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Jeff Bezos: 8 lições do dono da Amazon para ter sucesso nos negócios

Parte essencial da rotina de todo empreendedor que almeja ver sua empresa alcançar o sucesso é se espelhar em outras. Afinal, é comum olhar para as pessoas que admiramos e buscar maneiras de emular as características que acreditamos destacá-las. E para a maioria dos empreendedores modernos, poucas figuras são tão admiradas quanto Jeff Bezos, o CEO da gigante Amazon.

Mas o sucesso responsável por tornar Bezos o homem mais rico do mundo, porém, não veio facilmente. Antes de se dedicar à sua própria empresa, o empreendedor tinha um bom emprego em Wall Street, o qual abandonou. E o que começou como um simples comércio digital de livros tornou-se, com os anos, um enorme império de sucesso. Hoje, a Amazon possui um serviço de streaming, entre outros produtos.

E para que você, pequeno empreendedor, saiba como Jeff Bezo alcançou o sucesso, separamos 10 lições do magnata. Então confira os ensinamentos do homem mais rico do mundo e, se possível, adote-os em seu próprio negócio.

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1. PENSE A LONGO PRAZO

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Uma das lições mais valiosas que Jeff Bezos tem para empreendedores que buscam o sucesso é pensar a longo prazo. Ou seja, em vez de se preocupar apenas com as questões mais imediatas, buscar sempre olhar mais à frente. Basta observar seu próprio exemplo: Bezos começou a vender na Internet antes mesmo disso se tornar tão popular. Portanto, pensar a longo prazo, em outras palavras, pode significar se adiantar em questões que amanhã podem ser mais relevantes.

2. PRIORIZE OS CLIENTES

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Bezos admite que o sucesso de seu negócio só foi possível graças a seus clientes, que sempre confiaram na empresa. E mesmo hoje, apesar da Amazon ser um sucesso incomparável, o empresário ainda coloca seus clientes acima de tudo. Esse pensamento é refletido em todos os produtos da empresa, pensados na experiência dos usuários. E essa é uma maneira de fidelizar os clientes e garantir que eles sempre voltem para repetir a ótima experiência. Portanto, tomar atitudes que pouco beneficiem os clientes podem ser comparado a uma traição dificilmente perdoável.

3. APRIMORE SEU SERVIÇO

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Enquanto muitos empreendedores acreditam que o segredo para o sucesso está em diversificar seus serviços, Bezos discorda dessa crença. Afinal, quando se divide esforços entre inúmeras tarefas, pode ser muito difícil fazer alguma delas com perfeição. O segredo do dono da Amazon, portanto, é até bem simples: faça apenas um serviço, mas faça-o muito bem. Dessa maneira, em vez de oferecer quantidade, você será capaz de oferecer qualidade, algo que os clientes sempre admiram.

4. NÃO ESPERE DEMAIS

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O mundo dos negócios, você deve saber, não é nada fácil de lidar. Além das inúmeras tarefas a serem resolvidas diariamente, pesam também várias responsabilidades. E uma delas é a tomada de decisões que podem impactar diretamente no futuro da empresa e de seus colaboradores. Mas Bezos adverte: não espere demais para tomar uma decisão, ou pode ser tarde demais. A dica do empresário, então, é ter pelo menos 70% das informações antes de bater o martelo.

5. IGNORE A CONCORRÊNCIA

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Você se identifica com o tipo de empreendedor que está sempre de olho na concorrência? Apesar de muitos acreditarem que essa atitude é indispensável no mundo dos negócios, Bezos aconselha ignorar completamente a concorrência. Isso porque quando prestamos muito atenção nos concorrentes, corremos o risco de dedicar menos atenção à nossa própria empresa. E, a longo prazo, essa atitude pode causar consequências negativas, como perda de credibilidade e originalidade. 

6. MANTENHA-SE RELEVANTE

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Você se lembra da Blockbuster? A rede de locadoras de vídeos domésticos reinou absoluta desde os anos 1980 até ser completamente extinta em 2013. O motivo foi simples: quando os vídeos físicos foram substituídos pela Internet, cada vez menos pessoas tinham interesse em alugar filmes. Sem conseguir manter sua utilidade e relevância no mundo moderno, a empresa deixou de existir. Portanto, o conselho de Bezos para todas as empresas é manter-se em movimento, sempre inovando e mantendo-se relevante no mercado.

7. CRIE UMA CULTURA PRÓPRIA

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Você já ouviu falar em cultura de empresa? Esse é um termo usado para definir um conjunto de comportamentos típicos no ambiente de trabalho. Muitas vezes, essa cultura pode ser decisiva para o desenvolvimento das tarefas exercidas pelos colaboradores. Se sua empresa tiver uma boa cultura, quem trabalha nela se sentirá mais disposto a contribuir para seu sucesso. Assim, o contrário também é válido.

8. DEIXE A BUROCRACIA LONGE

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Uma das maiores assassinas de produtividade dentro de qualquer empresa é a burocracia. Reuniões desnecessárias, demoradas e que pouco contribuem para o trabalho, por exemplo, poderiam ser substituídas por simples e-mails. Jeff Bezos defende a ideia de que, independente do tamanho da empresa, ela deveria se manter tão eficaz quanto uma startup. Ou seja, simplificar ao máximo todos os processos a fim de permitir que todos sejam mais produtivos.

Por: Luis Carvalho

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Acontece a E-Commerce Brasil Marketplace Conference 2018

O E-Commerce Brasil MARKETPLACE CONFERENCE 2018 reuniu 3000 congressistas para 2 dias de conteúdo de alto nível técnico focados em marketplace

A E-Commerce Brasil MARKETPLACE CONFERENCE 2018 tem novo formato, o evento teve 8 áreas de conteúdo com trilhas técnicas, além de salão de negócios com mais de 60 expositores e espaços de networking.

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Porta -vozes de grandes marcas estavam presentes

O eBay estava presente com Andrea Stairs GM, Canada & Latin America. A Amazon estava presente também com Rafael Pereira Head of Seller Services – Marketplace – Books da Amazon. Nader Fares Diretor Comercial das Lojas Marabraz e Brijesh Agrawal, Co-founder & Director da IndiaMART.

Segundo Agrawal

So Marketplace Conference 2018, em seu país, as vendas online entre empresas superou, e muito, as feitas diretamente ao cliente final.

Para se ter uma ideia, o Indiamart, sozinho, é responsável por 0,4% do PIB do país. A plataforma conta com cerca de cinco milhões de empresas, que vendem para 55 milhões de clientes. O setor deve atingir a impressionante cifra de US$ 700 bilhões em 2020, contra US$ 200 bilhões do B2C em 2026.

“Existe um mito de que o B2C é maior que o B2B. Mas vocês podem notar que [na Índia] o B2B é bem maior que o B2C. Quando falamos de e-commerce, é importante reconhecer que ambos oferecem grandes oportunidades”, defendeu o empresário.

Entre uma das suas curiosidades, está o fato de o Indiamart dar às empresas liberdade para negociarem fora da plataforma, informando, inclusive, o contato do fornecedor. A presença no catálogo que é cobrada. “Nós não fazemos a logística de pagamento”, explicou.

O Indiamart não gasta “um centavo sequer” para conseguir o tráfego nem fazemos qualquer tipo de propaganda, disse Agrawal.

Como os marketplaces vão cobrar pela greve dos caminhoneiros

Representantes de quatro dos maiores marketplaces do Brasil – Amazon, Walmart.com, Via Varejo e Netshoes -, explicaram, nesta quarta-feira (6), como vão lidar com cancelamentos e atrasos decorrentes da paralisação.

Eles conversaram com o público durante o Marketplace Conference 2018.

Walmart.com

“Pedimos para todos os sellers entrarem em contato com os clientes [a fim de avisar eventuais atrasos]. Mas o bom foi que não tivemos um índice muito alto de cancelamentos. Como não cobramos taxa integral, também não tivemos um impacto grande”, afirmou Renata Khaled, gerente de Marketplace do Walmart.com.

Via Varejo

Detentora das marcas Ponto Frio e Casas Bahia, a Via Varejo vai seguir o protocolo normal, segundo Paulo Madureira, diretor de Markeplace, Soluções e Serviços da plataforma.

Para ele, o ponto central é que o efeito da greve não foi tão grave quanto poderia ter sido.

“A regra que a gente utiliza é: cobramos a taxa quando o cancelamento é arbitrário e da parte do lojista. Por exemplo, se toda a cadeia transacional estava disponível, mas o lojista não tinha o produto, aí a gente cobra a comissão normal. Nesse caso [greve dos caminhoneiros], não”, afirmou.

Netshoes

De acordo com Mauro Lopez, head de Marketplace do Grupo Netshoes, logo no início da paralisação, a empresa fez ajustes na tabela de fretes e readequeou os prazos de entrega, tanto na operação própria quanto para o marketplace.

Sobre eventuais taxas sobre os vendedores, Lopez tranquilizou os lojistas. “Os contratos que a gente desenvolve são pautados não para a Netshoes ganhar dinheiro, mas baseados na experiência do consumidor”, explicou. “A Netshoes está aberta a pegar a lacuna de 24 a 31 de outubro e isentar o cancelamento devido a atrasos”, cravou.

Amazon

“A primeira coisa que fizemos foi avisar os clientes sobre possíveis atrasos”, disse Rafael Ferreira, head de Serviços para Sellers de livros da Amazon.

Ele também teve poucos problemas com a greve, embora, assim como outras plataformas, a dor de cabeça tenha sido menor do que o previsto.

“A gente sabe que cancelamentos acontecem. Para os casos em que os varejistas não conseguiram sequer enviar o pacote, não há taxa de cancelamento”, contou. “Mas, se o cliente cancelou o pedido depois de enviar o produto, a gente cobra uma taxa de 20% sobre a comissão, é algo sistêmico”, explicou. Ele disse, porém, que os índices de cancelamento foram parecidos com a média.

Fonte: E-commerce Brasil