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Vendas no varejo paulista devem crescer 5% durante Natal

Vendas no varejo paulista devem crescer 5% durante Natal

O comércio varejista do estado de São Paulo deve registrar alta de 5% em dezembro deste ano, segundo projeção. Caso a previsão se confirme, o varejo paulista pode atingir R$91 bilhões em vendas no mês do Natal, R$4,2 bilhões a mais do que no mesmo período de 2020. As estimativas são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). 

 

De acordo com a Federação, a principal influência sobre esses números será o pagamento do décimo terceiro salário e seu impacto nas compras de Natal. Ele é considerado decisivo pela entidade, pois será 57,5% maior em relação ao registrado no ano passado. Também devem interferir a maior oferta de crédito, a normalização do funcionamento das lojas e a maior circulação de consumidores sem restrições. A análise aponta que R$9,5 bilhões do valor recebido com o 13º salário devem ser destinados ao consumo nesta época do ano, R$3,1 bilhões a mais na comparação com 2020.

 

Entre as atividades do varejo, o segmento de vestuário é o que deve ter o melhor movimento de vendas no mês, com crescimento estimado de 28% ante o mesmo período do ano passado. Supermercados (-2%), farmácias e perfumarias (-3%) e lojas de móveis e decoração (-5%) devem ser os destaques negativos de 2021.

 

Apesar de expectativa positiva, inflação e endividamento podem impactar as vendas do setor

 

“Dois fatores justificam a maior injeção do décimo salário. Em primeiro lugar, a expressiva expansão do contingente de trabalhadores com carteira assinada e, em segundo, o fato de que os aposentados e pensionistas, além de parcela significativa de empregados do setor privado, no ano passado, receberam a totalidade do pagamento até a metade do ano, a fim de atenuar a queda de renda provocada pela paralisação de vários segmentos produtivos e a elevação do desemprego”, afirmou a entidade.

 

A entidade destacou ainda que mesmo com a expectativa positiva, há fatores que podem influenciar negativamente o setor. A forte elevação em curso do nível de endividamento das famílias, a inflação e a alta do desemprego são alguns exemplos


Redação MarketUP | Fonte: Agência Brasil