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As mudanças da comunicação nas empresas durante a pandemia

Com o crescimento dos trabalhos remotos, devido à pandemia da Covid-19, as relações humanas tornaram-se ainda mais distantes, principalmente no meio corporativo. Com isso, as empresas viram a necessidade de se adaptar à novas formas de comunicação, além do meio físico e do contato direto. O digital tornou-se a principal ferramenta de interação entre os colaboradores para um melhor funcionamento de toda a corporação e um fortalecimento na comunicação interna – que ganhou extrema importância com a pandemia.

 

De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria BTA, o modelo de trabalho home office se tornou o padrão para ao menos 43% das empresas brasileiras, por conta da pandemia.

 

Para o especialista em comunicação e comportamento humano, Julio Pascoal, as relações interpessoais ficaram mais distantes devido à pandemia. “Quando a gente fala de empresa, estamos falando de um organismo vivo, que tem missões, visões, valores e propósitos. A pandemia afetou o funcionamento lógico, estratégico e todo o planejamento traçado. A primeira coisa que as empresas precisam pensar é como fazer para resgatar as pessoas que foram perdidas por conta do afastamento, porque o contato e a proximidade tornaram-se mais difíceis. As empresas tiveram problemas, porque o distanciamento literalmente afastou em questão de empatia, comportamento e de relacionamento interpessoal”, explica.

 

As empresas podem utilizar diversas ferramentas digitais, mas é necessário saber gerir de forma eficiente para aproximar os seus funcionários. “Existem várias formas dentro da tecnologia de comunicação, mas é necessário saber como utilizá-las.

 

Não adianta eu ter uma ferramenta para fazer reuniões diárias, para entrar em contato com o colaborador, se eu não utilizo isso de maneira eficiente, não tenho um cronograma, e não tenho um funcionamento lógico, de como eu vou cuidar do meu colaborador a distância. O gestor precisa criar uma cultura digital, trazer aquilo que ele fazia na empresa, para o digital”, destaca ainda o especialista.

 

O cientista do Marketing da V4 Company, Wemmerson Seixas, atua na assessoria de marketing e vendas da empresa de forma remota. A empresa, no entanto, já funciona remotamente, independente da pandemia, sem um local físico. Para Wemmerson, algumas ferramentas são importantes meios para um melhor diálogo com a empresa.
 
“Para gestão de maneira geral do trabalho, temos um software interno que controla a produtividade. Todo projeto que entra, alimentamos o software na matriz com as informações pertinentes, como o cliente e o projeto. Além disso, as reuniões são gravadas e neste caso, já entram outras plataformas que ficaram conhecidas, como Zoom, Google Meet, Skype e o próprio WhatsApp. A ferramenta WhatsApp cresceu muito na questão de gerir um negócio, por conta da agilidade e da segurança”, relata.
 

Além de uma maior produtividade por parte da equipe, a comunicação interna também interfere diretamente em como a corporação é vista pelo público. Os dois pontos precisam estar alinhados para um bom desenvolvimento da empresa.

 

“Uma empresa que tem um bom endomarketing, tem colaboradores bem informados e engajados, porque sabe o que a empresa é e como funciona. Quando vai para o mercado, para o marketing, já tem uma força maior, pelo fato de termos defensores da marca, que são os colaboradores. É um alinhamento, se eu tenho uma comunicação interna funcionando, eu tenho uma comunicação externa com potência”, ressalta Julio Pascoal.

 

A pandemia do novo Coronavírus mudou as relações pessoais de forma drástica, e dentro das empresas não foi diferente. Saber adaptar-se aos novos cenários, com comunicação e proximidade entre os colaboradores, mesmo à distância, auxilia para um melhor desenvolvimento das empresas e nas relações de trabalho.

 

Fonte: FolhaPE

Preço e Produto: como estabelecer uma relação lucrativa

Preço e produto devem seguir uma estratégia que priorize o custo benefício do produto, sem abalar a lucratividade de sua empresa

 

Com dificuldades de definir o preço do seu produto? Fique atento nas dicas que separamos pra você. Esse processo pode ser mais fácil do que você imagina.

O Primeiro passo é definir o quanto custa produzir o seu produto, com base nessa definição chegou a hora de formar o preço de venda do seu produto.

Determinar o preço de venda do seu produto é uma estratégia muito importante para o sucesso da sua empresa.

Preço e produto devem seguir uma estratégia que priorize o custo benefício do produto, sem abalar a lucratividade de sua empresa

O risco de se cobrar o preço errado pode significar prejuízo ou grandes perdas para o seu negócio, portanto, vamos ficar atentos e utilizar a estratégia correta.

Preço de venda

Como estipular o preço de venda?

Estipular o preço de venda do seu produto é calcular quanto sua empresa cobrará do consumidor final.

Para isso é primordial conhecer todos os custos envolvidos na produção, e todas despesas para venda, além de determinar qual a margem de lucro que será gerado.

É importante lembrar que o preço final determina também o quanto competitiva será sua empresa frente ao seus concorrentes.

Para ilustrar e explicar melhor, abaixo demonstramos um modelo de estrutura de Formação do Preço de Venda de um produto ou serviço:

CUSTO (Valor pago aos fornecedores) + DESPESAS (Despesas de vendas e administração) + LUCRO = PREÇO DE VENDA

Onde,

Custos: Um custo é quanto a sua empresa gasta para produzir o que será oferecido aos clientes.

Despesas: Uma despesa é quanto a sua empresa gasta para vender um serviço ou produto e, assim, gerar receitas.

Lucro: É o retorno que a sua empresa terá ao vender um produto ou serviço. O lucro é o dinheiro que irá financiar o crescimento do negócio.

 

 

Definição do Produto

A definição de preço é uma estratégia que deve ser continuamente verificada, pois interfere diretamente na otimização do fluxo de seu negócio.

Ao definir o produto que vai ser ofertado ao consumidor final, observe a qualidade física, conceitual e estrutural.

Observados estes três pontos o cliente será conquistado na essência de sua necessidade, não somente pelo produto.

Para atender o consumidor o produto deve conter os seguintes componentes:

 

Benefício central: é a utilidade do produto real e específica do produto. O benefício central está diretamente relacionado à necessidade que o consumidor quer suprir.

 

Transformação do benefício central em produto básico: em outras palavras, as demais funções do produto, além da função central.

 

Produto esperado: significa as condições mínimas ou básicas e esperadas de um produto, por exemplo, que ele funcione adequadamente.

 

Produto ampliado: excede as expectativas do cliente. Este nível é geralmente aplicado no posicionamento da marca.

 

Sistema de consumo: é a maneira como o usuário desempenha as tarefas de obter, usar, adaptar e descartar o produto.

 

Neste processo de definição do produto, o empreendedor deve identificar:

  • Em que consiste o produto;
  • A quem se destina;
  • Para que serve;
  • Qual o desempenho.

O que pode influenciar o cliente a optar por este produto frente aos dos concorrentes e também definir o momento em que este é utilizado.

Todas estas informações vão permitir a identificação dos critérios a serem avaliados e desenvolvidos em relação aos produtos da empresa.

Esse trabalho é considerado difícil e minucioso, pois envolve muitos detalhes que visam um bem comum, a lucratividade.

Para determinar de forma precisa o preço de sua mercadoria, é necessário levar em consideração custo, valor e concorrência.

Para que sua remarcação de preço seja estratégica e não te traga prejuízo.

Quando falamos em preço, produto e remarcação, estamos falando também do cliente, que deve ser respeitado e se sentir bem atendido sempre.

Afinal a estratégia é visar o menor custo benefício ao consumidor final.

 

 

Guerra de Preços Baixos

Antes de cair no que se entende por “guerra de preços baixos”, faça o consumidor perceber que:

  • Seu atendimento e produto tem diferencial no mercado;
  • Agregue valor conceitual a sua marca;
  • Invista em capacitação de equipe.

Deixe claro:

  • Essas ferramentas lhe darão suporte nas vendas;
  • Seu valor no mercado;

Faça o cliente perceber que ao comprar seu produto ele não está gastando e sim investindo em uma marca, um conceito.

Induza a decisão de compra, criar conexões entre os consumidores são objetivos principais na hora da decisão de baixar os preços.

 

Antes de baixar seus preços, questione-se, sobre pontos importantes:

  •  Existe realmente a necessidade de baixar preços?
  •  O meu cliente está verdadeiramente insatisfeito com meu preço?
  •  Meu preço e produto estão bem no mercado?
  •  Minha equipe está capacitada para vender conceito?
  •  O concorrente está correto em baixar desordenadamente?

 

Gestão de Preços

Este ponto deve estudar com detalhes  itens que farão com que sua estratégia de preço consiga  alcançar  sucesso, são eles:

  •  Mercado
  • Concorrente
  • Perfil do consumidor da loja
  • Qualidade do atendimento
  • Vantagens do preço
  • Facilidade ao cliente
  • Comodidade ao cliente

 

Equipe de Vendas

Esta deve ser preparada para efetivação das vendas, veja agora algumas características de uma boa equipe:

  •  Atendimento de excelência
  • Focada nas vendas
  • Capacitada a explorar as missões da empresa
  • Atenta aos desejos dos clientes
  • Oferecer promoções especiais .
  • Considerar e respeitar a fidelização dos clientes

 

Com essas dicas ficará mais fácil compreender preço, produto e a resposta do consumidor.

Com isso as decisões sobre preço serão espontâneas e seguras. Não restando dúvidas para efetivar a remarcação com um preço justo para ambos os lados.

 

FONTE: Sebrae

LGPD: entenda as atualizações e como aplicá-las em um pequeno negócio

Norma federal que entraria em vigor em agosto de 2020 pode passar a valer no próximo ano; saiba do que se trata, quem atinge e como os empreendedores devem se adequar

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) foi aprovada em 2018 e tem como objetivo a proteção de dados pessoais de clientes, de forma que estas informações não sejam compartilhadas e vendidas de uma empresa para outra.

A previsão era de que a LGPD entrasse em vigor em agosto de 2020, mas novas alterações estão previstas devido à Medida Provisória 959 e ao Projeto de Lei 1.179/2020, o qual conta com sanções que vão valer a partir de agosto do ano que vem. Com a aprovação da Medida Provisória, a Lei Geral entrará em vigor a partir de maio de 2021. 

Os próximos passos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais estão relacionados com o prazo de aprovação da MP. Ou seja, deve ser aprovada até 29 de agosto de 2020. Caso não seja aprovada neste prazo, a LGPD pode entrar em vigor ainda neste ano. 

Dessa forma, as empresas que lidam com dados pessoais de clientes precisarão se preparar para assegurar a proteção das informações dos consumidores, seguindo as medidas necessárias e exigidas pelo Governo. 

É importante que os pequenos negócios estejam de acordo com estas exigências a fim de evitar penalizações. Em entrevista para o Estadão, o consultor do Sebrae-SP Marcio Bertolini indica as principais maneiras para que as PMEs possam cumprir o que for necessário. 

Quais são as empresas que devem seguir a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) 

Todas as pessoas físicas e pessoas jurídicas que exerçam atividades que utilizem dados pessoais devem estar de acordo com as regras da LGPD. Assim, se uma empresa se encaixa nesse perfil, ela precisará se adequar independentemente do seu porte: de pessoas jurídicas registradas como Microempreendedores Individuais (MEI) até empresas maiores consolidadas no mercado. 

No entanto, quanto mais informações e dados uma empresa utilizar, maior será necessária a adequação à LGPD.

Mesmo que uma empresa utilize apenas nome, telefone e CPF de seus clientes, é necessário que os consumidores titulares das informações sejam notificados sobre a coleta, assim como tenham acesso a conceder a permissão. Além disso, as empresas devem explicar como os dados serão armazenados e protegidos. 

De acordo com a LGPD, é necessário que todas as empresas que coletam dados de seus clientes os notifiquem sobre esta coleta. Entre os dados pessoais estão as informações que possam identificar as pessoas, como religião, opinião política, origem étnica, filiação a sindicatos, vida sexual, dados de saúde, genéticos, entre outros. 

O cumprimento da Lei Geral será feito pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e estão previstas punições que irão variar de acordo com a infração, podendo ser advertências, multas, entre outras penalizações. 

Como os pequenos empreendedores podem estar de acordo com a LGPD

Segundo Marcio Bertolini, existem algumas práticas principais que devem ser aplicadas nas pequenas empresas, como estabelecer um plano de ação, notificar fornecedores e parceiros, identificar os dados, ter ferramentas de segurança, entre outras. 

Estabelecer um plano de ação: faça um planejamento para definir quais serão todas as etapas de implementação e segurança a fim de estar de acordo com o que é exigido por Lei. 

Notificar os fornecedores e parceiros: é essencial que você, dono da empresa, comunique-se com os profissionais que lidam com o trânsito de dados para que todos estejam seguindo as regras. 

Identificar os dados: saiba quais são os tipos de dados com os quais você trabalha em sua empresa, assim como fazer a identificação de como eles são coletados, armazenados, manipulados, entre outras informações. 

Ter ferramentas de segurança: por fim, é importante assegurar que está tudo protegido, seja com uso de softwares e antivírus ou com a certeza de que apenas pessoas de confiança lidam com estas informações sensíveis. 

Fonte: Estadão – O Estado de S. Paulo 

Por que abrir empresa no Brasil é caro

O Brasil é o país mais burocrático do mundo, segundo o Banco Mundial, mas é também um dos mais caros para abrir uma empresa. Cada modalidade e regime tributário tem um tipo de custo, mas, além disso, há também os custos fiscais, custos para registro de marca, para o capital social, para o investimento inicial, para salários e pró-labore, entre outros. No total, o custo de abertura de empresas no Brasil acaba sendo muito mais alto do que em centenas de outros países. Para diminuir esses custos e também a burocracia envolvida para abrir uma empresa, é fundamental investir em um bom escritório de contabilidade online.

Abrir o próprio negócio é o sonho de milhões de brasileiros, mas, muitas vezes, esse sonho acaba nunca saindo do papel e se tornando realidade por um simples motivo – o alto custo de abertura de empresas no Brasil.

Mas afinal, quanto custa abrir uma empresa no Brasil?

De acordo com um estudo realizado em 2010 pela Firjan (referência ao final), ou a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, comparado com outros países do BRIC (Rússia, Índia e China), nosso país teve um custo anual de R$430 milhões contra os custos de R$166 milhões desses três outros países. Ou seja, um custo R$264 milhões maior.

Além disso, o mesmo estudo também mostra um ranking com 21 dos 26 estados brasileiros para comparar o custo de abertura de empresas em cada um deles. Enquanto o Sergipe é o mais caro, com mais de R$3.500 de custo, a Paraíba é o estado mais barato, com um custo médio de R$960. Já São Paulo é o sétimo mais barato, com uma média de R$1.700, e o Rio de Janeiro é de R$2.800, sendo o quinto mais caro.

Essas diferenças de custo, no entanto, podem variar muito e não dependem exclusivamente dos estados, mas também do porte, da modalidade, do regime tributário e até do ramo de atividade, entre outros detalhes.

Por isso, nós reunimos as principais informações sobre todo o processo de abertura de empresas no Brasil, os gastos que se tem e maneiras para diminuir esses custos. 

Custos por modalidade

O primeiro passo da abertura de empresas é selecionar a categoria do seu negócio. As principais modalidades de empresas, que podem variar de acordo com o processo de abertura e do regime tributário, são:

 

  • MEI

Modalidade mais barata de todas, mas não se enquadra para todos, pois é um tanto limitada. O MEI (Microempreendedor Individual) não possui custo para abrir empresa, mas tem um custo mensal do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que varia entre R$52,25 a R$58,25 por mês.

 

  • ME e EPP

Para ambas essas modalidades, existem custos de abertura, que podem variar entre R$1 mil a aproximadamente R$1.200, dependendo se sua ME (Microempresa) ou EPP (Empresa de Pequeno Porte) é optante do Simples Nacional e se há apenas um único titular/sócio ou se são dois ou mais sócios.

 

  • EI, EIRELI e Sociedade

Essas três categorias, EI (Empresário Individual), EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada) e Sociedade (que pode ser Simples, Limitada, Limitada Unipessoal e Anônima), se enquadram na mesma tributação e possuem o mesmo processo de abertura, que pode custar entre R$675 a R$751. A única diferença entre essas três categorias é a titularidade de cada uma delas.

Custos por regime tributário

Após selecionar a modalidade da sua empresa, o próximo passo é descobrir qual será seu regime tributário. Nesta etapa, não é possível simplesmente escolher a opção que paga menos impostos e que seja mais barata – será necessário, com a ajuda de um contador, fazer as contas e entender qual dessas opções tributárias é a mais vantajosa para a sua empresa especificamente.

Os tipos de regimes tributários são:

 

  • Simples Nacional

Apesar de ser usado pela maioria das empresas, uma vez que simplifica o pagamento de tributos por ser tudo unificado em uma única guia (o DAS), as únicas modalidades que se enquadram no Simples Nacional são MEIs, MEs e EPPs. Isso ocorre porque esse regime tributário tem um limite de faturamento bruto anual de R$4,8 milhões e essas empresas menores são mais beneficiadas.

 

  • Lucro Presumido

Quando o faturamento anual, mesmo de uma empresa de porte menor, como MEIs, MEs e EPPs, ultrapassa o limite de R$4,8 milhões do Simples Nacional, essa empresa deixará de se enquadrar nesse regime tributário e passará a se enquadrar no Lucro Presumido, mas contanto que o limite de faturamento anual não ultrapasse, agora, R$78 milhões.

 

  • Lucro Real

Por fim, se o limite de faturamento anual ultrapassar os R$78 milhões, a empresa, agora, passará a se enquadrar no Lucro Real, onde, diferentemente do Lucro Presumido, tributos a serem pagos serão calculados com base não no lucro, mas no faturamento total da empresa, ou seja, baseado no lucro líquido. Além disso, outros tributos do Lucro Real incluem também os mesmos do Lucro Presumido.

Custos fiscais

Definidos a modalidade e o regime tributário da sua empresa, o próximo passo é registrá-la nos órgãos públicos e obter todos os documentos necessários para que você possa começar a operar as atividades legalmente. Por exemplo, o registro na Junta Comercial, o Contrato Social, o alvará de funcionamento e o registro do CNPJ são algumas obrigações (dependendo da sua empresa e do porte, tributação, modalidade etc.) cujos custos podem variar de R$400 a R$1 mil.

Além disso, também dependendo das características da sua empresa, você poderá ainda ter que lidar com outros tipos de obrigações e custos adicionais, como de autorizações da Prefeitura, da Vigilância Sanitária, do Corpo de Bombeiros etc.

Outros custos

Finalmente, já nos processos finais do custo de abertura de empresas no Brasil, é muito provável – dependendo, como sempre, do seu tipo de negócio – que seja necessário alguns detalhes finais para que seu negócio se torne, de fato, uma empresa. Por exemplo, despesas com investimento, registro da marca, capital social, salários de funcionários, pró-labore etc.

Começando pelo capital social, é indicado uma quantia mínima de R$1 mil apenas para começar a empresa, fazer registro do Contrato Social e liberar o CNPJ. No entanto, é importante ressaltar que esse valor é para algumas modalidades apenas e não vale para todos os tipos de empresas.

Para registro da marca, que deve ser feito para trabalhar com um nome fantasia exclusivamente seu, deve-se realizar um processo com o INPI (Instituto Nacional de Propriedade industrial). Para a consulta do nome, o custo é de R$170; para registrar, de fato, o nome, esse custo poderá variar entre R$300 a mais de R$1 mil.

Finalmente, os custos mensais que quase todas as empresas possuem (exceto pelo MEI) é o pró-labore, ou seja, o “salário” do dono do negócio e/ou de seus sócios, e os salários de funcionários, cujo custo vai além do salário em si e inclui também os tributos e obrigações trabalhistas.

Como diminuir os custos e a burocracia

Independentemente do porte, modalidade ou regime tributário da sua empresa, é fundamental ter um contador ao seu lado. Inclusive, com exceção do MEI, é obrigatório que todos os negócios no Brasil tenham acompanhamento mensal do contador, mesmo que seja somente para manter a contabilidade da empresa em dia.

No entanto, um contador hoje em dia possui muito mais valor que apenas fazer a contabilidade. Principalmente nos casos de escritórios de contabilidade online, são oferecidos serviços que não só auxiliam o empreendedor com o custo de abertura de empresas no Brasil, mas também fazem com que toda a burocracia envolvida seja menos assustadora.

Por exemplo, um contador online pode oferecer, além da contabilidade mensal, que inclui cálculos de impostos, cálculos de folha de pagamento e pró-labore e outras obrigações contábeis e legais, mas também atendimentos personalizados como processo de abertura grátis e sem precisar sair de casa, sendo tudo feito pelo próprio escritório.

Por isso, um bom serviço de contabilidade online é fundamental não só para diminuir custos de abertura de empresas no Brasil, mas para diminuir também a burocracia e manter sua empresa operando legalmente e de forma organizada.

Referência de estudo realizado em 2010 pela Firjan

 

Autor: Contabilizei

 

 

Relatórios de vendas: como ele pode ajudar no controle da sua empresa

Veja o que é e como o relatório de vendas pode ser uma ótima ferramenta para o controle do seu negócio

Quando você pensa em relatório já vem a imagem de inúmeros papéis e dados para serem mensurados. Ou seja, uma tarefa burocrática típica de toda empresa. Mas, não é essa função do relatório e sim auxiliar nas tomadas de decisão inteligente dentro de sua organização. O relatório de vendas é um documento de extrema importância para o seu negócio. Com ele é possível identificar falhas no processo de vendas e saber como saná-las.

Vender é uma das tarefas mais importantes na empresa, pois através dessa atividade provém os lucros, aspecto importante para a sobrevivência no mercado. Por isso, se você está com problemas para reconhecer como está o desenvolvimento de sua empresa, como está o cenário de vendas de seu estabelecimento, não se preocupe que iremos te ajudar. Muitos empreendedores já passaram por esta situação, por isso preparamos um artigo com vários passos para te orientar.

Neste artigo falaremos:

  • O que é relatório de vendas
  • A importância do controle de vendas
  • Como fazer um relatório de vendas
  • Quais dados devem constar no relatório de vendas
  • Quais são os benefícios de um sistema de controle de vendas
  • Como melhorar as vendas em seu estabelecimento

O que é relatório de vendas

O relatório de vendas é um documento para considerar as informações de vendas da empresa. Nele, deve constar dados referente ao volume de vendas realizadas em um determinado período, receita das vendas, qual é o ticket médio entre outras informações. Pois, através do relatório é possível ter o controle de vendas mais assertivo sobre o desenvolvimento do negócio.

Geralmente preenchido pelo vendedor ou atendente de sua loja, o relatório de vendas permite visualizar indicadores das transações, dos vendedores e dos clientes atendidos. Além disso, você consegue também descobrir qual é o tempo de atendimento, qual produto possui mais vendas, desenvolvimento da sua equipe e muito mais.

Com essa análise dos dados de seu estabelecimento é possível estabelecer também alguns parâmetros como: o quanto você está faturando e qual estratégia precisa ser ajustada para vender mais.

A importância do controle de vendas

Controlar sua empresa é entender se o planejamento estratégico está dando certo ou se precisa de adaptações. O setor de vendas requer muita atenção, pois precisa sempre estar em atualizações a fim de acompanhar o mercado. Os clientes querem ser impactados pelas empresas e, por isso, sempre acompanham tendências, tecnologias e inovações. Para que decidam qual local comprar.

Logo, os relatórios de vendas ajudam a ter uma visão gerencial melhor da organização. E com isso fica muito mais fácil traçar as estratégias e metas de curto, médio e longo prazo. Planilhas em Excel para desenvolver a planilha de vendas de sua empresa pode ser um processo nada atrativo. Além de ser um trabalho árduo e cansativo. Não só isso, mas os dados ficam vulneráveis e podem ser perdidos quando salvos em um documento no computador.

Por essa razão, implemente processos tecnológicos para fazer o gerenciamento de sua empresa. Um software de gestão e vendas garante que seus dados sejam preenchidos rapidamente, evitando erros e quaisquer problemas.

Sem contar que relatórios impressos não são interessantes. Por isso, faça a automatização dos seus processos.

Como fazer um relatório de vendas

Bom, agora que você viu o que é o relatório de vendas e como ele é importante, vamos falar sobre como fazer. Assim, você conseguirá avaliar o desempenho comercial do seu negócio. Vamos aos três passos para construir um relatório de vendas eficaz para o seu negócio.

#1 – Registre as informações corretas

Fazer um controle de vendas não é só preencher diversos dados para ter um relatório completo. Além disso, na hora de mensurar as informações pode levar tempo para achar os dados necessários para análise. Portanto, tenha em mente para quem este relatório se destinará, como por exemplo: gerentes, vendedores ou o próprio proprietário do estabelecimento.

Desta forma, consegue-se criar um relatório com uma linguagem mais adequada, bem como obter as informações corretas a serem analisadas. Além disso, é importante também saber qual é o objetivo desse controle de vendas. Assim é possível entender o que se busca com os dados inseridos como:

  • Faturamento dos melhores períodos;
  • Retorno sobre investimento (ROI);
  • Aumento do valor médio das vendas;
  • Melhorias no planejamento estratégico.

Se você precisa entender sobre o faturamento do seu negócio. Nesse caso, as informações para esse relatório são ticket médio, produtos com mais saída etc.

#2- Padronize seus relatórios

É importante que o layout desses relatórios sejam padrão, ou seja, todos os colaboradores da empresa devem utilizar o mesmo. Pois assim, fica mais fácil de localizar as informações e métricas necessárias. O documento deve ser de fácil entendimento e leitura. Não basta apenas inserir os dados sem ter uma estrutura lógica.

Em geral, o relatório precisa ter uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão. Neste caso, ainda, gráficos e figuras facilitam o entendimento das informações.

#3- Inclua prazos e metas

Quem trabalha com vendas sabe que é preciso estabelecer metas. Assim, é possível observar se o seu estabelecimento está conseguindo alcançar ou não aquele desafio proposto.

Por isso, inclua metas no controle de vendas, pois desta maneira fica mais fácil identificar se os seus vendedores estão conseguindo vender ou não. E caso os indicadores indiquem que as metas não estão sendo atingidas, pode ser o momento certo para rever as estratégias de vendas do estabelecimento.

Além do mais, estabeleça prazos para esses relatórios. Com isso, você consegue ter um controle de suas vendas com mais assertividade, seja por períodos como semanais, mensais ou até mesmo anuais.

Quais dados devem constar no relatório de vendas?

Se for parar para pensar quais dados envolvem neste relatório, você deve ter notado que há muita informação. Porém, você deve analisar apenas os dados de acordo com os processos de sua empresa.

Se você quer um ter controle de vendas eficiente em sua empresa, veja a seguir quais informações devem conter no seu relatório.

Dados do faturamento

É importante controlar o valor total das vendas, assim como a quantidade de produtos vendidos. Desta maneira, você consegue entender como está o desempenho do seu negócio.

Ticket Médio de vendas

Defina qual é o ticket médio das vendas gerais, assim como o ticket médio de cada produto ou serviço. Identifique o valor unitário da venda. Com essas informações, é possível entender se a empresa está tendo lucro ou prejuízo.

Taxas de conversão

A fim de ter um retorno positivo para o estabelecimento é normal que empresas façam investimentos em seus negócios. Por isso, é importante identificar quantas pessoas se envolveram com o estabelecimento e se tornaram clientes efetivos da organização.

Dados dos clientes

Outro índice importante é entender os dados dos clientes, pois eles podem ter grande interferência no desempenho de vendas da loja. Muitos indicadores podem ser úteis em seu relatório de vendas como: satisfação dos compradores, percentual de devoluções, nível de lealdade entre outros fatores.

Indicadores dos vendedores

Essa métrica deve ser muito bem avaliada, pois é como sua equipe está te ajudando a conquistar seus objetivos e metas. Se houver falhas com seu time todo o desempenho do seu negócio pode ser prejudicado. Portanto, fique atento à quantidade de e-mails enviados, telefonemas feitos, reuniões agendadas, propostas enviadas, negócios fechado, número de clientes prospectados, pois com essas informações você consegue analisar o desempenho de cada um para motivarem a sempre oferecer um ótimo atendimento. O entusiasmo é o grande sucesso de suas vendas.

Quais são os benefícios de um sistema de controle de vendas gratuito MarketUP?

Ainda que as planilhas de vendas sejam muito úteis, existem outras opções mais modernas e eficazes para os empreendedores. Uma delas é o sistema de controle de vendas gratuito MarketUP. Com este sistema completo, você não precisa sequer perder tempo criando ou buscando uma planilha de vendas para usar em sua empresa.

Por meio do controle de pedidos de vendas é possível ter todas as informações do que foi vendido, assim como dados do cliente. Além de otimizar as vendas, esse recurso permite ainda que os empreendedores tenham mais segurança em seu controle de saída de produtos. Desta forma, oferece um controle maior na gestão do seu negócio.

Até o processo de devoluções de produtos, que costumam ser uma dor de cabeça para empresários, pode ficar mais fácil. Isso é possível com a ajuda de um recurso do sistema de gestão MarketUP, que permite o estorno total ou parcial de compras. E o melhor, é que seu estoque e o financeiro também são corrigidos automaticamente.

E se a emissão de boletos é uma tarefa chata, um sistema de controle de vendas pode mudar isso. E também facilitar diversas formas de pagamento para os clientes. Além, é claro, de emitir boletos com condições especiais como descontos e facilidades no prazo do repasse padrão.

Por fim, um sistema de controle de vendas pode também facilitar o pagamento da comissão aos vendedores da empresa. Você pode também excluir, ajustar e aprovar bonificações de seus funcionários, além de saber quem são os seus melhores vendedores.

 

Quer saber mais sobre como um relatório de vendas pode ajudar a sua empresa? Assista o vídeo abaixo:

 

Por: Tainá Almeida

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Como ter uma empresa sólida em 2020?

Algumas coisas mudaram desde o início de 2020. A crise causada pelo coronavírus, afetou o mercado como um todo e novos obstáculos surgiram para os empreendedores, mas uma questão, ainda mais agora, ainda traz dúvidas para os pequenos empresários: Como ter uma empresa sólida?

Para aqueles que estão iniciando uma empresa, é necessário ter em mente duas perguntas básicas: O que significa sucesso para você? O que realmente significa empreender?

É importante saber onde quer chegar e quais serão os passos para conquistar as metas e os objetivos. Por isso, é de extrema importância ter um planejamento estratégico, assim como um plano de negócios.

Apesar do fácil acesso à informação, às vezes, o alto número de dados que os empreendedores recebem no dia a dia dificultam o planejamento e a definição de metas objetivas.
Isso é muito comum em empresas que estão começando. Por esse motivo, a seguir vamos dar 4 dicas importantes para ter uma empresa sólida no mercado.

#1 – Planeje-se

Antes de abrir qualquer negócio é interessante fazer muito planejamento. Aliás, para tudo na vida é preciso de organização, ter um plano, não é mesmo? Para o mundo empresarial, não seria diferente. Defina as estratégias para sua empresa, principalmente agora neste momento que estamos vivendo.

Qual é meu objetivo?
Para onde queremos ir?
Como chegar lá?

Portanto, nessa etapa não hesite em fazer pesquisas, traçar as metas e objetivos, desenvolver uma análise Swot etc.

#2 – Fique atento às tendências

Com o fácil acesso à internet, o público está cada vez mais exigente. Diante disso, as empresas precisam estar ligadas nas tendências do mercado. Hoje, por exemplo, oferecer opções como delivery ou loja virtual, são requisitos importantes para um negócio. Muitos consumidores, começam a usar algum determinado serviço pelos valores que a companhia possui, agilidade, qualidade no atendimento, entre muitos outros fatores. Por essa razão, fique atento às novidades para surpreender o seu público e conquistar mais clientes para o seu negócio.

#3 – Conte com a tecnologia

As empresas estão em constante transformação, portanto, a adaptação é inevitável. Para acompanhar o mercado e conseguir bons resultados, o uso da tecnologia faz toda a diferença em sua empresa.  Atualmente, por exemplo, o público está conectado o tempo todo nas redes sociais. Por isso, aproveitar o mundo online para vender mais pode ser uma boa estratégia. Diante disso, para você, dono de um empreendimento, é preciso ficar atento às tecnologias e aos serviços que surgem diariamente.

#4-  Utilize um sistema de gestão

Para ter uma empresa bem estruturada e sólida no mercado é necessário muita organização. E, claro, uma boa administração do empreendimento. Muitos empreendedores não possuem conhecimento de gestão e, por isso, acabam levando o negócio ao falecimento prematuro.

Além disso, ter todo o controle da empresa manualmente não é uma tarefa fácil e ainda pode ser uma função passível de erros. 

Ao utilizar um sistema integrado de gestão empresarial gestão você consegue otimizar o dia a dia da empresa e trazer mais agilidade e transparência no trato das informações.

O sistema de gestão empresarial muda a rotina da organização trazendo benefícios práticos. Algumas tarefas como: controle de estoque, emissão de notas fiscais, PDV, entre outros processos operacionais, são algumas das diversas funções disponíveis em um sistema de gestão.

Muitos empreendedores no início da operação não costumam contratar um ERP (Enterprise Resource Planning), pois essas plataformas geram um custo no orçamento . Porém, a MarketUP, a fim de contribuir para o dia a dia do empresário, oferece um sistema de gestão, 100% gratuito, capaz de alavancar os resultados da sua empresa.

 

POR: Tainá Almeida

MP 927 e MP 936: Novas medidas trabalhistas para superar a crise

Como as novas regras podem ajudar na economia e nas contas das empresas

Devido à pandemia do novo coronavírus, o governo flexibilizou algumas medidas para evitar as demissões em massa e ajudar os empresários, principalmente os pequenos empreendedores, a manterem seus colaboradores.

Neste momento complicado essas medidas servem para promover acordos entre empresas e colaboradores. Desta maneira, tanto os empregos como os negócios são preservados.

Nessas regras trabalhistas, estão algumas mudanças como:

 

  • Home office;
  • Antecipação de férias;
  • Uso do banco de horas;
  • Suspensão temporária de obrigações;
  • Suspensão de contrato de trabalho;
  • Redução da jornada de trabalho e salários.

 

Vamos falar neste artigo um pouco mais das medidas para você, empreendedor, conseguir aplicar em seu negócio.

O que é MP 927? 

A MP 927 é uma medida provisória  que foi publicada no dia 22 de março de 2020 como parte das ações de enfrentamento do coronavírus. Essas ações foram adotadas para preservar os empregos – visto que a pandemia levou à paralisação das atividades econômicas devido ao isolamento social.

Como não sabemos como será a evolução desta doença, a MP 927 é mais uma medida para diminuir os impactos negativos desta crise nas empresas e na vida de milhares de trabalhadores.

Neste momento, vale o que for acordado entre trabalhador e empresa, desde que o contrato respeite à Constituição.

Essa flexibilização da lei trabalhista é válida em todo território nacional. 

Veja o que muda com a MP 927

Migração para o trabalho à distância

Muitas empresas já estavam migrando suas operações para o famoso home office. De acordo com a nova lei, o empregador pode adotar o teletrabalho a qualquer momento, desde que notifique os colaboradores no prazo de 48 horas.

Além disso, as condições e manutenção do trabalho devem ser acordados entre a empresa e os funcionários. Pois, a empresa deve fornecer os equipamentos necessários, caso o trabalhador não tenha em casa.

Antecipação de férias individuais

Nesta nova medida, o empregador pode antecipar as férias dos colaboradores, principalmente, aqueles que estão no grupo de risco. Porém, a empresa deve notificar o funcionário com 48 horas de antecedência. 

Agora o pagamento  das férias pode ser postergado até o 5º dia útil do mês seguinte. Assim, as empresas conseguem se organizar financeiramente. Já o pagamento de ⅓  de férias pode ser pago até dezembro, no mesmo prazo do 13º salário.

 

Férias coletivas

A empresa também pode conceder férias coletivas para a sua equipe, sem a necessidade de comunicação prévia ao Ministério da Economia e sindicatos.

 

Suspensão de férias de profissionais da saúde e serviços essenciais

Devida à pandemia, os profissionais da área da saúde e dos serviços essenciais são importantes neste momento.  A MP 927 autoriza a suspensão de férias ou licenças não remuneradas. Essa decisão deve ser formalizada, preferencialmente em até 48 horas. 

 

Aproveitamento e antecipação de feriados

Outra medida útil para evitar a permanência de colaboradores na empresa é a antecipação de feriados, sejam eles municipais, estaduais, federais e mesmo religiosos.

Além disso, o empregador poderá utilizar os feriados para compensar o banco de horas.

A única ressalva é que a antecipação dos feriados religiosos precisa da concordância do trabalhador.


Adiamento do recolhimento de FGTS

Durante a pandemia, as empresas podem suspender o recolhimento do FGTS nos meses de março, abril, maio e junho de 2020. As organizações devem voltar a recolher em julho deste ano e parcelar os meses  anteriores em até seis vezes, sem cobrar multas ou encargos.


Regime especial de compensação de horas

Na MP 927, o banco de horas pode ser usado para compensar o período de dispensa dos colaboradores, mediante acordo individual. Mas a compensação de horas deve ser feita por até 18 meses após o término, respeitando o limite de duas horas extras de trabalho ao dia previsto na CLT.

Na MP 927, as empresas não podem suspender contratos ou salários, como foi divulgado anteriormente. Mas, uma nova medida provisória foi publicada no dia 01 de abril, para regulamentar a redução de salários, jornadas de trabalho e a suspensão do contrato de trabalho – a MP 936.

 

A MP 936

Após toda a polêmica de suspender os contratos de trabalho na MP 927, a nova medida traz mais segurança ao colaborador.

Redução proporcional de salário e jornada

Nesta nova medida provisória, fica permitida a redução dos salários, de acordo com a forma proporcional da jornada de trabalho, com redução em até 25%, 50% ou 70%.

Exemplificando: se o empregado trabalha normalmente 40 horas semanais e passa a trabalhar 20 horas, podemos afirmar que sua jornada de trabalho foi reduzida em 50%. Portanto, pode-se aplicar essa redução no salário também. Porém, tudo deve ser acordado com o funcionário que, por sua vez, precisa aceitar.

Um ponto importante é que o salário-hora deve ser preservado, isso significa que o quanto o empregado ganha por hora trabalhada se mantém. Além disso, o funcionário conta com a garantia do emprego durante o período que o salário foi reduzido e de forma proporcional, após o término da redução.

O que significa que, se a redução foi feita por 2 meses, esse funcionário deve ter a garantia do seu emprego nos 2 meses da redução e 2 meses após a redução, garantindo assim 4 meses em seu emprego.

Além disso, o colaborador também irá receber um benefício do governo chamado Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda.

Com ele, o governo garante o pagamento de um percentual do seguro desemprego de acordo com o percentual reduzido na jornada e salário. Caso o empregado seja demitido ao final desses acordos, ele receberá o seguro desemprego normalmente, sem redução de valores.

O prazo máximo de duração dessas reduções é de até 90 dias, durante o estado de calamidade pública, e o prazo de aviso ao Ministério da Economia dos acordos de redução é de até 10 dias. 


Suspensão do contrato de trabalho

Durante este momento de crise, as empresas podem suspender o contrato de trabalho por até 60 dias, podendo ser divido em dois períodos de 30 dias.

Na suspensão o empregado não pode realizar nenhum serviço para o empregador durante todo o período. Caso isso aconteça, a organização será punida e o colaborador terá  a suspensão do contrato encerrada. 

Mas, apesar da suspensão o empregador deve manter o pagamento dos benefícios já concedidos ao funcionário como, vale-transporte, vale-refeição entre outros.

Para o colaborador ter mais uma segurança neste momento, ele recebe 100% do valor do seguro desemprego pago pelo governo e este valor não interfere no recebimento do seguro, após o empregado ser demitido.

Empresas que declararam ter uma receita bruta superior a R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais) no ano de 2019 só podem suspender contratos se pagarem uma ajuda de compensação mensal, no valor de 30% do valor do salário do empregado. Nesse caso, o auxilio do seguro desemprego pago pelo governo é de 70%.

Mas, quando falamos da suspensão de contrato, é recomendado que a formalização seja feita conforme a Constituição Federal, para que não haja problemas futuros e tenha uma garantia jurídica. Além disso, a formalização deve ser feita por um acordo junto ao sindicato.

 Rescisão

Caso o empregado seja demitido durante o período de garantia provisória, ou seja, no meio da vigência desses acordos, o empregador deve pagar, além da rescisão, uma indenização no mesmo valor do percentual dos acordos.
Por exemplo, caso o empregador demita um empregado no meio do acordo de suspensão, além da rescisão comum, ele deve pagar 100% do salário que o empregado teria direito durante o período de garantia do emprego. O mesmo vale para os contratos de redução. Essa indenização só é válida se a demissão não for por justa causa ou a pedido do empregado.

 

POR: TAINÁ ALMEIDA

Como fazer sua empresa ser um negócio estável em 2020?

Tirar uma ideia do papel não é uma tarefa fácil. Visto que iniciar um novo negócio requer planejamento, conhecimentos, tempo e claro um pouco de coragem. 

É imprescindível pensar no futuro e estar preparado para as adversidades que podem ocorrer no caminho, como agora. Momento para corrigir algumas rotas e repensar novas alternativas.

De uma maneira geral, o rumo do seu negócio irá depender de você, e serão as suas decisões que definirão se a sua empresa irá se manter ou até crescer ou não.

Ao pensar em crescimento, falamos em expansão, ou seja, em um negócio escalável. Porém, para isso, é necessário que você tenha os recursos corretos, assim como uma gestão eficiente.

O que é escalabilidade?

A escalabilidade tem como objetivo aumentar o volume das atividades de produção, mas sem a ampliação dos custos do negócio. Ou seja, um negócio com boa escalabilidade aumenta o faturamento sem precisar elevar proporcionalmente os custos, gerando assim um alto potencial de expansão.

Mas, quando pensamos em escalabilidade, precisamos entender de que forma o negócio irá se comportar e como ele vai crescer.

Escalabilidade horizontal (out)

Empresas que escolhem este modelo tem como meta ser referência em seu segmento. Desta forma,  não é um negócio que atende apenas um público e sim uma marca que abrange uma diversidade de clientes, mercados, tornando-se líder no campo em que atua. A atuação é ampla o que gera mais vendas.

Escalabilidade vertical (up)

Já na escalabilidade vertical, a empresa quer crescer, porém, dentro do seu próprio segmento. Um exemplo deste modelo: você possui um estabelecimento que vende bolsas, a ideia é que seja vendida a maior variedade de bolsas para abranger as demandas deste nicho.

O que eu preciso para ser uma empresa escalável?

Alguns pontos são extremamente importantes para o crescimento saudável do seu negócio.

  1. O custo não pode crescer de forma proporcional à receita;
  2. Você não poderá gastar muito para conquistar seus clientes. Ou seja, o seu CAC (Custo de Aquisição de Cliente) deve ser baixo;
  3. Os objetivos da empresa devem ser claros e tangíveis.

6 dicas para sua empresa crescer em 2020

1. Cliente em primeiro lugar

 

O cliente tem sempre razão? Às vezes. Soa óbvio, mas em um mundo onde todos podem dar sua opinião abertamente sobre marcas e serviços nas redes sociais, qualquer deslize pode causar perda de clientes e, consequentemente, dinheiro.

Use os dados que os consumidores deixam na internet, seja por compra ou pesquisa, e procure entendê-los. Você poderá, então, ter mais noção do valor que sua marca pode passar.

 

2. Inteligência Artificial

Ela está nos carros, nos aviões, na palma de nossas mãos e até mesmo nos aspiradores de pó. A chamada IA – Inteligência Artificial, já está presente em nosso dia a dia, influenciando a sociedade e facilitando a vida das pessoas.

A tendência do futuro, é que muito mais empresas passem a usar este tipo de tecnologia ao seu favor na intenção de satisfazer o público.


3. Acompanhe o mercado 

Nos últimos anos, o consumidor ficou mais exigente. Com fácil acesso à internet e a informação, as marcas precisam focar na qualidade de seus produtos e serviços, bem como estarem focadas nas tendências do mercado.

Hoje em dia, para ter sucesso nas vendas, as empresas precisam explorar a tecnologia e acompanhar a jornada do cliente. Pois, desta forma elas conseguem compreender todo o processo para que o cliente se torne fiel à marca.

Mantenha-se atualizado para ter mais chances de sair na frente de seus concorrentes.

 

4. Use um sistema integrado de gestão empresarial

Por mais que você, empreendedor, tome conta de todos processos de sua empresa, se desdobrar em mil para atender às tarefas pode ser algo complicado. Aproveite para investir em um neste momento e para organizar a administração do seu negócio.

Você pode até contar com vários colaboradores, porém já pensou em usar a tecnologia?

O sistema integrado de gestão empresarial é a forma simples e prática de desburocratizar os processos operacionais de seu negócio. Por meio dele, você integra os processos internos de sua empresa e economiza tempo e dinheiro.

Além dessa plataforma contribuir nas vendas, controle de estoque, financeiro é a uma tecnologia que pode contribuir também com maiores resultados ao seu negócio.

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5. Loja Virtual

Essa é uma possível alternativa a ser adotada, principalmente, após a mudança que tivemos nos hábitos de consumo. Com o crescimento das compras online e a criação de decretos estaduais e municipais determinando o fechamento dos comércios, devido ao novo coronavírus, têm sido fatores que influenciam.

Criar uma loja virtual é uma maneira de manter o estabelecimento ativo. Aproveite esse período e estudo sobre o assunto em vários cursos, inclusive gratuitos, disponíveis na internet.

Utilize esse tempo para criar o seu e-commerce, cadastrar todos os seus produtos no ambiente online e não perder as vendas.

Dentro da plataforma MarketUP você consegue habilitar a sua loja virtual. Saiba mais no conteúdo exclusivo que disponibilizamos gratuitamente.

Além disso, a integração entre o sistema de gestão e a loja virtual garante maior controle e praticidade no dia a dia do seu negócio.

 

6. Delivery

O serviço delivery é outra necessidade para muitos comércios nesta ocasião.

Nesta modalidade os estabelecimentos podem tanto se cadastrar na plataforma de algum aplicativo de entrega, como Ifood e UberEats, por exemplo. Assim como, oferecer o seu próprio serviço.

Para essa opção é preciso estar atento ao controle e a qualidade nas entregas. Por este motivo, ter ferramentas como um software de gestão para ajudar é sempre um bom negócio. E aliar a tecnologia na tarefa ainda colabora para ter mais agilidade no serviço.

 

POR: TAINÁ ALMEIDA