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O que é a Indústria 4.0? Como ela pode impactar no seu negócio?

Conheça a nova revolução tecnológica e entenda o que ela significa para o mercado

 

O mundo está em constante desenvolvimento e o crescimento das tecnologias é um dos acontecimentos mais notáveis para isso. Se um dia a “prensa de Gutenberg” revolucionou a dinâmica para a cópia de livros e modificou mercados a partir do século 15, mais recentemente a internet quebrou outras barreiras físicas e conceituais. Atualmente, no século 21, presenciamos esse desenvolvimento tecnológico contínuo, período em que o termo “Indústria 4.0” é cada vez mais popular.

 

Também chamada de “Quarta Revolução Industrial”, a “Indústria 4.0” é, conceitualmente, a automação e uso da tecnologia da informação aplicadas aos processos de manufatura. Ou seja, é com o uso de ferramentas altamente tecnológicas que será possível tornar os processos produtivos cada vez mais eficientes e autônomos. E o resultado disso, em certa medida, já está acontecendo ao seu redor.

 

No dia a dia, por meio da “internet das coisas” — a interconexão digital de objetos comuns com a internet —, por exemplo, algumas tarefas tornam-se cada vez mais automáticas. Se antes, para usar a internet, era preciso ligar um computador, atualmente já é possível dar comandos para uma geladeira pesquisar algo enquanto você prepara seu café da manhã.

 

Porém, antes de entendermos como a “Indústria 4.0” impacta no mercado global e no seu negócio, é importante compreender as outras revoluções anteriores.

 

Primeira Revolução: Há pouco mais de dois séculos, na Europa, a “Indústria 1.0” teve seu início. O período ficou marcado pela substituição do trabalho artesanal pelo uso de máquinas. Essa mudança nas fábricas fez com que a produção aumentasse e os processos se tornassem mais automáticos. Como consequência, a quantidade de itens produzidos aumentou à medida que o maquinário era aperfeiçoado.

 

Segunda Revolução: Durante o século 19, algumas mudanças permitiram que acontecesse o que chamamos de Segunda Revolução. Além da grande produção possibilitada pela Primeira Revolução, já havia uma especialização do trabalho, com linhas de montagem e a busca pela diminuição do custo ao produzir. A indústria automobilística, muito forte hoje em dia, foi um dos espaços para o crescimento dessa segunda fase de produção em cadeia.

 

Terceira Revolução: O terceiro passo do desenvolvimento tecnológico começou a ser dado no século passado. Essa Revolução da indústria é caracterizada, entre outras coisas, pelo uso de diversas fontes de energia e crescimento em recursos da informática. As tarefas braçais foram diminuídas ainda mais e sistemas automatizados, como computadores, satélites e celulares, ganharam espaço.  

 

Indústria 4.0 - Saiba mais

 

CONSEQUÊNCIAS DA QUARTA MUDANÇA

 

Após três grandes marcos da produção industrial ao longo da história, o mercado global do século 21 também passa por mudanças. A virtualização de ferramentas e evolução da robótica faz com que os trabalhadores precisem cada vez mais de capacitação técnica e estejam em constante atualização. Além disso, tecnologias como o “big data” — estruturas de dados — trazem novas abordagens para as empresas e permitem um melhor gerenciamento das informações. Entretanto, o tema ainda é motivo de dúvida para muitos que têm uma empresa, principalmente devido à grande abrangência da tecnologia. Muitos empreendedores questionam: “como aplicar isso na minha empresa?”

 

RECURSOS POSSÍVEIS

 

Para quem deseja fazer uso de pilares básicos da “Indústria 4.0” no negócio, independente do tamanho do empreendimento, é preciso saber algumas funções possíveis.

 

Conectividade: A conectividade é um dos itens que compõem a “Indústria 4.0”, portanto, seu bom uso é necessário. Um exemplo de aplicação eficiente pode ser a conexão de sistemas diferentes aplicados ao maquinário utilizado no trabalho. Principalmente porque a “conversa entre equipamentos” gera dados importantes e essas informações podem ser transferidas ao ERP.

 

Perfil do cliente: Por meio do uso do “big data”, é possível compilar e processar informações úteis para seu segmento. É possível analisar desde o comportamento do público em alguns departamentos até o potencial de consumo de determinada faixa etária.

 

Prevenção de falhas: Com o uso de softwares, é possível prever e evitar falhas na gestão empresarial, seja no sistema de gerenciamento de vendas ou no site do seu negócio. Com uma manutenção preventiva bem feita, ganha-se nas tomadas de decisão e é possível mergulhar mais fundo na ideia da “Indústria 4.0”, um conceito — e prática — que não tem mais volta. O mundo continua se desenvolvendo cada vez mais, é preciso acompanhá-lo.    

 

POR: Rudiney Freitas

 

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Por que investir em Trade Marketing?

Em algum momento você já deve ter escutado este termo em sua carreira profissional. O Trade Marketing é de extrema importância para a relação das Indústrias com o consumidor final, e em contrapartida você pequeno empreendedor ganha diversas vantagens com essa conexão.

 

O QUE É TRADE MARKETING?

 

O trade marketing chegou ao Brasil por volta da década de 1990 e, desde então, tem revolucionado o mercado B2B.

 

Trade Marketing é o trabalho de setores como marketing, vendas e logística com objetivo de melhorar a distribuição das mercadorias em pontos de vendas.

 

Estes setores criam um plano de ação para essa distribuição a fim de estimular quem vai comprar e consumir.

 

As indústrias precisam conectar sua produção ao consumidor final e por isso investir em trade marketing é uma ótima opção.

 

Além da disputa por espaço na gôndola, o trade marketing também tem a função de detectar oportunidades no ponto de venda.

 

Quem lucra com essa disputa de conquistar o consumidor final é você micro e pequeno empreendedor.

 

Com o Trade Marketing você tem acesso a produtos de grandes indústrias com condições especiais. Confira a nossa Central de Compras.

 

VANTAGENS DO TRADE MARKETING

 

1.Amplie o conhecimento da marca

 

Com o trade marketing é possível ampliar o conhecimento da marca surtindo efeitos no consumidor final. As ações precisam fazer com o que os produtos do fabricante sejam interessantes para os parceiros dos canais de distribuição

 

Por isso, as características do produto devem ser reforçadas na comunicação, como funcionalidade, preço e valor para o cliente, para que a proposta se torne atrativa.

 

2.Relações mais sólidas com os varejistas

 

Os fabricantes precisam criar relações mais aprofundadas com o comércio varejista para o bem das transações comerciais. Promoções estratégicas e incentivos frequentes são ações de trade marketing capazes de motivar e impulsionar as taxas de recompra.

 

Portanto, as ações de trade marketing devem criar situações que favoreçam essa proximidade e alimentem a confiabilidade da relação entre fabricantes e parceiros da rede de distribuição.

 

3.Traz uma visão estratégica do negócio

 

Sabemos que cada empresa tem necessidades específicas e um público distinto. Por isso, é fundamental que se tenha uma perspectiva abrangente do negócio antes de planejar uma tática.

 

O planejamento estratégico é o primeiro passo para o trade marketing. Ele posiciona o cliente para só depois serem decididas e executadas as ações.

 

4.O valor do produto

 

Os clientes estão mais exigentes em relação aos seus fornecedores. Então, é cada vez mais importante encontrar uma forma de determinar o “valor” que os produtos têm e comunicar claramente isso.

 

Nas atividades de trade marketing é importante conhecer o ramo de atividade do fabricante. Além disso, saber quais as demandas dos varejistas, de forma a determinar qual será a estratégia adotada.

 

Nas atividades de trade marketing é importante conhecer o ramo de atividade do fabricante, saber quais as demandas dos varejistas, de forma a determinar qual será a estratégia adotada.

 

Por fim, todos sabem que o preço não é mais o único elemento que determina a venda de um produto. Na verdade, uma gama de fatores pode ser explorada a fim de torná-lo atrativo. Investir em trade marketing é o que pode trazer as respostas sobre como conseguir isso!

 

Por: Tainá Almeida

 

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