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Emprestimo: vale a pena?

4 dicas para você avaliar como sair do vermelho no final do mês

Infelizmente, muitos brasileiros enfrentam problemas financeiros e ficam endividados. Com a crise do novo coronavírus, muitas pessoas encontraram dificuldades para quitar suas dívidas pessoais e empresariais.

O número de famílias com dívidas em cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro bateu novo recorde em abril, alcançando 66,6% , segundo dados da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo)

O endividamento pode trazer grandes problemas e dores de cabeça para a vida de qualquer pessoa. Por isso, para tentar organizar suas finanças, é comum milhares de brasileiros recorrem para o empréstimo.

Mas, será que realizar um empréstimo para quitar as dívidas é uma boa solução?

Antes de recorrer a essa alternativa, é preciso avaliar diversos fatores. Além de, ter um planejamento financeiro para conseguir saber se irá conseguir quitar esta linha de crédito.

Vamos falar a seguir, algumas dicas para você entender se o empréstimo é a melhor saída neste momento de crise.


#1-  Planejamento financeiro

Primeiro de tudo é preciso analisar o porquê você encontra-se nesta situação de dívidas. Muitas vezes a perda do emprego, separações ou até mesmo uma pandemia como esta que estamos enfrentando com o novo coronavírus são causas que levam as pessoas ao endividamento.

Analise todos os motivos que te levaram a essa situação. Assim, é possível fazer um  bom planejamento financeiro e ter maior controle dos gastos  para que esta situação não aconteça novamente.

Comece a organizar todas as receitas e despesas mensais. A partir disto, fica mais claro entender suas despesas fixas e aquelas desnecessárias que acabam desequilibrando as contas no final do mês.

#2- Economize!

A única forma de sair das dívidas é economizar. E além disso, mudar radicalmente seus hábitos de consumo e sua relação com o dinheiro. Para um equilíbrio financeiro, deve-se buscar o hábito de ter um bom controle dos gastos. E a melhor dica para o controle financeiro é: “Gaste menos do que se ganha”, assim você conseguirá lidar com suas despesas e ainda aplicar algum valor, mesmo que seja pequeno no final do mês.

Como a situação financeira já saiu do controle, é preciso ficar atento diariamente com seus gastos. É fundamental saber como você aplica o seu dinheiro e de que forma cobrirá esses gastos. 

A única forma de sair das dívidas é economizar. E além disso, mudar radicalmente seus hábitos de consumo e sua relação com o dinheiro. Para um equilíbrio financeiro, deve-se buscar o hábito de ter um bom controle dos gastos. E a melhor dica para o controle financeiro é: “Gaste menos do que se ganha”, assim você conseguirá lidar com suas despesas e ainda aplicar algum valor, mesmo que seja pequeno no final do mês.

Como a situação financeira já saiu do controle, é preciso ficar atento diariamente com sus gastos. É fundamental saber como você aplica o seu dinheiro e de que forma cobrirá esses gastos. 

#3 – Avalie o empréstimo

Antes de recorrer ao empréstimo, responda essas três perguntas fundamentais:

  •  Como estão suas contas?
  • Qual é o objetivo da solicitação de crédito?
  • Você terá condições de administrar o empréstimo, pagando as parcelas e também seus gastos pessoais?

Ao analisar seus problemas financeiros, você conseguiu identificar se as dívidas cabem integralmente no seu orçamento mensal? Se conseguir encaixá-las em seu orçamento, melhor, pois assim a contratação de um empréstimo com prazos mais longos para a quitação, pode ser um problema.

Em caso de dívidas, às vezes é possível negociá-las. Você também pode considerar se é mais válido adiar um plano para ter tempo de poupar, se tem algum bem para vender ou até mesmo buscar  outras fontes de renda extra etc.

A questão é estar consciente das suas opções e do seu orçamento, para conseguir planejar-se bem e fazer o melhor negócio para o seu bolso, evitando futuras dores de cabeça.

Mas, se as suas dívidas tiverem como origem o cartão de crédito, que vem sendo pago com atraso ou valor inferior ao total da fatura ou, ainda, se o compromisso vem da utilização do cheque especial, que por sua taxa elevada dificulta a quitação com recurso próprio, começa a fazer sentido a utilização do crédito para obtenção da reestruturação financeira.

#4- Qual é o melhor empréstimo para a minha situação?

Existem diversas alternativas de crédito no mercado e é neste momento que vale a pena pesquisar e ver qual é a melhor para você. Na hora da escolha, priorize as melhores condições do mercado. Veja quais as ofertas disponíveis, mas não avalie apenas o banco em que você já possui conta. Avalie todas as propostas e lembre-se que pequenas taxas de juros podem fazer grande diferença a longo prazo.

Hoje podemos dizer que a consignação e o crédito pessoal são boas alternativas do mercado:

O crédito consignado: possui taxa de juros mais baixa, pois para o banco a chance de inadimplência é menor, já que o débito das parcelas acontece direto na folha de pagamento do cliente.  Portanto, avalie se a sua empresa possui algum convênio com algum banco. Pois desta maneira, você terá mais vantagens com as taxas de juros.

Crédito pessoal: no caso de empreendedores o crédito pessoal pode ser a alternativa. Lembrando que, neste momento de pandemia, existem algumas linhas de crédito que podem contribuir com os PMEs. Mas, não se esqueça de comparar as melhores condições para que esse crédito não seja mais um problema financeiro futuramente.

POR: TAINÁ ALMEIDA

 

 

 

 

 

Planejamento Tributário: o que é e como fazer o da sua empresa

Todo empreendedor experiente sabe que não é nada fácil lidar com a pesada e complexa carga tributária brasileira. Mas cumprir com todas as obrigações fiscais é essencial para que a empresa alcance o sucesso dentro da lei. Felizmente, existe uma maneira de obter resultados mais satisfatórios sem comprometer a boa saúde de um negócio. Trata-se do planejamento tributário, que pode salvar uma empresa.

Muitas vezes, empresas dos mais diversos segmentos enfrentam dificuldades devido a um controle financeiro mal feito. Esses problemas podem colocar em risco o presente e o futuro da empresa de maneira dificilmente remediável. Mas o planejamento financeiro pode ser a solução para evitar situações como essa e garantir a longevidade do negócio. Daí a importância de entendê-lo e praticá-lo.

Neste artigo, procuramos explicar melhor o que é planejamento tributário e que função ele exerce na gestão da sua empresa. Abordamos também as melhores maneiras de fazer o seu e garantir uma boa saúde financeira do seu negócio.

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O QUE É PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO?

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Resumidamente, planejamento tributário é uma ferramenta contábil cuja função é auxiliar no cumprimento das obrigações fiscais. Assim como encontrar alternativas legais que possibilitem o pagamento de taxas menores. Em outras palavras, esse planejamento exerce uma função primordial na elisão fiscal. Ou seja, ele permite que as empresas paguem menos impostos sem cometer qualquer ilegalidade.

Além disso, o planejamento tributário tem a função de garantir que todas as obrigações fiscais sejam cumpridas corretamente. Dessa maneira, a empresa pode estar sempre em dia com o fisco e evitar quaisquer penalidades, como multas e outras piores. Mas para que esse planejamento seja feito da maneira correta, o ideal é contar com a ajuda de um profissional da área e entender bem sobre o assunto.

Na prática, existem dois tipos de planejamento tributário: o estratégico e o operacional. O estratégico tem como objetivos definir o regime tributário ideal para a empresa e os incentivos fiscais que serão utilizados. Já o operacional busca o cumprimento das obrigações fiscais do dia a dia, organizando datas e valores a serem respeitados. Ambas modalidades são essenciais para esse planejamento.

POR QUE FAZER PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO?

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Mesmo reconhecendo a importância dessa ferramenta para a saúde financeira de uma empresa, muitos gestores ainda a ignoram. A longo prazo, porém, essa atitude pode resultar em consequências graves capazes de prejudicar o futuro do empreendimento. Por isso é importante conhecer todos os benefícios que a boa prática de planejamento tributário pode representar para a empresa. Veja alguns:

Para reduzir os valores dos encargos

No Brasil, os encargos tributários são pesadíssimos para a maioria das empresas. Os recursos necessários para quitá-los poderiam ser melhor investidos em melhorias na própria empresa, por exemplo. Mas o planejamento financeiro, quando bem feito, pode ser útil para reduzir esses valores por meio de medidas legais. Por exemplo, aproveitando as regras de isenção de impostos de seu município. 

Para postergar o pagamento de tributos

Às vezes, pode ser necessário atrasar alguns pagamentos devido ao capital de giro baixo. Nessas ocasiões, é preferível esperar mais alguns dias a fim de recuperar o caixa antes de comprometê-lo com os encargos. Por meio do planejamento tributário é possível retardar pagamentos sem que quaisquer penalidades recaiam sobre a empresa. Assim, é possível garantir a saúde financeira sem sonegação.

Para evitar pagar mais do é necessário

Infelizmente, não é incomum encontrar empresas que pagam impostos indevidos, prejudicando seu caixa sem haver necessidade. Isso acontece principalmente devido às diferentes regras de tributação impostas por cada município. Conhecer essas regras pode ajudar sua empresa a economizar pode meio da redução de valores retidos pelo fisco. Gestor algum pode deixar essa oportunidade passar.

Para garantir a legalidade da empresa

Estar em dia com a lei é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Sonegar impostos, por exemplo, pode resultar em penalidades pesadíssimas que minam a reputação e saúde financeira do negócio. Mas ao realizar o planejamento tributário, você garante que a elisão fiscal seja feita dentro das regras. Ao contrário do que acontece na evasão fiscal, que é o descumprimento ilegal do pagamento de impostos.

COMO FAZER SEU PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

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Ao contrário do que muitos gestores podem pensar, dedicar-se ao planejamento tributário não é nenhum bicho de sete cabeças. A tarefa só exige um pouco de estudo e paciência. Mas o resultado dessa combinação pode ajudar sua empresa a ser mais bem-sucedida e evitar que problemas fiscais a atrapalhem. A seguir, separamos algumas dicas de como começar a fazer esse planejamento. Confira:

Encontre um contador de confiança

O primeiro passo para resolver as questões tributárias da sua empresa, obviamente, é encontrar um bom contador para ajudá-lo. Este profissional deverá ser responsável por tirar todas as dúvidas que você possa ter sobre regimes tributários.

Conheça melhor sobre a legislação

Se até então você dava pouco ou nenhuma atenção a conhecimentos sobre legislação tributária, está na hora de mudar isso. Dedicar-se a conhecer a fundo as leis e regras que afetam diretamente seu dinheiro pode ajudá-lo a preservá-lo. 

Saiba qual regime tributário é ideal

O regime tributário na qual sua empresa está enquadrada afeta diretamente nos encargos tributários que incidem sobre ela. Portanto, escolher um regime que melhor se adeque a seu bolso pode ajudar você a pagar menos impostos. São eles:

  • Microempreendedor Individual (MEI): faturamento anual inferior a R$ 81 mil;
  • Simples Nacional: faturamento anual de até R$ 4,8 milhões;
  • Lucro Presumido: faturamento anual de até R$ 78 milhões;
  • Lucro Real: faturamento anual acima de R$ 78 milhões.

Saiba usar a tecnologia a seu favor

Assim como já acontece em grande parte das tarefas do dia a dia, contar com a tecnologia pode ajudar sua empresa a economizar. Escolher um sistema ERP adequado para seu negócio, por exemplo, pode ajudá-lo a automatizar a gestão. Assim, sobra mais tempo para dedicar-se a fazer um planejamento tributário eficiente.

Por: Luis Carvalho

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ROI: como calcular e quais são os seus benefícios

Saiba mais sobre o ROI, umas das ferramentas mais utilizadas para medir os resultados de um projeto

O ROI é, de maneira simples, o indicador que mede se a empresa está ganhando ou perdendo dinheiro com um certo investimento. Ele é o que identifica a diferença entre o dinheiro gasto em certa estratégia e o seu respectivo retorno, sendo bastante usado em estratégias de marketing digital na impulsão de campanhas.

E veja bem, quando falamos em ação na internet, estamos nos referindo às suas campanhas de divulgação, de atração de audiência, de geração de leads e de reforço da marca e de sua autoridade.

Onde o marketing está na web, lá é preciso estar o ROI para entender se a sua estratégia tem valido a pena ou se precisa de ajustes.

POR QUE ELE É IMPORTANTE?

Trata-se de uma ferramenta muito importante para todos aqueles que pretendem fazer negócios online. Seja na venda de produtos ou serviços, o ROI ajuda a determinar quais seriam as maiores fontes de lucro da empresa, seus canais de comunicação efetivos e ainda ajuda na avaliação do desempenho da campanha.

Esses indicativos trazem informações importantes sobre a situação dos investimentos do negócio e não é tão complicado de se medir – aliás, ele pode trabalhar junto com outros indicadores.

COMO CALCULAR O ROI?

O Retorno sobre Investimento pode ser calculado facilmente com a seguinte fórmula:

Roi = (receita – custo) /custo x 100%

A receita é aquilo que o negócio acumula a partir das vendas e pode ser medido em certo período. Já os custos são todos os gastos que tornaram o projeto possível, desde contas de telefone e internet, até luz e água.

Com esta pequena conta, você pode avaliar pequenos investimentos e projetos paralelos da empresa. E consegue calcular também o empreendimento de maneira geral, para que se tenha uma visão mais ampla dele.

COMO AVALIAR O CÁLCULO?

Vamos supor que você tenha gasto R$30 mil para abrir uma loja e até o momento ela tenha gerado R$120 mil de receita, em um período de 6 meses. Para calcular o ROI dela faremos o seguinte:

ROI= (120.000 – 30.000) /30.000 x 100%

Então:

ROI= 90.000/30.000 x 100%

ROI= 3 x 100%

ROI= 300%

Então, o Retorno sobre Investimento é de 300% no período 6 meses. Pode-se dizer que a abertura da loja foi um sucesso. Esta fórmula serve, principalmente, para campanhas de marketing, onde se avalia o engajamento e a efetividade de vendas online e campanhas de conteúdo digital.

QUAIS OS BENEFÍCIOS DESSE INDICADOR?

Muito mais do que confiança sobre a efetividade de um determinado investimento, o ROI permite que ações sejam tomadas de forma correta. O aumento dos lucros é uma consequência do bom uso desta ferramenta, removendo estratégias que falham e empregando aquelas que dão certo.

Outro fator relevante é a avaliação do rendimento da equipe através do ROI. Com ele você saberá a performance da equipe em determinados prazos, para que eles se mantenham motivados e conscientes em seu papel de trazer resultados baseados nos investimentos.

Além de tudo isso, essa ferramenta é isenta de julgamentos nos processos de trabalho, focando em repercussões e não em metas pessoais. Uma fórmula simples que proporciona maior imparcialidade nas decisões de gestão, o que permite o entendimento maior da dinâmica empresarial.

5 dicas para melhorar as Contas a Pagar de sua empresa

A boa gestão financeira oferece margem de lucro e equilibra as Contas a Pagar da empresa

Todos os dias os empresários enfrentam situações que exigem sabedoria, principalmente quando o assunto é finanças. A gestão financeira de uma empresa pode parecer um grande desafio, no entanto, ele deve ser enfrentado, pois as manutenções das atividades da empresa sempre geram Contas a Pagar.

As Contas a Pagar são, basicamente, o acompanhamento de todas as compras e contratos da empresa, para que sejam feitos de forma correta. Deve sempre haver uma comprovação de que os números sejam verdadeiros e que a empresa realmente paga pelo o que consome, seja em documentos ou notas.

Na maioria das vezes as empresas têm dinheiro para controlar os seus compromissos de Contas a Pagar, mas o problema, geralmente, está na organização. Por isso é importante cuidar desta parte para evitar estresse desnecessário.

Veja, 5 dicas da MarketUP para melhorar as Contas a Pagar de sua empresa:

1. Use uma ferramenta de gestão como a MarketUP

O controle financeiro é parte essencial na vida do empreendedor, afinal, é preciso lidar com muitos números, dados e balanços a cada minuto. Com a ajuda da tecnologia, esta tarefa está mais fácil, então é importante conhecer uma boa ferramenta de gestão financeira. Nós, por exemplo, oferecemos um sistema gratuito, e junto dele a função de Contas a Pagar.

Nosso recurso tem uma série de vantagens como: agenda de pagamentos, integração com estoque e compras, conhecimento de concentração das despesas e a programação com antecedência para evitar atrasos. Tudo em apenas uma ferramenta, criado para pequenas e médias empresas – inteiramente gratuita e simples.

2. Sempre registre todas as suas Contas a Pagar

Este passo é fundamental para ter total controle sobre os compromissos e também fazer com que você não os esqueça. Assim, é possível realizar antecipações quando você notar que possui um controle maior sobre seu fluxo de caixa.

3. Disciplina é a solução

A organização torna tudo mais claro, sendo que a documentação de sua empresa é responsável por esta parte. A emissão da Nota Fiscal Eletrônica ou NF-e ajuda no controle sobre as contas que devem ser pagas.

É importante lembrar também que quando a data de vencimento de um pagamento cair em algum feriado ou fim de semana, é preciso agendar o débito para o dia anterior. Ninguém gosta de pagar juros por causa de atraso, não é verdade?

4. Tem dívidas? Renegocie

Se em algum mês a sua empresa fechar no vermelho, fique tranquilo isto é perfeitamente natural. Nos dias de hoje, os bancos e financeiras possuem planos de renegociação de dívidas. Até porque nenhuma instituição financeira quer muitos inadimplentes em seus registros.

Mas cuidado: é bom não deixar com que as dívidas acumulem. Quanto mais tempo demorar pior pode ser.

5. Não misture as finanças e mantenha o fluxo de contas organizado

Misturar contas pessoais e jurídicas é muito comum em pequenas e microempresas. É preciso ter em mente, no entanto, que as contas da sua empresa pertencem somente a ela. Não misture nada com dinheiro pessoal, pois o fluxo de caixa pode ficar confuso.

Se você usa patrimônio pessoal para a estabilidade da empresa, é sinal de algo não está bom. É importante também, fazer com que todos os processos internos da organização estejam em pleno funcionamento, o que garante um maior controle.

Dependendo do porte da sua empresa, pode ser muito útil centralizar alguns processos de compras de materiais ou mercadorias em apenas uma área, de maneira que o trabalho flua mais facilmente sem interrupções.

6 dicas simples para economizar e lucrar mais com a sua empresa

É importante prestar atenção à rotina do negócio, planejando os seus serviços e recursos, para saber como economizar e lucrar sempre

Todo empreendedor deve entender algo sobre economia (e, consequentemente, como economizar). Pelo menos o básico, de modo que dê a atenção necessária para algumas áreas e não saia no prejuízo. Numa época de trepidação e instabilidade econômica, qualquer imprudência pode custar caro.

Para isto é necessário se preparar mentalmente. Em um momento de dívida, por exemplo, não é recomendado pensar negativo, pois fica impossibilitada a chance de encontrar uma solução. Neste caso, em específico, o melhor a se fazer é contar com ajuda da sua contabilidade e quem entende do negócio.

Veja outras dicas a seguir para se manter nas rédeas das finanças empresariais.

O importante são os detalhes

Prestar atenção na situação de higiene da empresa, alimentação dos funcionários e produtos necessários para o bem-estar dos mesmos são de extrema importância para uma maior produtividade. Afinal, se faltar alguma coisa para o funcionário ele não irá trabalhar bem. Dê mais atenção aos pequenos valores.

Sem pressa

É mais fácil falar do que fazer, mas tomar alguns minutos extras, para negociar termos melhores com os seus clientes e vendedores pode aumentar mais a sua riqueza do que economizar em pequenas coisas na empresa. Tudo bem, cortar custos faz sobrar mais dinheiro, mas o potencial de dinheiro a ganhar é teoricamente ilimitado dependendo do seu nicho de negócio.

Não misture negócios e despesas pessoais

Existem milhares de motivos para você não misturar suas contas pessoais com as de negócios, o que inclui taxas e tributos, responsabilidades duplas e registros contábeis confusos, por exemplo. Quando as coisas não vão bem, resista ao impulso de ajudar o seu negócio com as finanças pessoais. Pois isto certamente criará uma bagunça, que você terá de lidar mais cedo ou mais tarde.

Evite esperar muito para fazer um empréstimo

Um erro comum de se cometer é esperar até que o seu negócio esteja num problema de financeiro. Antes de solicitar um empréstimo ou linha de crédito em um momento que você terá menos chances de conseguir financiamento, opte por aplicar um empréstimo quando suas finanças ainda estão em um bom estado. Desta maneira o financiamento poderá ser usado para expansão ou como uma linha de emergência para crédito.

Faça projeções financeiras

É recomendável ter um direcionamento financeiro preciso. Seu principal esquema de negócios favorecerá a antecipar desafios futuros. Além de ficar no pé de todos os seus pequenos gastos, para não saírem do controle. Se tiver tudo anotado, você terá mais conhecimento de para aonde seu dinheiro está indo – e para onde pode ir.

Pense além do dinheiro

Quando o seu negócio estiver com um fluxo de caixa baixo e você quiser fazer uma otimização em sua loja. Não é necessário fechar as portas. Ainda existe a prática antiga da troca. Alguns empreendedores ofereceram os seus serviços em troca de outros ofícios alheios, como, por exemplo, oferecer um produto para a empresa que prestará serviços para você, em troca dela ajudar seu negócio a fazer aquela expansão tão desejada. Como uma negociação comum, a pior resposta que você pode receber é um não.