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Como comprovar pagamento do DAS MEI

Uma das principais formas de comprovar que sua empresa é uma empresa séria e responsável  é através do pagamento do DAS MEI

Manter-se regular é de extrema importância para o histórico da sua empresa MEI. Isso pode ser feito através de seus boletos pagos do DAS MEI. Por isso eles devem ser arquivados de forma devida e coerente.

 Agências bancárias normalmente exigem vários comprovantes de que o CNPJ MEI está regularizado. Certificados, comprovantes da situação cadastral e outros documentos comprobatórios irão ser exigidos durante uma negociação com a financeira.

De todos os documentos o principal comprovante da regularidade de seu CNPJ MEI é o extrato de pagamento do MEI.

E esse comprovante pode ser facilmente emitido. Nele vem discriminado todos os pagamentos e também quais guias do DAS MEI não foram pagas.

Não sabe como emitir o principal documento que comprova que está com o seu CNPJ regular? Não se preocupe o Portal Conhecimento MEI ensina!

Passo a passo para que você aprenda a emitir a seu comprovante de pagamento do DAS MEI:

1 – Acesse o link: Simples Nacional

2 – Em SIMEI Serviços clique em “Calculo e Declaração”

3 – Em Serviços disponíveis, na opção PGMEI – Programa Gerador do DAS para o MEI (versão completa), clique na “chave” código de acesso

4 – Digite os dados solicitados, CNPJ, CPF e Código de Acesso

5 – Clique em consulta extrato/pendências, em seguida clique em “consulta extrato”

6 – Selecione o ano e clique em “OK”

(Agora irá aparecer o demonstrativo do extrato DAS MEI, nele você já consegue verificar as informações de pagamento dos boletos referentes aos anos selecionados.)

7 – Desça toda barra de rolagem e clique em “Imprimir Extrato PDF”. Vai ser feito o Download automático do arquivo para a impressão.

Observações

Para cada mês irá aparecer a quantidade de guias emitidas no campo “Data da Apuração”. Caso você tenha gerado mais de uma vez o mesmo boleto do DAS.

No campo “DAS Gerado no PA” é onde está a principal informação. Na opção “pago” está a confirmação dos pagamentos. Atente-se que caso você tenha gerado mais que uma guia para um determinado mês, irá aparecer como “não pago” e haverá apenas uma como “pago”.

O documento também serve como um controle para o próprio empresário. É recomendado que no final de cada ano o empresário realize a emissão do extrato de pagamento do MEI.

Ter esse documento guardado facilitará caso precise por exemplo dar entrada em um benefício da previdência ou comprovara a regularidade para uma boa vida financeira.

Fonte: Jornal Contábil

Pague menos impostos com o fator r do Simples Nacional

O Simples Nacional abrange diversas categorias de empresas e elas podem conseguir uma relvante economia anual quando bem informadas

Por mais que as mudanças no Simples Nacional para 2018 sejam produto de uma lei publicada em 2016, muitos contribuintes foram pegos de surpresa com as novas regras. São em geral empresas que passaram a ter a oportunidade de serem tributados pelo atual Anexo III do regime simplificado, mas que não tomaram as devidas medidas preparatórias. Esse grupo é composto por academias, consultorias, desenvolvedores de softwares, empresas de engenharia, de publicidade, médicos e dentistas, representantes comerciais, e muitos outros.

Dessa maneira, é importante que o contribuinte tenha consciência de que ao se valer dessa prática, estará assumindo riscos. Cada escolha carrega consigo uma vantagem e desvantagem.

As alternativas são as seguintes:

Não fazer nada

Diante da mudança da lei, o contribuinte pode optar por assumir a majoração de sua carga tributária em detrimento de estratégias mais ousadas e trabalhosas para reduzi-la. Tal conduta, embora faça com que ele pague mais impostos no Anexo V do Simples Nacional, lhe poupará o tempo e o esforço de buscar saídas mais econômicas.

Como a majoração é enorme (em torno de 10%), ninguém em sã consciência daria a recomendação de não se fazer nada diante da mudança da lei. Contudo há uma legião de contribuintes que está nesta situação, jogando fora parte expressiva de seus ganhos.

Complementar os gastos com a folha de salários

Começando a falar efetivamente de formas de se reduzir o pagamento de tributos manuseando a nova figura do fator r, adiantando que ele (o fator r) é a relação percentual entre a folha de salários da empresa acumulada nos doze últimos meses e sua receita bruta acumulada nos doze últimos meses.

Se essa relação for igual ou maior que 28%, o contribuinte será tributado pelo Anexo III do Simples Nacional; do contrário, se sujeitará à tributação pelo Anexo V.

Bom também esclarecer que, para fins de cálculo do fator r, a folha de salários – ou a folha de pagamentos – é a soma das despesas com salários, pró-labore e seus respectivos encargos.

Dessa forma, para obtenção de economia em impostos, basta aumentar a folha de salários no primeiro mês, se o acréscimo não for significativo, para se alcançar a média necessária para o enquadramento do Anexo III.

Um ajuste simples que pode resultar numa economia expressiva.

Aumentar a retirada de pró-labore

Nesse caso é possível fazer um aumento de pró-labore num determinado mês, numa única vez (apenas para gerar média), mas com consequente aumento de IRRF e INSS do sócio.

A implicação seria uma considerável majoração no IRRF e no INSS sobre o pró-labore do sócio no mês, o que requer fôlego de caixa.

Todavia, deve ser avaliada a possibilidade de restituição integral do IRRF na declaração de ajuste do sócio. Se ela existir, a alternativa deve ser avaliada.

Na mesma linha desse recurso, é possível se optar por um aumento gradual, elevando o pró-labore prospectivamente até se fazer suficiente média ao final dos 12 meses seguintes.

Abrir um novo CNPJ

Por fim, uma alternativa cada vez mais utilizada é a abertura de um novo CNPJ para que se viabilize a geração imediata de média de folha de salários que atenda o fator r do Simples Nacional 2018 sem a necessidade de grande desembolso de caixa.

De fato, sendo a empresa nova, os valores que vão se criando ao longo dos meses já vão formando a necessária média.

A exemplo da alternativa anterior, é imprescindível colocar na balança, para avaliação dessa estratégia, que o IRRF ainda poderá ser restituído na declaração de ajuste, a depender de fatores próprios desta apuração.

Conclusão

Há alternativas à disposição dos contribuintes para que reduzam suas respectivas cargas tributárias por meio da utilização do fator r do Simples Nacional 2018.

É indispensável não se perder de vista que o cálculo do fator r deve ser feito mensalmente, pois se em algum mês a relação percentual mínima de 28% não for alcançada, o Anexo V será aplicado impiedosamente para cálculo da DAS.

Fonte: Fisconect

Semana do MEI estará em 107 cidades na Bahia

A 9ª edição da Semana do MEI, acontece este ano, entre os dias 14 e 19 de maio

Como no ano de 2017, a realização da Semana do MEI (Microempreendedor Individual) pretende oferecer 16,9 mil vagas de capacitação. As temáticas da programação estarão centradas nos temas “Finanças” e “Educação Financeira”.

As inscrições para as oficinas, palestras e seminários sobre marketing, planejamento, acesso a crédito e oportunidades de negócios são gratuitas e já estão abertas no site do evento. A Semana do MEI irá promover 300 capacitações em seis dias.

Sobre a inscrição e a programação

A Semana do MEI ocorrerá no período de 14 a 19 de Maio em todas as cidades do estado da Bahia onde haja Ponto de Atendimento do Sebrae Bahia. Em Salvador, o horário de atendimento presencial será das 09:30 às 21:30. Logo, serão divulgadas informações acerca das ações no interior do estado da Bahia.

O cidadão da Bahia pode se inscrever através deste site: http://www.semanadomei.com.br/

Serviços disponíveis

Uma série de serviços estarão disponíveis para o MEI, de maneira gratuita:

  • Orientação Empresarial sobre gestão, inovação, obrigações e benefícios do MEI;
  • Declaração Anual de Faturamento;
  • Boleto Mensal – Regularização e impressão do DAS-SISMEI;
  • Alterações e baixa do MEI;
  • Formalização;
  • Oficinas e Palestras totalmente gratuitas!

Cartilha do MEI

Está disponível a Cartilha do MEI no site do Sebrae, com direitos e obrigações para este tipo de empreendedor. Ela apresenta orientações para a declaração anual (DAS MEI) e capacitações.

Faça o download

Conteúdos digitais

Com os conteúdos digitais você erá acesso à todas as informações liberadas pelo Sebrae/BA. Estão disponibilizados os seguintes conteúdos:

Dúvidas

Outras informações podem ser obtidas pela Central de Relacionamento do Sebrae, pelo telefone 0800 570 0800, ou no ponto de atendimento da instituição mais próximo.

 

Notas fiscais: os direitos e obrigações do MEI

O MEI precisa emitir notas fiscais se quer ter uma administração eficiente de seu negócio

Para ser um bom MEI (Microempreendedor Individual), é ideal não ter problemas com a fiscalização, emitindo notas fiscais. Atualmente é necessário entender esta forma de empreendedorismo de uma maneira ampla.

O MEI funciona como qualquer empreendedor, ou qualquer empresa. O microempreendedor deverá atender às exigências feitas pelo governo, mas o objetivo deste modelo empresarial é facilitar a formalização de pequenos comerciantes que, normalmente, trabalham sozinhos irregularmente

Direitos do MEI

Se formalizar de graça

A formalização do MEI é simples, gratuita, rápida e online, realizada através do Portal do Empreendedor e adicionando suas informações o CNPJ é criado. O governo ainda disponibiliza um ano gratuito de gestão contábil de seu negócio para esta categoria de empreendedor.

Poder emitir notas fiscais

Esse direito é ambíguo com as obrigações, dependendo da estrutura organizacional e do relacionamento com os clientes. Isso varia de acordo com os produtos e serviços oferecidos.

Vender para pessoas físicas (CPF)

Ou consumidor final, conhecido também como cliente comum. O MEI que atende apenas este tipo de cliente, não tem a obrigação de emitir notas fiscais. Porém, através da lei, este é um direito dele e muitos clientes podem exigir notas fiscais, o que pode fazer o empresário perder credibilidade.

Previdência Social

A proteção de direitos como: aposentadoria, por idade, invalidez; auxílio doença; salário maternidade e benefícios para a família; e benefícios para a família como pensão por morte e auxílio reclusão.

Contratar um funcionário

Todo MEI tem o direto a contratar um funcionário, pagando um salário-mínimo ou o piso da profissão. Aliás, devem ser consideradas as obrigações trabalhistas, que são 11% do salário.

Vender para pessoas jurídicas (CNPJ)

Pessoas jurídicas são empresas ou entidades com um CNPJ válido, podendo até ser outro MEI. Quando o microempreendedor fizer transações comerciais com este tipo de cliente, é obrigado a emitir notas fiscais.

O documento fiscal pode ser feito de forma impressa (NF) ou eletrônica (NFe), dependendo de cada município. Para isso,  o MEI deve entrar em contato com a prefeitura e seguir as orientações a fim de conseguir um alvará que permita fazer a emissão das notas fiscais para seus clientes de forma gratuita. Como o sistema MarketUP faz.

Obrigações do MEI

Pagar o DAS

A Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), gira em torno de R$50,00 e deve ser pago até o dia 20 de cada mês em bancos ou casas lotéricas. O boleto, por sua vez, é gerado no site da Receita Federal.

Enviar a DASN

A Declaração Anual do Simples Nacional (DASN) é uma obrigação do empreendedor. Este documento mostra o quanto o MEI fatura durante o ano e pode ser preenchida no Portal do Empreendedor. O prazo é até maio de cada ano.

Regularizar seu funcionário

Para fazer a regularização de seu colaborador, é preciso entrar no seu cadastro do Portal do Empreendedor e preencher a Guia do FGTS e os dados da Previsão Social (GFIP) por um sistema da Caixa Econômica Federal chamado Conectividade Social.

Fazer um relatório mensal

As informações da receita bruta de seu negócio deve ser preparado por meio de um relatório mensal. Esse documento deve ser mantido juntamente com as notas fiscais emitidas no mês. Lembrando que o intervalo é sempre no dia 20.

Não perca seus direitos!

Tenha as suas obrigações em dia, e você não perderá os direitos que tem. Não pagar o DAS MEI, não fazer o relatório anual de rendimentos e não regularizar seus funcionários resulta na perda de benefícios.

É bom ficar atento, pois eventualmente a prefeitura ou a Receita Federal pode identificar que seu negócio está ilegal e fazer apreensões. Para evitar isto, não burle as regras, as vantagens são muitas para aqueles que são regularizados.

 

DAS MEI: o que é e como fazer seu pagamento

O pagamento do DAS MEI permite a manutenção da prática do MEI e garante os direitos que ele recebe

A formalização dos empresários no regime de Microempreendedor Individual, além de vantagens, tem acertos deveres para cumprir, um deles é o DAS MEI. O pagamento do Documento de Arrecadação do MEI é uma das principais obrigações a se cumprir nesse regime.

O que é DAS MEI?

DAS MEI sigla de Documento de Arrecadação Simplificada do Microempreendedor Individual é o meio de arrecadação das obrigações tributárias do MEI.

O documento é expedido pela SMPE (Secretaria da Micro e Pequena Empresa), ficando exigido ao MEI custeá-lo em uma única guia de valor fixo mensal. Os boletos devem ser pagos até o dia 20 de cada mês, e caso caia em final de semana ou feriado, é passado ao próximo dia útil.

Porque é preciso pagar o DAS MEI?

O pagamento do DAS MEI permite a manutenção da prática do MEI e garante os direitos que ele recebe. Além o mais, é através desse documento que ele contribui com a Previdência Social, garantindo a aposentadoria no futuro.

Se o pagamento não for feito por 12 meses consecutivos, o registro do Microempreendedor Individual é cancelado automaticamente. Isto é, para estar com as tarefas fiscais em dia e ter acesso aos benefícios do INSS, o MEI precisa manter em dia o pagamento do DAS MEI.

Vantagens do MEI

As vantagens para o Microempreendedor Individual são muitas, e os principais são relativos à Previdência Social:

– Contribuir para aposentadoria, no caso do MEI é por idade, sendo 60 anos para mulheres e 65 anos para homens;
– Direito a receber auxílio-doença e aposentadoria por invalidez, é necessário ter no mínimo 12 meses de contribuição;
– Salário-maternidade para mulher formalizada como MEI ou funcionária contratada.

Imposto pagos pelo MEI

Quando se formaliza MEI, a empresa é automaticamente enquadrada como optante pelo Simples Nacional. Do qual, todo MEI contribui mensalmente com 5% do valor do salário mínimo para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Além de recolher impostos de prestadores de serviços e comerciários, sendo o ISS e ICMS.

– Prestadores de Serviço pagam R$ 5 de ISS;
– Comerciários e Industriários pagam R$ 1 de ICMS;
– MEI prestador de serviço e comerciário paga os dois tributos, ISS e ICMS, no valor de R$ 6.

Os impostos são pagos em uma única guia, mas a arrecadação é destinada a diferentes órgãos:

INSS: tributo federal
ICMS: tributo estadual
ISS: tributo municipal

Valor do DAS MEI

Os valores do DAS MEI são atualizados todo ano, de acordo com o salário mínimo. Em 2018 o salário mínimo é de R$954, sendo então os totais do mês no boleto do Microempreendedor:

– MEI comerciário ou industriário: R$48,70
– MEI prestador de serviço: R$52,70
– MEI prestador de serviço e comerciário: R$53,70

Estes valores são referentes a 5% do salário mínimo atual.

Como acessar o DAS MEI

Primeiramente é necessário abrir empresa como MEI, após a formalização será disponibilizado um CNPJ. Com esse cadastro é possível o acesso ao Portal do Empreendedor para emissão do boleto DAS MEI e outras informações da empresa.

Até 2015, o MEI recebia o Carnê da Cidadania com as 12 parcelas da contribuição mensal do regime. Porém, desde 2016 é possível gerar os boletos no Portal do Empreendedor ou fazer o pagamento online.

Como emitir o DAS MEI

Para emitir o boleto DAS MEI é preciso acessar o Portal do Empreendedor MEI com o CNPJ da empresa em mãos.

Clicando em Serviços é possível escolher as opções: Débito automático, Pagamento online, Boleto de Pagamento, Parcelamento e Restituição. O pagamento do boleto pode ser feito em qualquer agência bancária ou lotérica. E pode ser feito o parcelamento dos boletos atrasados em até 60 vezes, com parcelas de no mínimo R$50 reais.

Emitir o boleto DAS MEI pelo Portal do Empreendedor é um processo gratuito, simplificado e rápido. Entretanto, caso o pagamento atrase, é preciso emitir um novo DAS, que trará acrescentado valores de multas e juros incidentes.

Mais informações sobre o DAS MEI

O MEI foi criado para simplificar a legalização dos trabalhadores autônomos que atuavam informalmente. Formalizados como MEI, podem trabalhar formalmente, com as facilidades de ter um CNPJ.

Por isso, é necessário fazer o pagamento do DAS MEI todos os meses para manter a empresa regularizada.

É recomendado que. no final de cada ano seja realizada a verificação se as atividades da empresa são as mesmas cadastradas no MEI, para saber se os impostos pagos pela mesma estão corretos. Acompanhamento contábil e um sistema de gestão e emissão são vantagens extras para a empresa, além de facilitar a rotina do empresário.

Ter controle sobre suas notas fiscais e um sistema de gestão e emissão gratuito é um benefício extra para a empresa e facilita a rotina no empresário. O sistema MarketUP disponibiliza um sistema gestor e emissor totalmente gratuito, além de oferecer suporte técnico e treinamentos produtivos.

Quanto custa abrir uma empresa no Brasil?

Saber mais sobre os custos de abrir uma empresa no Brasil é fundamental para você planejar sua vida financeira

Todos sabem que para abrir uma empresa no Brasil existem diversos processos burocráticos, mas, nos últimos anos, com a existência de ferramentas online e artigos na internet, esse fato tem mudado.

Hoje, se você quer realizar o seu sonho de abrir o próprio negócio é necessário, primeiramente, uma boa ideia, mas também ter dinheiro para arcar com as despesas logo de início.

Os custos para inaugurar um negócio variam de acordo com o estado e tipo da empresa, mas, conforme indica o relatório global Doing Business 2017, feito pelo Banco Mundial, o valor inicial médio no Brasil é de aproximadamente R$ 1.600.

De forma geral, o empresário terá que arcar com as seguintes despesas para iniciar o seu plano de negócio: o DARE (Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais), o DARF (Documento de Arrecadação das Receitas Federais), a Junta Comercial e o Certificado Digital.

IMPOSTOS

Os impostos mudam de acordo com a escolha do regime tributário. São eles: Imposto de Renda Pessoas Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto Sobre Serviços (ISS), Programa de Integração Social de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasesp), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Imposto sobre Produto Industrializados (IPI) e a Contribuição Previdenciária Patronal (CPP).

Uma das principais etapas para se abrir uma empresa trata-se de possuir paciência e um bom dinheiro nas primeiras ações, pois devem ser feitos os pagamentos do contrato social, as taxas e registros das esferas Estadual e Federal.

Como é de se esperar, os custos mudam de acordo com o porte da empresa. Existe o regime de Microempreendedor Individual, o conhecido MEI, e o de Microempresa, que por sua vez é maior e tem custo equivalente.

REGIME TRIBUTÁRIO

Outra questão é o regime tributário que deverá ser escolhido para que a empresa fique bem classificada. Atualmente existem três tipos o Simples Nacional, o Lucro Presumido e o Lucro Real.

No caso do Simples Nacional, ele é feito para empresas com faturamento até R$ 4,8 milhões por ano. Segundo o Sebrae é a opção mais adequada, por possuir alíquotas nominais que variam de 4,0% a 22,90% que abrangem diversos setores da economia.

O outro regime de tributação é o Lucro Presumido, escolhido para empresas que faturam até R$ 78 milhões por ano, aqui as alíquotas podem variar de 8% para atividades direcionadas a indústria e comércio, e até 32% para o setor de serviços.

E, por fim, o tipo de regime tributário chamado de Lucro Real tem como objetivo apurar o Imposto de Renda (IRPJ) e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas. Sob este regime incidem alíquotas de 15% e 9%, do PIS e COFINS. É considerado o modo mais complexo de tributos.

Se quiser saber mais sobre esses tipos de impostos, veja este texto do Sebrae.

De qualquer maneira sempre é recomendado a opinião profissional de um contador para que não sejam tomadas decisões precipitadas.

OUTROS CUSTOS

Levando em conta a definição do capital social da empresa, que inclui o valor financeiro que será injetado para a abertura e estabilização das margens, o conjunto de regras da sociedade e a limitação de responsabilidade são determinados pelo valor investido de cada empreendedor.

Existem ainda gastos com vigilância sanitária, licenças e adequações de segurança que devem ser levadas em conta, por exemplo.

A opção mais barata atualmente para se tornar empreendedor é se tornando MEI, pois não há nenhum gasto previsto no processo de abertura, e pode ser feito online no Portal do Empreendedor, onde você já sai com CNPJ após um rápido cadastro.

Para mais informações veja estas dicas do Sebrae para iniciar bem o seu novo negócio e se tornar um empreendedor de sucesso.