendo utilizado como ferramenta para os departamentos, com ações mais segmentadas para os diversos tipos de públicos.

 

Loja online x Loja física

Na visão de Alfredo Soares, o futuro vai misturar os canais de vendas físico e online, bem como terá como fundamento a aquisição do cliente.

Vai ser preciso cada vez mais utilizar a tecnologia para conhecer o cliente e se relacionar da melhor maneira possível com ele. Será necessário ouvir e mudar a experiência desse consumidor.

“Os clientes querem ser representados pelas marcas. Eles querem realmente se sentir representados e serem ouvidos. Acredito que as marcas vão usar a internet e a tecnologia mais para esse fim”.

 

De uma maneira geral, vai ser muito importante para os pequenos empresários se prepararem para ter mais planejamento e conhecimento sobre gestão, principalmente, para visualizar as tendências que estão chegando cada vez mais rápido, inclusive, em relação novos canais de vendas para o varejo.

Usar a tecnologia em seu favor também vai ser um diferencial, excepcionalmente quando isso trouxer mais inteligência para a administração e para as vendas. Um software de gestão integrado com o estoque e que avisa e faz projeções do quanto você precisa de mercadoria para atender seus clientes, pode ser uma boa alternativa, por exemplo.