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NFC-e tem emissão cinco vezes maior que 2017

Gradualmente a NFC-e tem aumentado o seu número de emissões, principalmente por se tornar obrigatória em alguns estados

 

O número de Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) emitido nos seis primeiros meses deste ano ultrapassou 348 milhões de documentos. Cinco vezes maior do que a quantidade emitida no mesmo período do ano passado.
A NFC-e foi instituída pela Sefaz gradativamente de junho de 2016 a janeiro deste ano em substituição à nota fiscal de venda ao consumidor, modelo 2, e ao cupom fiscal emitido pelo Emissor de Cupom Fiscal (ECF).

O número expressivo de documentos foi emitido pelas empresas do comércio varejista de Goiás. Mesmo diante dos dados positivos, o superintendente de Informações fiscais, Alaor Soares Barreto, alerta que cerca de duas mil empresas do Simples Nacional que, desde janeiro devem emitir a NFC-e, ainda estão utilizando o Emissor de Cupom Fiscal (ECF).

“Essas empresas vão receber nos próximos dias comunicado da Sefaz alertando-as para o cumprimento da obrigação acessória para evitar autuação. Barreto destaca que, do segmento varejista, a NFC-e só não é exigida do Microempreendedor Individual (MEI). Para os demais segmentos, entre eles o atacado e a indústria, continua sendo exigida a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).

 

Certificado digital

 

O auditor fiscal Wellingon Mijolário explica que, para começar a emitir a NFC-e é preciso ter um certificado digital, o programa emissor e fazer o credenciamento no site www.nfce.go.gov.br.

Entre as vantagens para o empresário da adoção da nota eletrônica, estão a redução de custos e a desburocratização na implantação e manutenção do sistema.

“Além de dispensar o uso do ECF, a impressão do documento é feita em impressora comum” explica o auditor. Outro aspecto importante é que o repasse à Sefaz dos dados das vendas passa a ser feito de forma automática e instantânea.
A NFC-e também traz vantagem para o consumidor, como maior transparência e segurança, uma vez que a nota fiscal poderá ser consultada online a qualquer tempo, utilizando a chave de acesso da nota por meio do site ou o QR Code através de aplicativo de celular.

A essa vantagem soma-se o fato de o sistema estar interligado ao da Nota Fiscal Goiana para que o consumidor acumule pontos no programa ao pedir o CPF na nota fiscal.

Fontes: Comunicação Setorial – Sefaz e Cenário MT

Saiba como verificar instabilidades na Sefaz de seu estado

Em certos momentos a Secretaria da Fazenda de certos estados passa por instabilidades, prejudicando a emissão de NF-e

Uma situação que acontece em certos momentos com os empresários emissores de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é eles não conseguirem emitir suas notas em certos momentos do dia. E uma questão prevalece, por qual motivo isso acontece? Uma das respostas podem ser instabilidades do servidor da Sefaz (Secretaria da Fazenda) de seu estado, o que impede a comunicação entre a MarketUP e o Fisco.

Para saber se em algum momento em específico a Sefaz de seu estado está instável, existe um meio simples e prático, do qual você pode entrar no Portal da Nota fiscal Eletrônica da Secretaria da Fazenda e verificar se seu respectivo estado está com a cor verde, como o indicado abaixo:

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Além das siglas dos estados respectivos, você pode verificar a disponibilidade através das legendas:

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O que é necessário para emitir uma NF-e?

1ª ETAPA: Adquirir um Certificado Digital (do tipo e-CNPJ, NF-e no modelo A1 ou A3)

A Nota fiscal Eletrônica é um arquivo digital e para que tenha validade junto a Secretaria da Fazenda, ele deve conter uma assinatura digital, ou seja, uma garantia de autenticidade do arquivo eletrônico – o que comprova que a empresa realizou o envio da NF-e para o portal.

Existem duas opções para a emissão de nota fiscal eletrônica: NF-e ou e-CNPJ. A diferença é que o certificado NF-e pode ser emitido em nome de um funcionário, ficando apenas para emissão de Nota Fiscal, sem acesso aos demais dados da empresa. Já o e-CNPJ só pode ser emitido em nome do responsável legal pela empresa.

Você pode adquirir seu certificado através da nossa UpStore! Basta fazer login no seu ERP e ir na aba UpStore e aproveitar as vantagens dos parceiros MarketUP.

Após você adquirir o certificado digital, você precisa registrar o seu Certificado Digital no sistema MarketUP. Veja as FAQs:

2ª ETAPA: Credenciamento junto à Secretaria da Fazenda

Além do seu Certificado Digital, você precisa fazer o credenciamento junto à Secretaria da Fazenda do seu estado.

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3ª ETAPA: Como configurar a Nota Fiscal no MarketUP

Acesse CONFIGURAÇÕES > FISCAL> NFe, habilite e preencha os campos:

– Nº da próxima NFE

– Nº da Série

– Orientação da impressão

(Não preencha o quadro de inutilização).

4ª ETAPA: Emitir uma NF-e. 

Crie um pedido de venda em: Vendas > Pedidos > Adicionar novo.

Depois de Faturado e Concluído, clique em Emitir que aparecerá no final da tela.

• Se o seu certificado digital for A3, seu Marketup Desktop precisa estar aberto e rodando, o Token/Cartão do certificado precisa estar plugado em sua máquina. Quando você solicitar a emissão, o sistema irá abrir uma página do Marketup Desktop para que você selecione o seu certificado e a emissão seja concluída.

Habilite a emissão de NF-e no MarketUP

Para habilitar a emissão de NF-e no MarketUP, acesse o menu FISCAL > CONFIGURAÇÕES > NF-e. Habilite o campo ‘Deseja Habilitar a Emissão de NF-e Através do MarketUP’, alterando o botão de cinza para verde.

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Em seguida, preencha as informações do número da próxima NF-e, N° da Série e clique no botão SALVAR.

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Pronto, a emissão de NF-e através do MarketUP está habilitada.

Agora é necessário configurar o tipo de certificado que será utilizado para emitir suas notas.

 

 

Para outras dúvidas, entre em contato com a Central de Suporte.

Emissor de Nota Fiscal Eletrônica: escolha a sua ferramenta

O emissor de nota fiscal eletrônica é um sistema informatizado responsável por lançar o documento fiscal após uma venda

Em operações de compra e venda de produtos, o documento do emissor de Nota Fiscal Eletrônica é a NF-e. Trata-se de um programa que facilita e agiliza o processo de vendas. Conforme integrado a outros sistemas, é possível emitir a nota sem retrabalho.

O que acontece nesses casos é que o emissor já tem armazenados os dados do cliente, sendo preciso apenas ajustar os valores antes de fazer o lançamento. O sistema também gera um arquivo XML, que é o formato adotado no Brasil para a NF-e.

Para o vendedor, representa a formalização da operação e comprova o devido recolhimento de impostos.Para o comprador, é uma garantia a mais, além de servir para armazenamento das notas emitidas contra o seu CNPJ.

Além da NF-e propriamente dita, o sistema emissor ainda gera um Danfe, que é o Documento Auxiliar da NF-e. É como uma versão impressa da nota, que só existe eletronicamente. Sua função é atestar a procedência do produto adquirido durnte o seu transporte.

Como funciona um emissor de nota fiscal eletrônica?

Um sistema emissor de nota fiscal eletrônica funciona de forma informatizada, no computador. Para utilizá-lo, basta preencher os campos exigidos antes de fazer o lançamento. Muitas dessas informações já podem vir preenchidas, dependendo do sistema utilizado.

Quando há integração entre as diferentes áreas da empresa, uma venda aciona o estoque, que aciona o financeiro e a área de faturamento. É lá que são informados no emissor dados como:

  • Série, número e data de emissão da nota
  • Tipo, natureza e destino da operação
  • Informações da empresa emitente, como CNPJ e endereço completo
  • Informações do cliente, semelhantes às da empresa emitente
  • Valor, código, quantidade e tributos do produto
  • Informações relativas ao recolhimento do ICMS.

Preenchida a nota fiscal, é necessário passar à emissão. O sistema é conectado à base de dados da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz). A transmissão das informações depende do uso de um certificado digital. É uma espécie de arquivo eletrônico que valida e autentica a operação.

Feito isso, caso não haja erro, retorna à empresa uma autorização de uso pela Sefaz. O cliente recebe a nota em arquivo XML no seu e-mail. Já o Danfe deve ser impresso para acompanhar a entrega do produto.O processo não é tão simples, mas a tecnologia facilita bastante o seu preenchimento. Dessa forma, ele se torna quase intuitivo.

Dicas para escolher o melhor emissor de notas fiscal eletrônica para sua empresa

1.Utilize um sistema totalmente automatizado

Não há nada pior do que realizar cada tarefa do seu negócio de maneira manual. Em plena era da informação digital em tempo real, o objetivo é que você passe cada vez menos tempo “batalhando” com tarefas de pouca importância.

Escolha um emissor de nota fiscal eletrônica que irá garantir que você não precise ficar digitando ou conferindo nota por nota. Tudo deve ser automatizado e, de preferência, integrado aos demais setores da empresa.

2.Verifique se o sistema é adequado para a sua região

No Brasil, cada estado tem as suas pequenas diferenças quanto à legislação. O valor dos tributos e até mesmo a aplicação de alguns impostos é diferente. Portanto, não se esqueça de verificar se o emissor de nota fiscal eletrônica que você escolheu consegue se comunicar de maneira automática com o sistema da Sefaz.

Isso fará com que o controle das notas fiscais seja mais rápido e mais efetivo. Inclusive, haverá facilidade nos cancelamentos que podem ser realizados diariamente.

3.Procure um emissor de nota fiscal que trabalhe bem com o sistema público

Um emissor de nota fiscal eletrônica faz a conexão com o sistema da Sefaz para o lançamento do documento. Por vezes, há instabilidade nessa conexão, muito em razão do próprio sistema público.

Em virtude disso, está prevista a transmissão em contingência. Embora a responsabilidade não seja do emissor, ele pode ajudá-lo a driblar esse tipo de imprevisto. Alguns sistemas são capazes de automatizar o processo de reenvio das notas fiscais que não foram “autenticadas” pelos sistemas públicos. E sem que você tenha que fazer nada.

Afinal, nada pior do que perder momentos preciosos do seu dia com uma tarefa tão pequena e que você não pode controlar. Mais uma vez, não se esqueça da automatização e da segurança da sua ferramenta de escolha.

4. Conte com uma ferramenta que ofereça um suporte adequado

Contar com uma ferramenta para emissão de nota fiscal eletrônica que ofereça um suporte especializado é muito importante. Isso vale especialmente para os casos nos quais algum problema aconteça e você tenha que paralisar as atividades do seu empreendimento.

Aliás, isso não seria nada bom para o seu negócio Então, se você deseja melhorar o desempenho do seu negócio no que se refere a emissão de NF-e, a dica é investir em ferramentas que ofereçam um suporte especializado. E rápido como a Central de Suporte MarketUP! Afinal, tempo é dinheiro.

5. Escolha um emissor de nota fiscal eletrônica gratuito 

Hoje, você possui a opção de escolher um sistema Emissor de Nota Fiscal Eletrônica gratuito. O nome dele é MarketUP. Ele tem conexão com a Sefaz, emite diversos tipos de notas, realiza o seu controle de caixa, de estoque e ainda oferece gráficos para dar uma melhor visão do rendimento de seu negócio.

Quer conhecer a MarketUP? Faça seu cadastro, é um sistema totalmente gratuito e para sempre será!

NF-e se torna obrigatória em Mato Grosso

Todos os contribuintes de Mato Grosso devem emitir a NF-e, exceto o produtor rural e o MEI

Com o início do mês de abril, todos que pagam impostos, em todas as atividades econômicas, serão obrigados a usar a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em vendas e prestações de serviços. Sendo excluídas as modalidades de Micro Empreendedor Individual (MEI) e os produtores rurais de pessoa física.

Conforme Decreto n° 1.332  publicado no dia 16 de janeiro de 2018 pela Secretaria da Fazenda, impõe o uso obrigatória da NF-e. Ele será a substituição da Nota Fiscal modelo 1 ou 1A e a Nota Fiscal de Venda a Consumidor (modelo 2).

De acordo com a Sefaz, a troca do documento fiscal emitido em papel pelo eletrônico busca facilitar e agilizar o processo de emissão. Sendo que o contribuinte tem a oportunidade de emitir a NF-e do próprio computador, proporcionando mais economia de tempo e dinheiro.

Além do mais, por ser um documento assinado digitalmente a ação torna as transações mais seguras tanto para o Fisco Estadual, quanto para os contribuintes.  Permite ainda que o destinatário da NF-e receba o Danfe (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica), por meio eletrônico. Possibilita também, conferir a validade do documento fiscal consultando a chave de acesso no Portal Sefaz.

Para emitir o documento é preciso ter um programa emissor próprio ou utilizar o software da MarketUP que está disponível gratuitamente no mercado, e ter um certificado digital.

A Sefaz orienta que mais esclarecimentos sobre a NF-e devem ser obtidos no Manual de Orientação do Contribuinte  – disponível no portal do órgão. Eventuais dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail de atendimento ao contribuinte: sac@sefaz.mt.gov.br.

Qual a diferença entre ECF e SAT?

ECF e SAT são serviços parecidos, porém, um é a evolução do outro

Sabemos que manter a empresa em dia com a Secretaria da Fazenda (SEFAZ) é obrigação de qualquer empreendedor, afinal, a falta de emissão de nota fiscal pode causar sérios problemas para a empresa. No entanto, são muitos os que não entendem do assunto e acabam deixando tudo nas mãos do contador. É claro que esse apoio é importante, mas também é preciso conhecer alguns detalhes e adotar práticas que possam evitar futuras dores de cabeça.

Estar atento às obrigações da empresa é extremamente necessário e, por isso, todo empreendedor deve conhecer as diferenças entre os tipos e notas e cupons fiscais eletrônicos, principalmente o ECF e o SAT.

E o que é ECF?

O Emissor de Cupom Fiscal (ECF) é um equipamento que emite cupons fiscais com o objetivo de registrar os dados da venda, emitido em duas vias. A primeira, sempre em papel, é entregue ao cliente. A segunda fica com a loja, sendo que pode ser em papel ou arquivo eletrônico. Ao final do mês o empresário verifica, por meio de relatórios, qual será o valor deduzido de impostos cobrados.

E o SAT?

O Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT) documenta de maneira eletrônica as transações comerciais dos contribuintes varejistas de alguns estados como Alagoas, Ceará, Minas Gerais, Paraná e São Paulo.

O SAT substitui os equipamentos ECF e também gera e autentica os CF-e-SAT – Cupons Fiscais Eletrônicos, e os repassa, via internet, periodicamente para a Secretaria da Fazenda.

Este projeto que, no futuro, deverá ser implementado no Brasil inteiro, permite que os consumidores localizem mais rapidamente seus documentos fiscais. É similar ao programa da Nota Fiscal Paulista, que simplifica as obrigações tributárias dos estabelecimentos varejistas.

Dica: para se adequar ao SAT, entre no site da SEFAZ.

Qual a diferença entre ECF e SAT?

O ECF é o emissor de cupom fiscal instituído pelo órgão responsável pela fiscalização para a impressão do Cupom Fiscal – CF, que por sua vez será trocado pelo SAT gradativamente.

Quando nos referimos a ele como Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT-CF-e), trata-se de um dispositivo tecnológico com baixo custo que registra a venda e automaticamente mantém a informação fiscal do produto.

Tudo isso funciona juntamente ao Certificado Digital disponível na MarketUP, em nossa parceria exclusiva com a Certisign. Juntos, já emitimos mais de 9 milhões de certificados, facilitando o uso das NF-e e os CNPJ-e.