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Como vender mais nos feriados do segundo semestre?

Esse ano todos os comerciantes foram pegos de surpresa com a pandemia do novo coronavírus. Com isso, surgiu a necessidade de se adaptar e traçar novas estratégias para continuar as operações em meio a uma crise que todo o mundo enfrenta.

Os pequenos negócios precisaram correr com a transformação digital e acelerar processos de vendas online, pagamentos digitais, vendas via delivery, entre outros.

As vendas no primeiro semestre com o isolamento social podem ter sido prejudicadas. Porém, para o segundo semestre é preciso seguir um bom planejamento para que seu negócio tenha sucesso nas vendas.

Se você conseguir se organizar para essas datas comemorativas, pode ter um pico em seu faturamento. Com isso, é possível reverter os impactos negativos que a pandemia possa ter causado em seu estabelecimento.

Então, que tal começar a se estruturar agora mesmo? 

 

OS FERIADOS 

Passamos a pouco uma data comemorativa bem importante para o comércio  brasileiro – o Dia dos Pais.

Portanto, a partir deste momento, precisamos ficar de olho nos feriados para que essas paralisações não atrapalhem o desempenho da sua empresa.

CONFIRA OS PRÓXIMOS FERIADOS

  • 7 de setembro – Independência do Brasil – Segunda-feira
  • 12 de outubro – Dia das Crianças – Segunda-feira
  • 2 de novembro – Finados – Segunda-feira
  • 15 de novembro – Proclamação da República – Domingo
  • 25 de dezembro – Natal – Sexta-feira

 

Para os feriados que caem em dias úteis, é preciso que o empreendedor ajuste a operação para que a produção e as vendas não sejam prejudicadas. 

Como se planejar para os feriados do segundo semestre

Para muitos empreendedores, principalmente para quem trabalha no varejo, é difícil fechar as portas em feriados. Principalmente, porque muitas pessoas aproveitam a folga para ir às compras.

Além disso, algumas ocasiões como as datas comemorativas podem ser grandes oportunidades de vendas.
Para você ter êxito em seu planejamento, é preciso analisar dois fatores:

  • Cliente: Você conhece o seu público? Qual é o perfil do seu cliente? Quais benefícios ele procura em seus produtos ou serviços?
  • Concorrentes: Como eles se preparam em datas comemorativas? No que eles se diferenciam de você?

 

 

Além de se preocupar com essas questões, há também outras formas de se preparar para as datas comemorativas como: cuidado com a vitrine, decoração temática no espaço físico, promoções, descontos e muito mais. E não esquecer de todo o protocolo de higiene e saúde determinados pelos governos da sua região.

Vamos a seguir ver algumas dicas para o seu planejamento com os feriados e datas comemorativas:

Planeje com antecedência

O primeiro passo para vender mais nessas datas é um bom planejamento com os produtos. Por isso, negocie antecipadamente com seus fornecedores. Desta forma, é possível conseguir bons preços e boas condições de pagamentos. Com isso, você, empreendedor, consegue ter os produtos em seu estabelecimento e vender tranquilamente nas datas comemorativas, evitando problemas como: falta de mercadoria em estoque, atraso nas entregas, preços mais elevados com fornecedores etc.

Controle o estoque

Ao conhecer o seu público, você consegue entender quais produtos possuem mais saída, quais itens são mais buscados nas datas comemorativas. Assim, você consegue fazer o controle eficiente do seu estoque, de acordo com as necessidades dos seus clientes. Uma outra dica importante é ter um sistema de gestão em sua empresa, pois desta maneira fica mais fácil controlar o estoque, assim como muitos outros setores do seu negócio, de maneira simples e rápida.

Aposte no Marketing

Uma outra dica muito importante neste período é investir em divulgação. Não adianta, fazer um bom planejamento se não divulgar este trabalho. Tanto para atrair novos clientes quanto para trazer os clientes fiéis, é preciso trabalhar com uma boa divulgação. Uma das estratégias que tem crescido muito, ainda mais em período de pandemia, são as redes sociais. Portanto, explore esses canais e divulgue as ações que seu negócio tem preparado para as datas comemorativas e feriados.

 

POR: TAINÁ ALMEIDA

Como calcular a margem de lucro de um produto ou serviço?

Quem abre uma empresa almeja sempre o sucesso! Tornar-se empreender possui diversas vantagens, como: independência, flexibilidade de horários, autonomia, entre outras. Porém, gerir um negócio pode ser um grande desafio, principalmente quando a missão é tornar a sua empresa lucrativa.  

Por isso, saber como calcular margem de lucro de produtos e serviços é uma etapa fundamental e essencial para o sucesso do negócio..  

Porém, para calcular a margem de lucro, vamos esclarecer alguns indicadores antes. 

O que é lucro?

 Lucro – é todo retorno positivo de um investimento feito por uma pessoa ou empresa.

Por exemplo, se você possui uma loja de calçados e sua empresa compra um determinado sapato por R$ 50 e revende por R$ 75, então você está tendo um lucro de R$ 25 em cada sapato vendido.

Mas, o valor de seu lucro é uma informação muito subjetiva. Por exemplo, a loja de calçados pode ter faturado R$ 25,00 na venda e, em contrapartida, ter gasto R$: 45,00 para realizá-la. Ou seja, não teve margem de lucro. Deste ponto de vista, as informações são mais realistas sobre a lucratividade do produto, concorda?

Por isso, é importante saber como calcular a margem de lucro. Assim, a empresa consegue enxergar melhor o desempenho das vendas e dos resultados.

Como calcular a margem de lucro?

Basicamente para definir a margem de lucro é preciso colocar na equação todos os gastos com o estabelecimento como : custo com funcionário, aluguel, água, ou seja, todos os custos que influenciarão no valor final do produto.

 

Dica: Você pode acompanhar os gastos de seu estabelecimento com muito mais facilidade com um sistema integrado de gestão empresarial.


Fórmula para calcular:  Lucro bruto = receitas totais – custos

 A margem de lucro é um valor percentual obtido da relação entre o lucro bruto e a receita total

 Margem de lucro = lucro bruto / receitas totais.

 Para obter a margem de lucro, dividiremos o lucro (já incluindo os gastos) pelo preço da revenda e multiplicamos por 100. Assim, chegaremos à margem de lucro. 

Ainda usando a loja de vendas de calçados.  Vamos ao exemplo:

 Vamos supor que você venda um sapato de R$120 e os gastos totais somam R$30. Seu lucro é de R$90.

 

A margem de lucro é 90/120 = 0,75 * 100 . O resultado é de 75% de margem de lucro

 Qual é a margem de lucro ideal?

Não há uma resposta exata para essa pergunta. Especialistas afirmam que no caso de serviços o recomendado é uma margem de lucro de pelo menos 20%. Já para lojas e comércios, a média ideal pode ficar entre 10% a 15%

Não tenha dúvidas que quanto maior a sua margem de lucro,melhor serão os seus resultados. E, consequentemente, sua empresa terá mais sucesso e condições financeiras para crescer no mercado. Porém, existem uma série de fatores que devem ser levados em consideração. Portanto, a margem de lucro de cada empresa depende do setor de atuação, tipo de serviço ou produto, custo das operações etc.

Qual o preço certo para meus produtos?

Para ter uma boa margem de lucro, é preciso definir o preço final de um produto. Não basta apenas acrescentar 100% do valor de compra e vender, mas sim analisar alguns fatores essenciais para a precificação:

  • custo: qual o valor de aquisição ou produção?
  • competidores: qual o valor cobrado pela concorrência?
  • cliente: qual o valor percebido pelos clientes?

Desta maneira, você conseguirá ter melhores resultados com suas vendas.

Segundo a afirmação do professor  William Poundstone no livro “Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso”,  existe um preço psicológico.

Segundo ele, é preciso estabelecer preços que terminam com 9, 99, 98 ou 95, e nunca com 00 (isso é, o preço redondo). Empresas estudadas com essa estratégia tiveram desempenho 24% maior, em média.

Ou seja, para resumir, o preço de venda é o valor que sua empresa irá cobrar dos seus clientes.

Este valor deve ser suficiente para cobrir todos os custos que sua empresa tem para produzir, todas as despesas que ela tem para vender, e é claro, obter lucro sobre seu produto ou serviço.

Cobrar o valor certo dos clientes pode ser o melhor caminho para aumentar a competitividade entre a empresa e os concorrentes. Porém, vale lembrar que o cliente é que possui o poder de decisão sobre a compra. Seja justo ao definir a margem de lucro para que o preço não fique elevado a ponto de comprometer as vendas.

 

Por: Tainá Almeida

Use a quarentena para fazer cursos online

Com a pandemia do novo coronavírus no Brasil e as mudanças causadas na rotina das pessoas, o ensino a distância pode ser uma boa opção para as pessoas que estão em  quarentena.

Hoje em dia, graças à internet, o acesso à informação está mais fácil. E com ela, é possível se capacitar para gerir e administrar bem o seu negócio. 

Para você, empreendedor, é uma boa oportunidade de se capacitar e adquirir conhecimento sobre o mundo do empreendedorismo.

Por meio de cursos, é possível entender o que é preciso  para se tornar um empresário de sucesso e tornar o seu empreendimento em um negócio altamente lucrativo no mercado.

Por isso, separamos algumas opções importantes para você conseguir ter um ritmo empreendedor e conquistar muitos resultados no mercado. 

Os cursos podem servir para dar um “UP” no seu currículo ou até mesmo aumentar o seu conhecimento. Para ajudar neste período de isolamento social, confira as instituições que estão ofertando cursos totalmente gratuitos:

 

Fundação Getulio Vargas

A instituição liberou 60 cursos gratuitos em sua plataforma online. Ao finalizar as aulas, o aluno ainda consegue emitir o certificado da FGV. Confira as opções que estão disponíveis:


Como organizar o orçamento familiar

Introdução à Administração Estratégica

Introdução a finanças: sistema financeiro e geração de valor

Ética Empresarial

Motivação nas Organizações

Para saber mais sobre os cursos, entre no site

 

Sebrae 

O Sebrae liberou mais de 100 cursos gratuitos em diversas áreas para os microempreendedores. Dentre eles estão, Fluxo de caixa, Planejamento de Marketing, Atendimento ao cliente.  Confira a seguir;

 

#01- Gestão empresarial integrada

Você precisa ter noção de gestão empresarial para ter sucesso em seu empreendimento . Sabemos que no dia a dia são inúmeras funções que o empreendedor precisa executar e ter controle. Para um empreendedor iniciante, essa tarefa pode não ser fácil. Mas, nada que um curso não ajude não é mesmo?

No curso de gestão empresarial você compreende como é a organização do seu negócio e como ter eficiência em seus processos.

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#2- Planejamento Estratégico para Empreendedores

Antes de iniciar o seu negócio é preciso criar um planejamento estratégico para entender quais serão as estratégias usadas para alcançar metas e objetivos. Além disso, é através do planejamento que é possível identificar quais serão os desdobramentos de seu estabelecimento.

Este curso oferecido pelo Sebrae irá capacitar você a definir estratégias assertivas para o seu negócio. Você aprenderá:

  • O que é planejamento estratégico;
  • Etapas para definição do plano do seu negócio e muito mais.

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#3 – Como divulgar sua empresa

Com a concorrência acirrada e os mais diversos tipos de empreendimentos no mercado é importante investir em Marketing. Mas você sabe como fazer isso?  Veja como este curso pode te ensinar estratégias de comunicação para você atrair mais clientes e alavancar as vendas.

Confira módulos como:

  •  A importância da divulgação da empresa;
  • O que divulgar?
  • Quais ferramentas para divulgar a empresa e muito mais.

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UDEMY

A plataforma de cursos online está disponibilizando diversos materiais  gratuitos em diversas áreas como Negócios, Designer, Marketing, TI, desenvolvimento pessoal, entre outros.

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POR: Tainá Almeida

5 Dicas para bares e restaurantes enfrentarem a crise

Sabemos que o novo coronavírus provocou uma grande crise econômica em nosso País. Vários estabelecimentos fecharam as portas e muitos outros foram prejudicados com a pandemia. O setor de alimentação é um deles.

O segmento de alimentação que gera milhões de empregos e corresponde a 2,7% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil, segundo dados do Sebrae, hoje sofre com a pandemia da COVID-19.

Portanto, bares e restaurantes precisam desenvolver várias estratégias para continuar com suas vendas e evitar que o estabelecimento quebre bruscamente.

Por isso, separamos algumas dicas e orientações para , você, dono de bar ou restaurante adotar em seu estabelecimento para minimizar as consequências e prejuízos. Vamos ver a seguir.

#1 – Reabertura consciente

Especificamente na cidade de São Paulo, desde a última segunda-feira (6), os bares e restaurantes puderam reabrir, segundo o decreto publicado pela Prefeitura da capital paulista. Após, 104 dias fechados, os estabelecimentos podem voltar suas atividades, porém com diversas restrições.

Segundo o decreto, os bares e restaurantes podem funcionar apenas 6 horas diárias. Para a Prefeitura, esses estabelecimentos poderiam funcionar até às 22h, porém o decreto do estado, que prevalece sobre o municipal, estabelece o limite de horário até 17h.

Além disso, outras determinações do protocolo devem ser seguidas. Veja abaixo:

  • Ocupação máxima de 40% da capacidade do estabelecimento;
  • Distância de 2 metros entre as mesas e de 1,5 metro entre as pessoas;
  • Máximo de 6 pessoas por mesa;
  • Proibição de consumo nas calçadas;
  • Atendimento deve ser feito apenas para clientes sentados;
  • Uso obrigatório de máscaras por clientes e funcionários no estabelecimento. (Apenas quando estiver sentado em sua mesa, o cliente poderá deixar de utilizar a máscara);
  • Proibição de aglomerações;
  • Disponibilizar álcool gel para higienização das mãos;
  • Barreiras de acrílico devem ser instaladas nos caixas e balcões de alimentos;
  • Temperos e condimentos devem ser fornecidos em sachês;
  • Cardápios deverão ser disponibilizados digitalmente ou em quadros na parede;
  • Funcionários devem usar máscaras, viseiras de acrílico e luvas; 
  • Pratos, copos e talheres devem ser higienizados;
  • Guardanapos de tecido estão proibidos;
  • Ambiente deve ser submetido a um intenso processo de limpeza;
  • Funcionários que apresentarem sintomas de síndrome gripal devem ser testados;
  • Apoio a colaboradores com dependentes no período em que creches e escolas estiverem fechadas.

Mesmo a capital paulista sendo classificada na fase amarela do plano estadual de flexibilização gradual da economia, onde autoriza a reabertura destes setores, ainda há estabelecimentos que não pretendem voltar.

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) revelou que 59% dos bares e restaurantes da cidade de São Paulo não pretendem reabrir as portas com as atuais regras que proíbem mesas na calçada e limitam o horário de funcionamento até as 17h, entre outras. Se considerados somente os os bares, o índice de estabelecimentos que não pretende reabrir chega a 80%.

Portanto, uma das dicas para seu estabelecimento superar essa crise é estar dentro dos protocolos da Prefeitura da sua cidade.

#2 –  Usar o Delivery

Uma das alternativas para o comércio em momento de pandemia foi adotar o delivery em seus estabelecimentos.

Portanto, usar essa estratégia em seu bar ou restaurante ainda continua sendo uma boa opção para continuar vendendo nos horários em que o espaço físico encontra-se fechado.

Mesmo com a reabertura dos estabelecimentos, as pessoas ainda podem encontrar uma resistência a voltarem a frequentar esses espaços públicos.

Afinal, ainda convivemos com o vírus e o risco de contaminação ainda segue alto.

Sem contar que a tendência é que os pedidos de entrega cresçam cada vez mais. E, claro, você, empreendedor, deve estar ligado nessa nova forma de atender ao seu cliente.

Se você ainda não trabalha com o sistema de entrega, é um bom momento para iniciar esse serviço.  Para aqueles que possuem o seu próprio serviço de entregas, no sistema de gestão MarketUP existe um recurso específico para ajudar o seu negócio nesse quesito: o delivery. Com essa funcionalidade, é possível, de forma fácil e prática, gerenciar esse serviço na plataforma e online. 

Porém, se você ainda não possuir uma equipe de entrega, pode contar com os serviços de terceiros como, Rappi, iFood e LalaMove, depois, dentro da plataforma da MarketUP, cadastrar os pedidos, de acordo com os status desses fornecedores, o que poderá ser visto no PDV da MarketUP, em um único lugar.

#3 – Marketing Digital

A crise chegou para todos. Porém, ela veio ainda mais forte para os empreendedores que estão fora da internet. Sem presença em redes sociais, sem site e sem estrutura para delivery.  É neste momento que é importante investir em Marketing Digital.

As pessoas estão de quarentena em suas casas, totalmente conectadas à internet, já que vem sendo um meio de comunicação com “mundo externo”. Então, se aproveite disso e mantenha o contato com seu cliente.

Marketing digital está ligado a diversas estratégias que todo empreendedor, pode adotar em seu negócio.

Se você ainda não estava inserido no ambiente online, pode começar a usar as redes sociais. Além disso, criar um site e campanhas de publicidade são algumas das ações básicas que você pode começar a usar.

Use a internet para divulgar seu delivery, cardápio e, claro, seus pratos. Portanto, tire boas fotos, aquelas de dar água na boca a seus clientes.

#4 – Enxugue o seu cardápio

Alguns estabelecimentos trabalham com um cardápio variado. Porém, em tempos de coronavírus a previsão de saída de produtos é incerta. Portanto, oferecer uma grande variedade de itens pode aumentar a chance de ter desperdício de alimentos.

Por isso, foque em produtos e pratos que possuem mais saída e com uma margem de lucro menor.

#5 – Reduza o estoque

Da mesma forma que é recomendado diminuir o cardápio, trabalhar com um estoque menor também é indicado. Bares e restaurantes geralmente trabalham com produtos frescos e perecíveis e com a queda do movimento dos clientes é importante não desperdiçar dinheiro com estoque parado. 

Portanto, investir em diversos produtos neste momento não é o mais indicado, pois eles podem correr o risco de ficar armazenados por muito tempo e perder o prazo de validade.

 

POR: TAINÁ ALMEIDA

 

 

 

Emissão de nota fiscal: o que é e como a nota fiscal é importante para sua empresa

Veja como um emissor gratuito de nota fiscal eletrônica pode contribuir com a redução de custos em sua empresa

Você sabe a importância de emitir nota fiscal? Com certeza você já ouviu falar das obrigações fiscais que toda empresa precisa cumprir, não é mesmo?

Porém, ainda não sabe exatamente qual é a importância deste documento nem como emitir essas notas fiscais? Fique tranquilo! Isto é comum em várias empresas.

Ao abrir um negócio, você presta atenção a vários detalhes: Como será o meu produto ou serviço?, Como irei divulgar meu empreendimento? ou quanto devo comercializar o produto, por exemplo.

Mas na hora de pensar na parte financeira você encontra dúvidas. Como controlar meu fluxo de caixa?,  Qual será o porte da minha empresa?

Essas dúvidas também podem se aplicar a emissão de nota fiscal, pois existe uma complexidade imensa e particularidades com esse assunto.

Não se preocupar com a questão financeira pode ser um tiro no pé, pois emitir nota fiscal é importante para manter sua empresa regular. Assim como ficar em dia com as obrigações fiscais.

Emitir NF-e é uma obrigação na maior parte dos estabelecimentos. Não cumprir com essa obrigação é crime, mais conhecido como sonegação de impostos.

Se você quer entender mais sobre a importância da nota fiscal e como um emissor gratuito pode ajudar nessa operação, leia a seguir o que preparamos para você.

Neste artigo abordaremos:

  • O que é  nota fiscal e para que serve?
  • Qual tipo de nota fiscal você precisa?
  • O Que É Necessário Para Emitir Uma NF-E
  • Como automatizar o processo de nota fiscal?
  • Como um emissor gratuito pode ajudar no seu negócio.
  • 5 bons motivos para você usar um emissor gratuito de nota fiscal

O que é nota fiscal e para que serve?

De acordo com a definição da Fazenda, a Nota Fiscal Eletrônica – NF-e — é um documento de existência apenas digitalmente, emitido e armazenado eletronicamente.

Tem a finalidade de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviço.

A segurança, integridade e validade dos dados é assegurada pela assinatura digital do remetente por meio de uma chave digital, que corresponde a sua autoria e a autorização de uso é fornecida pelo Fisco.

A empresa emissora de NF-e gera um arquivo eletrônico contendo as informações fiscais da operação comercial, assina digitalmente e remete à Secretaria da Fazenda ou à Receita Federal, onde farão uma pré-validação e devolverão ao contribuinte um protocolo de recebimento (autorização de uso), sem o qual não poderá haver o trânsito da mercadoria.

Como documento de comprovação da operação que acompanhará o transporte da mercadoria, será emitido o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica – DANFE.

Feito em via única, com chave de acesso para consulta da NF-e na internet e um código de barras para facilitar a captura e a confirmação das informações da NF-e pelas unidades fiscais. A DANFE não é nem substitui a nota fiscal, é apenas um documento auxiliar para consulta da NF-e.

Qual tipo de nota fiscal você precisa?

Após entender o que é este documento fiscal e para o que serve você precisa identificar qual nota fiscal precisará para sua empresa. Existem as notas para as transações de compra e venda de produtos a NF-e e as notas de serviços, as NFS-e.

NF-e

A NF-e é para designar a compra de um produto ou mercadoria do seu estabelecimento. Esta nota fiscal serve para produtos físicos, não para produtos digitais.

NFS-e

A NFS-e serve para documentar a prestação de serviços. Uma nota fiscal comum para os microempreendedores individuais.

E ainda há a nota fiscal para o consumidor que é a NFC-e muito utilizada no varejo.

Após identificar qual nota fiscal você precisa em seu estabelecimento, está na hora de saber como você faz a emissão da nota fiscal eletrônica.

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Saiba tudo sobre o projeto NFS-e Nacional

A NFS-e Nacional é um projeto do Governo Federal para criar um padrão para a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica em único layout para que possa ser usado em qualquer município do território nacional.

Projeto em desenvolvimento desde 2016 tem como objetivo simplificar os inúmeros padrões que se tem hoje para a NFS-e e que causa dificuldades para empresários e desenvolvedores e parecer com o modelo 55, da NF-e.

A Receita Federal também está desenvolvendo o Ambiente de Dados Nacional da Nota Fiscal de Serviço eletrônica – ADN NFS-e.

Com esse projeto, as plataformas das prefeituras deverão sincronizar as notas recebidas com o ADN NFS-e e assim os empreendedores e contadores conseguirão consultá-las em todo ambiente nacional.

Além disso, outras vantagens serão implementadas para a NFS-e como:

Contribuintes poderão acessar painel com todas as notas emitidas, autorizadas, substituídas e canceladas;

  • Prefeituras poderão configurar serviços e alíquotas;
  • Contribuintes de contadores poderão visualizar online os dados das notas;
  • Entre outros recursos ainda não divulgados.

Os impostos da NFS-e

Sabemos que quem emite a NFS-e recolhe o imposto ISS que é o imposto sobre serviço. O ISS é um tributo arrecadado pelas prefeituras. Hoje, cada município é responsável pela declaração do ISS e por isso tem a autonomia de ter o seu próprio padrão de NFS-e . Por isso, o maior desafio é encontrar um projeto que seja aceito por todos os mais de 5.500 municípios brasileiros.

O Projeto ainda não tem data para ser implementado para os contribuintes.

 O  que é necessário para emitir uma NF-e

A NF-e traz a segurança ao seu negócio, pois a nota fiscal eletrônica é transmitida pela internet facilitando o processo fiscal. Após identificar qual nota fiscal atende às necessidades do seu negócio, você precisa saber agora qual é o passo a passo para começar a emitir.

 1.Qual é o porte da sua empresa?

É necessário verificar qual é o regime tributário do seu negócio, pois cada regime tem os seus impostos específicos.  Para agilizar esse processo, peça ajuda a um contador.

 2.Tenha um certificado digital

Para emitir a NF-e é preciso de um certificado digital que nada mais é que a assinatura digital da nota fiscal garantindo a segurança dos seus dados eletronicamente. Existem dois tipos de certificados: o A1 e o A3.

O certificado A1 é emitido através de um software e armazenado em um computador ou smartphone.  É um certificado mais barato com validade de um ano.

Já o certificado A3 funciona através de um token (pendrive). É o certificado mais utilizado. Ele pode ser instalado em qualquer computador e mais seguro que o A1, pois apenas o computador conectado com o token que consegue fazer as transações eletrônicas. E ele possui validade de 1 a 3 anos.

Através da Up. Store usuários da MarketUP conseguem aderir os certificados digitais com condições especiais.

3.Faça o credenciamento

Para a emissão dos documentos fiscais faça o credenciamento na Secretaria da Fazenda do seu estado.

4.Utilize um software

Para agilizar o processo fiscal de seu negócio utilize um software de emissão fiscal. Hoje em dia existem diversas opções no mercado. Mas na hora de escolher leve em consideração as características que irão atender a sua empresa.

Uma dica: Escolha aquele que irá te ajudar no dia a dia e ainda no seu financeiro, ou seja um emissor gratuito de Nf-e.

DANFE

Você sabe o que é DANFE? 

Dentre os vários documentos que um empreendedor deve emitir diariamente, um dos que costuma causar mais dúvidas é o DANFE. A sigla é uma abreviação para Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Em poucas palavras, o DANFE é uma representação física da Nota Fiscal Eletrônica que deve acompanhar o trânsito de mercadorias. Ele serve para que o consumidor possa consultar os dados da compra de maneira simples e legível.

A emissão do DANFE é essencial principalmente em compras realizadas pela Internet para permitir a circulação de mercadorias. Isso porque os veículos de transporte que realizam as entregas dos produtos não podem circular sem possuir esse demonstrativo. Outra função importante do DANFE é colher a assinatura do destinatário para comprovar a operação durante a entrega da mercadoria. Além disso, o DANFE nunca deve substituir a emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).

Que informações o DANFE deve conter?

 Como o DANFE consiste em uma versão simplificada da Nota Fiscal Eletrônica, o documento deve apresentar os principais dados fiscais. Devem constar data e horário de saída, placa do veículo de transporte, natureza da operação, descrição das mercadorias e destinatário. Assim como chave numérica e código de barras de acesso da NF-e para que o consumidor possa consultá-la pela Internet.

 O DANFE pode conter ainda algumas informações adicionais, como logo do emissor e os dados do transportador e da mercadoria. Contudo, essas informações não devem ocupar mais de 50% do verso do documento. Há também um layout padronizado que deve ser obrigatoriamente seguido e que está disponível no Portal da Nota Fiscal Eletrônica.

 Como emitir um DANFE online?

 O DANFE deve sempre ser emitido pelo remetente da mercadoria vendida antes de seu envio para o destinatário. Para evitar divergência entre DANFE e NF-e, o Ministério da Fazenda recomenda o uso do sistema de emissão da NF-e. Isso é muito fácil: é só você configurar o seu emissor de NF-e para emitir também o DANFE.

 Outra alternativa é utilizar um sistema de gestão único que possa emitir os dois documentos de maneira fácil e rápida. Por meio do ERP da MarketUP, o empreendedor pode emitir suas notas fiscais gratuitamente e ainda gerir todo seu negócio. Ele ainda permite acessar todas as informações da empresa em um único sistema online, além de agilizar o atendimento.

 Entenda Alteração da Sefaz: entenda o que mudou na consulta de XML do Fsist e DANFe online

Em novembro de 2018 foi publicado uma alteração no Diário Oficial da União, informando que a utilização do certificado digital passou a ser obrigatória a partir do primeiro dia de janeiro de 2019.

Como automatizar o processo de nota fiscal

Com a correria do dia a dia os clientes querem praticidade na hora de realizar uma compra seja qual for o estabelecimento. Por isso, o empreendedor precisa ficar atento a esse detalhe também.

Administrar um empreendimento não é tarefa fácil, pois há diversas áreas para gerenciar. E para facilitar todo esse processo você pode utilizar um software de gestão e vendas que além de te ajudar nas demandas diárias é totalmente gratuito.

É essa a proposta da MarketUP auxiliar no dia a dia do empreendedor com uma ferramenta altamente tecnológica e gratuita.

Através do software MarketUP você automatiza a sua nota fiscal e ainda ganha agilidade na hora de realizar sua venda. Pois todo o processo é feito em poucos minutos.

Com um software de gestão  e vendas MarketUP é possível realizar suas vendas através do PDV, emitir suas notas fiscais , controlar os produtos que saem do estoque , acompanhar o desenvolvimento da sua empresa através de Dashboards e relatórios e muito mais.

Adotando um software em seu estabelecimento você só terá benefícios e vantagens para sua empresa.

Como um emissor gratuito pode ajudar no seu negócio

Como você viu acima o software de gestão pode te ajudar em várias etapas do seu negócio não só na hora de emitir suas notas fiscais.

Se você for olhar os softwares de gestão disponíveis no mercado irá se deparar com diversas opções. Porém há um ponto a se observar: quanto custa uma plataforma de gestão?

Para um empreendedor que está iniciando o seu negócio  quanto menor for o gasto melhor são as chances de lucrar. mais com o seu empreendimento. Visto que no final do mês você precisa colocar na ponta do lápis todos os gastos mensais da empresa.

Segundo uma pesquisa do Sebrae 19% das empresas fecham em pouco tempo por falta de lucro. Ou seja, investe muito no empreendimento mas não tem esse retorno financeiro.

Além disso, ter uma empresa que se sustente hoje está difícil. Pois o mercado não está promissor devido a crise financeira que cerca o nosso país.

Pensando em todos esses principais problemas que o micro e pequeno empreendedor passam no dia a dia a MarketUP oferece um emissor fiscal totalmente gratuito.

Além de ajudar o financeiro de sua empresa você consegue ficar em dia com as obrigações fiscais.

Mas, se você ainda tem dúvidas sobre como um emissor fiscal gratuito pode te ajudar. Separamos cinco bons motivos  para você utilizar um emissor gratuito de nota fiscal.

5 bons motivos para você usar um emissor gratuito de nota fiscal

#1 – Redução de custo

Quando falamos de uma plataforma gratuita já podemos associar a redução de custo. Com o emissor de notas gratuito MarketUP você consegue emitir NF-e, NFS-e, NFC-e e SAT  sem pagar nada a mais por isso. Além disso as notas fiscais como: NF-e, NFC-e e o SAT estão disponíveis para todos os estados brasileiros.

Ao utilizar um emissor fiscal gratuito é possível economizar mais de 20 mil reais ao ano. Com essa economia você empreendedor consegue investir em equipamentos, mercadorias ou até melhorar as instalações do seu negócio.

#2 – Integração com meios de pagamentos

Outra razão para escolher o emissor gratuito MarketUP é a facilidade com os meios de pagamentos. Não adianta ter eficiência na hora de realizar uma venda ou na automatização do processo de emissão fiscal. É muito importante também que a plataforma faça integração com meios de pagamentos.

E o emissor fiscal MarketUP possui.

Além de oferecer as funções comuns de pagamento como dinheiro, cartão débito e crédito temos outras facilidades.

A MarketUP se preocupa em oferecer uma boa experiência tanto para o usuário da plataforma como para os seus clientes. E por isso, temos diversas parcerias com vantagens em pagamentos.

Com o emissor fiscal gratuito MarketUP você pode disponibilizar boletos registrados pelo Wirecard . Assim, você só só paga o boleto se o seu cliente efetuar o pagamento. Com isso você garante mais tranquilidade à saúde financeira do seu estabelecimento.

Outra vantagem é que se você quiser inovar seu estabelecimento pode também oferecer pagamentos através de QR Code pelo parceiro Mercado Pago.

#3- Emissão Offline

Hoje em dia temos que estar preparados para todas as eventualidades não é mesmo? E se deparar com uma queda de conexão de internet é comum, pois a internet pode sofrer oscilações de sinal devido a condições climáticas e fatores externos.

Para o empreendedor ficar sem emitir seus documentos fiscais por conta de oscilações do sinal da internet pode representar um grande prejuízo. Por isso, o emissor fiscal gratuito MarketUP opera em modo offline.

Em caso de problemas com a internet você consegue emitir seus documentos fiscais em contingência através do emissor fiscal MarketUP. Ou seja, os documentos fiscais são autorizados depois automaticamente com a Secretaria da Fazenda. Assim você não possui problemas com suas vendas e nem fica sem emitir suas notas.

#4-  Compatibilidade com os certificados A1 e A3

Mencionamos anteriormente que para emitir nota fiscal eletrônica é preciso utilizar certificado digital. Hoje no mercado existe o A1 e o A3. O emissor fiscal MarketUP é compatível com todos os formatos de certificado digital.

O emissor MarketUP possui conexão direta com a Secretaria da Fazenda e emite seus documentos fiscais com muito mais tranquilidade e segurança.

#5 – Emissor de SAT fiscal

Para os empreendedores de São Paulo que precisam da integração com o aparelho SAT (Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos) o MarketUP faz a integração.

O SAT substitui os equipamentos ECF e também gera e autentica os CF-e-SAT – Cupons Fiscais Eletrônicos, e os repassa, via internet, periodicamente para a Secretaria da Fazenda.

CONCLUSÃO

Mesmo que o processo de emissão de notas fiscais seja burocrático você tem como obrigação emitir esses documentos fiscais para ficar dentro da lei.

Você consegue automatizar o processo de emissão com um emissor fiscal gratuito que te garante redução de custos e ainda facilidades para o seu empreendimento.

A MarketUP pode contribuir em todo o seu negócio desde a parte fiscal até a gestão da sua empresa sem cobrar nenhuma taxa. Tudo isso em prol da longevidade da sua empresa e do seu sucesso empresarial.

Por: Tainá Almeida

Marketplaces: novo canal de venda

Não podemos negar a evolução do mercado de marketplaces no Brasil. Com a crise causada pelo novo coronavírus, novos canais de vendas estão sendo cada vez mais procurados pelos empreendedores.

Com o mercado competitivo, as empresas começaram adotar novas estratégias para alcançar novos clientes: os marketplaces.

Vender pela internet é uma das alternativas que milhares de empreendedores possuem para continuar suas atividades em meio a pandemia do novo coronavírus.

Muitos empreendedores estão criando lojas virtuais para realizar essas vendas, porém, ainda há aqueles que não conhecem os marketplaces. Essas plataformas também podem ser canais de vendas para esses comerciantes.

Mas, afinal o que é um Marketplace?

Marketplace

O marketplace é um modelo de negócios para a comercialização de produtos e serviços online. É uma plataforma de e-commerce que reúne diversas empresas e fornecedores em um único ambiente.

O que diferencia um marketplace de um e-commerce é que enquanto o e-commerce comercializa produtos e serviços, por meio de um site focado apenas nas vendas de uma só loja virtual, o marketplace possui uma proposta mais abrangente.Nele, é possível encontrar várias lojas vendendo seus itens e serviços.

Exemplificando melhor, os marketplaces são como os shoppings centers só que onlines. Ao acessar esta plataforma, o consumidor possui o acesso a uma infinidade de produtos, de diversos fornecedores em um único lugar.

Vender em um marketplace possui algumas vantagens para o empreendedor. Pois, os processos de Marketing e vendas ficam sob responsabilidade da própria plataforma. Já para o empreendedor, a responsabilidade é apenas da logística de entrega dos produtos e o armazenamento das mercadorias.

Vantagens de vender por um Marketplace

Neste momento de crise, ampliar as vendas é essencial para muitos empreendedores. Para você que possui uma loja virtual, não basta apenas investir na qualidade dos produtos ofertados, mas também é importante adotar estratégias de Marketing e até novos canais de vendas como o marketplace.

Apostar no marketplace é uma excelente forma de gerar novos negócios e clientes para sua marca.

Segundo a Ebit|Nielsen, os marketplaces apresentaram um crescimento de 13% no primeiro semestre de 2019, ficando acima da média registrada pelo e-commerce no mesmo período.

A seguir, vamos falar dos benefícios de vender em um Marketplace.

#VISIBILIDADE DA SUA MARCA

Um dos maiores atrativos da plataforma é a oportunidade que os empreendedores têm de atrelarem seus produtos a uma marca grande e conhecida. Ao fazer isso, a empresa ganha mais credibilidade e confiança do consumidor. Nos marketplaces, por existir uma diversidade de produtos e marcas, as pessoas acessam mais esses canais de vendas. O que aumenta mais a chance de você, empreendedor, realizar uma venda.

Muitos clientes podem não conhecer a sua loja virtual e com o marketplace passam a conhecer.

#MAIS FACILIDADE PARA VENDER

Alguns pequenos comerciantes, ainda possuem dificuldade em criar sua própria loja virtual – mesmo que existam diversas formas e alternativas fáceis como o MarketUP – isso dificulta e diminui as chances dos empreendedores venderem no ambiente online.

Nessas plataformas, os lojistas montam sua loja de maneira simples e fácil. Basta inserir os produtos em modelos pré-definidos. Um trabalho a menos para o empreendedor. Além disso, os marketplaces são ambientes totalmente equipados com bons recursos como: sistemas de pagamentos, sistema antifraude e muito mais.

#TAXAS DE PARTICIPAÇÃO DE LUCROS

Apesar dessas vantagens e facilidades que o pequeno empresário encontra nesse canal de venda. Vale lembrar que, ao vender nessas plataformas algumas taxas podem ser cobradas. Enquanto um shopping físico cobra de 3% a 8% sobre os ganhos dos comerciantes, a taxa de cobrança de um marketplace podem chegar a 25%. Existem alguns marketplaces que exigem taxas mensais e uma adesão inicial.  

Mesmo com as taxas, o empreendedor deve avaliar todas as questões para ver se compensa o investimento e o retorno em estar em um ambiente de muita visibilidade.

Veja algumas dicas para vender em um Marketplace

Apesar das facilidades em vender na plataforma, podemos afirmar que existe uma grande concorrência. Pois, o seu produto e/ou serviço está em um mesmo ambiente que muitos outros, inclusive concorrendo a audiência com grandes marcas. Por isso, investir em algumas estratégias pode contribuir para a venda de seu produto. Confira!

1.Invista em fotos

Na hora de expor seus produtos, escolha boas fotos e, se possível, vídeos. Além de uma descrição que contenha todas as informações importantes do seu produto. Apesar da descrição e utilidade do produto ser importante, conquiste também o cliente pelas imagens.

2.Descrição objetiva

Utilize uma linguagem clara e precisa sobre as informações de seus produtos. Não use termos técnicos, procure deixar a linguagem mais simples possível. Apesar de parecer óbvio para alguns, não deixe de explicar de forma didática a forma de utilização dos produtos.

3.Benefícios para o cliente

Uma das formas de “driblar” a concorrência é investir em benefícios ao seu consumidor. Portanto, procure oferecer frete grátis, descontos para consumidores que sempre compram com você ou que fizerem um grande volume de compras, além de parcelamentos sem juros. 

4.Interaja com seus clientes 

Não deixe seu cliente com dúvidas e sem respostas. Portanto, fique atento aos comentários e interações que surgirem de seus clientes. 

Quero vender em um Marketplace

Após ver as vantagens de vender em um marketplace. Veja a seguir quais plataformas disponíveis no mercado para você escolher.

1) MERCADO LIVRE 

O Mercado Livre é um dos marketplaces mais conhecidos pelos brasileiros. É uma das plataformas mais antigas na internet. Hoje é um dos maiores sites de vendas da América Latina. 

2) AMAZON

A Amazon é um dos marketplaces mais tradicionais do varejo e um dos mais conhecidos no mundo inteiro. Além disso, é famoso também pelos preços pequenos e os prazos de entregas mais competitivos do mercado.   

3) OLX

A plataforma ficou muito conhecida após emplacar um Jingle “ Desapega, Desapega, OLX”. Apesar de inicialmente ser um site para vender produtos ou coisas que não têm mais utilidade em sua casa. O Marketplace foi se transformando e hoje é um dos maiores sites de compras e vendas.

4) Marketplace do Facebook

O Facebook, uma das redes sociais mais utilizadas pelos brasileiros, também possui um espaço para compra e venda de produtos, tanto novos como usados, para todos os usuários das rede. O marketplace criado em 2016 e também pode ser uma alternativa para você, empreendedor.

5) Marketplace da MarketUP

A fim de tornar os PMES mais competitivos no mercado, a MarketUP conta com um Marketplace repleto de produtos de grandes parceiros. Empresas de renome como Grupo Martins, Unilever, Grupo Roge e Net Suprimentos.

A plataforma inovou o mercado industrial, possibilitando a venda de produtos de grandes Indústrias e distribuidores, diretamente para os empreendedores com condições exclusivas.

Além disso, após a crise do coronavírus e os impactos nas vendas de muitos pequenos e microempreendedores, a MarketUP expandiu a plataforma para que os pequenos comerciantes também pudessem vender através da ferramenta.

Para saber mais, acesse o site da empresa.

POR: TAINÁ ALMEIDA

O que os brasileiros mais buscaram no Google

Estamos vivendo há três meses um cenário totalmente diferente com a chegada do novo coronavírus. As pessoas e as empresas precisaram se adaptar à nova realidade e à transformação digital. 

Com o isolamento social e a maioria dos comércios fechados, as pessoas começaram a usar cada vez mais a tecnologia para suprir suas necessidades.

O comportamento dos consumidores precisou ser alterado devido à quarentena. Por isso, os brasileiros aumentaram suas compras online e passaram a usar mais os meios digitais de pagamentos

Segundo dados do Facebook, que é o dono tanto do Instagram quanto do WhatsApp, a digitalização do consumo foi acelerada pela pandemia. Com isso, 46% dos consumidores substituiram a compra física pela online até para itens vendidos em locais que continuam funcionando, como supermercados. 

Rapidamente, as pessoas começaram a usar as ferramentas digitais, pois o risco de contaminação ao sair nas ruas ainda é alto. 

Não só os consumidores, mas as empresas também precisaram se adaptar a este novo cenário com a pandemia do coronavírus.

Números da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) mostram que, desde o início da pandemia, 107 mil lojas aderiram à venda online de seus produtos, o que fez o número desse tipo de negócio quase dobrar no período, passando de 135 mil lojas ativas para 242 mil. Antes da pandemia, a média de crescimento era de 10 mil novas lojas por mês.

Ou seja, os negócios tiveram que passar por uma transformação digital para continuar ativos no mercado.

Mas, o que as pessoas estão procurando? 

É interessante analisar este cenário de transformação, pois podemos observar uma mudança significativa dos hábitos de consumo dos brasileiros.

Os setores que mais se sobressaíram neste período foram os de Moda, Alimentos e Serviços. O e-commerce como um todo registrou mais de 50% de crescimento entre março e maio, após o início da pandemia.

Além destes setores, outros também se destacaram como: Esporte, Lazer, Brinquedos e Games.

A necessidade dos consumidores mudaram e com o isolamento social, as pessoas começaram a buscar itens para realizar atividades físicas, produtos de lazer como jogos para se entreter, além de brinquedos para as crianças que seguem em casa junto de seus pais.

Alguns produtos específicos tiveram maior aumento de buscas no Google no Brasil durante este período de distanciamento social por causa do novo coronavírus como:

  • Chinelos;
  • Pantufas;
  • Pijamas;
  • Tablets;
  • Webcams,
  • Vasos;
  • Máquinas de pão.

Isso mostra que as pessoas estão comprando itens para aumentar o conforto e o bem-estar dentro de casa. Além de preencher o tempo com atividades de lazer.

Ao analisar esses produtos, você, empreendedor, enxergar algumas oportunidades de negócios para o seu estabelecimento.  

A venda pela internet

O isolamento social trouxe impactos para o varejo. Porém aquelas empresas que conseguiram acelerar a transformação digital, não terão suas vendas tão prejudicadas.

De acordo com o Compre&Confie, o e-commerce brasileiro faturou R$ 9,4 bilhões em abril de 2020, aumento de 81% em relação ao mesmo período do ano passado.

Ainda de acordo com a companhia, a alta reflete principalmente o crescimento no número de pedidos realizados durante o mês. Ao todo, foram 24,5 milhões de compras online, aumento de 98% em relação a abril de 2019.

Ou seja, este momento é a oportunidade para as empresas entrarem de vez no mundo digital e, assim, continuar atendendo seu público.

A MarketUP possui várias alternativas para os pequenos negócios neste momento de crise, como: vendas online através da loja virtual, ferramenta de delivery, vendas através do nosso Marketplace, divulgação do estabelecimento em um site para ajudar os micro e pequenos empreendedores: compre do pequeno negócio e muito mais.

Dicas para os empreendedores

Este é um momento novo para todos nós. Porém ao abrir um negócio é importante que o empreendedor esteja preparado para as adversidades que possam ocorrer. 

Muitos empreendedores não tinham pretensão de vender através da internet e precisa se adaptar a este “novo normal”.

Por isso, separamos algumas dicas para ajudar você neste momento.

 

  1. Use as redes sociais: As pessoas passam hoje a maior parte do tempo conectadas nas redes, por isso use essas plataformas para divulgar o seu negócio. Como o digital tornou-se tendência em tempos de coronavírus, pode ser uma boa alternativa para este momento. O Instagram é uma ótima ferramenta para expor seus produtos através de imagens e vídeos. Já o WhatsApp, é um canal que você pode estreitar o relacionamento com o seu cliente.

 

 

  • Plataformas gratuitas: Devido ao cenário econômico, investir em tecnologias de alto valor pode não ser uma opção viável para muitos empreendedores. Por isso, a MarketUP que sempre pensou nos pequenos negócios disponibiliza uma loja virtual 100% gratuita para que os pequenos negócios possam vender seus produtos de maneira online.

  • Aposte no delivery: Veja qual a melhor alternativa para realizar as  entregas dos seus produtos. Analise a possibilidade de contratar alguns motoboys, contar com empresas terceirizadas para fazer suas entregas ou até se cadastrar em algum aplicativo de entrega. O sistema de delivery passou a ser muito utilizado em tempos de coronavírus. Então, por que não pensar nesta modalidade?

 

 

Quer saber mais sobre o assunto? Ouça o nosso podcast sobre:

 O que mudou no comportamento do cliente na internet com a pandemia?

 

POR: TAINÁ ALMEIDA

 

Retomada do varejo: como será a nova era pós-pandemia do novo coronavírus

Há quase três meses vivemos em um mundo totalmente diferente e com novos cuidados, principalmente, para conter a propagação do novo coronavírus. Há alguns dias, estamos vivendo em várias cidades brasileiras a reabertura dos comércios e os estabelecimentos precisaram adotar diversas medidas que antes não eram usadas.

Máscaras, medição de temperatura, controle de fluxo e distanciamento com marcações no chão. Desde a entrada no comércio até os meios de pagamentos sofrem modificações e agora possuem novos processos nesta retomada do varejo. 

Enquanto não houver uma vacina, especialistas analisam que os negócios entrarão em uma nova era – e alguns segmentos podem sofrer uma transformação permanente.

Hoje podemos afirmar que a taxa de conversão de vendas aumentaram. Pois, o consumidor não passeia mais em lojas e sim vai realmente para comprar. 

O que é um bom sinal e que muitos empreendedores já percebem resultados positivos com essa retomada.

O varejo físico proporciona mais experiências ao cliente, porém, com esse novo cenário elas precisam ser repensadas. Com as normas e medidas de distanciamento social, o chamado varejo sem contato pode impactar muitos setores como: o vestuário.

Portanto, é preciso se adaptar à nova realidade e usar a tecnologia para continuar com a operação e as vendas.

Adaptação a tecnologia

Muitos empreendedores precisaram se digitalizar às pressas após a pandemia da Covid-19. A tecnologia que antes era “ignorada” por muitos, hoje é a maior propulsora de vendas e divulgação do comércio. 

Essas tecnologias não surgiram do dia para noite, porém se tornaram aliadas dos empreendedores que estavam de portas fechadas, devido ao isolamento social.

As redes sociais como o Facebook e o Instagram se consolidaram ainda mais como plataformas de divulgação de produtos, ou seja, vitrines para os consumidores. O WhatsApp passou a ser o canal pelo qual os vendedores atendiam seus clientes em horário comercial. O Delivery facilitou a conexão desses clientes e estabelecimentos.

Desta forma, uma nova tendência que veio para ficar e facilitar ainda mais o dia a dia de consumidores e empreendedores brasileiros. 

Os negócios precisam de adaptar

Agora as empresas precisam encarar a nova realidade e se enquadrar para continuar suas operações. Caso, o empreendedor não tenha como investir em novas tecnologias, é preciso repensar os processos existentes.

Funcionários: Todos os funcionários precisam usar máscaras, assim como os clientes que entrarem no estabelecimento. E o atendimento precisa ter uma distância segura de, pelo menos, 1 metro. Atualmente é comum vermos o balcão de atendimento com uma barreira ou sinalização que impeça a aproximação e o toque. 

A venda dos produtos:  O papel da loja física é proporcionar uma interação do cliente com os produtos vendidos. Porém, com o novo cenário, além das mercadorias serem higienizadas de hora em hora, fica proibido o uso de provadores em lojas de vestuários e calçados, por exemplo. Muitas lojas que fazem troca de peças, estão colocando essas mercadorias em quarentena por no mínimo 72 horas.  Estabelecimentos de alimentos que disponibilizam degustação de produtos, agora evitam esta prática. 

Pagamentos: Este é um processo presente em qualquer segmento. Para as maquininhas de cartão, muitos estabelecimentos estão higienizando as máquinas antes e após a utilização dos clientes. Para evitar o contato com cartões e dinheiro, é recomendado que as lojas incentivem o pagamento online. Portanto, invista em novas alternativas de pagamentos como o método do QRCode.

Conte com a MarketUP para te ajudar na integração desses processos de pagamentos e gestão.

 

Por: Tainá Almeida